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Fonte: Terra

Preparar-se para a entrevista de emprego é fundamental para conquistar a vaga desejada

O candidato que vai para uma entrevista de emprego tem de estar bem preparado e conhecer as principais perguntas que irá ter de responder. Preparação é fundamental para conquistar a vaga desejada.

O site da revista Forbes listou as cinco perguntas mais comuns feitas pelos gerentes durante a entrevista de emprego e mostrou como responde-las. Confira:

1. Conte-me sobre sua experiência na Empresa X.

De acordo com a Forbes, o entrevistador quer saber com esta pergunta qual experiência você pode trazer para a empresa dele. Ao responder esta pergunta, o candidato deve convencer o entrevistador de que pode trazer valor à equipe dele, fornecendo exemplos concretos que resultaram em resultados bem sucedidos. Fale sobre o seu tempo de experiência na empresa anterior e sobre projetos que você liderou e deram certo.

2. Qual é a sua maior conquista profissional até o momento?
Esta é a oportunidade de mostrar que você pode fazer o trabalho almejado, segundo a revista. Para responder esta pergunta, o candidato deve transmitir para o entrevistador não só o seus sucessos do passado, mas a capacidade de realizar as tarefas que serão oferecida.

3. Como as pessoas trabalharam com você te descreveriam?

Essa questão visa entender sua capacidade de se relacionar com colegas de trabalho, gestores e subordinados. O candidato deve dar exemplos de situações que mostram a capacidade de trabalhar com pessoas em várias funções.

4. Qual é a sua maior fraqueza?

Uma das perguntas mais temidas pelos candidatos, ela deve ser respondida com honestidade, mas com alguma estratégia. O candidato deve falar sobre sua fraqueza, mas mostrar o que está fazendo para superar este problema. O objetivo é mostrar ao entrevistador que você é consciente sobre suas falhas, mas também conhece seus pontos fortes.

5. Por que você é a melhor pessoa para este cargo?

A intenção é entender o que diferencia você dos outros candidatos. Para responder a esta pergunta, o candidato deve pensar em seus pontos fortes que mais impressionam e ilustrar ao entrevistador as qualidades que pode trazer para a equipe.

 

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A Prefeitura de Valparaíso de Goiás publicou edital para realização de concurso público, visando preencher cargos vagos e que venham a vagar ou serem criados dentro do prazo de validade deste certame.

As vagas são para níveis médio e superior e os vencimentos variam de R$ 759,16 a R$ 2.069,06. As inscrições estarão abertas entre 21 de fevereiro e 17 de março de 2014 e custarão R$ 50,00 para nível médio e R$ 70,00 para nível superior. A partir de 10 de março o Instituto Cidades disponibilizará um terminal para realização de inscrições no Shopping Sul. Para se inscrever pela internet os candidatos devem acessar o site institutocidades.com.br e acessar a área específica, porém a redação da Tribuna identificou que as informações ainda não estão atualizadas no site do Instituto.

A realização de provas objetivas está prevista para o dia 06 de abril de 2014, na cidade de Valparaíso de Goiás.

Maiores informações acessar o edital no link www.valparaisodegoias.go.gov.br/Portals/0/Editais/2014/Concursos-Publicos/Concurso-Publico-Valparaiso-de-Goias.pdf 

 

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A pesquisa de emprego do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta quinta-feira (30) apontou que os trabalhadores negros ganharam menos que os brancos, e mulheres ganharam menos que homens no Brasil em 2013.

Pessoas de cor preta ou parda (de acordo com os critérios oficiais de classificação do IBGE) ganhavam, em média, pouco mais da metade (57,4%) do rendimento recebido pelos trabalhadores de cor branca no ano passado.

Em valores, isso dá uma média salarial de R$ 1.374,79 para os trabalhadores negros, enquanto a média dos trabalhadores de cor branca foi de R$ 2.396,74.

Nos últimos dez anos, essa desigualdade diminuiu: desde 2003, o salário dos negros subiu, em média, 51,4%, enquanto o dos brancos aumentou uma média de 27,8%.

Mulheres ganham, em média, 73,6% do salário do homem

Em relação ao gênero, as mulheres ganham, em média, o equivalente a 73,6% do rendimento médio recebido por homens. Em valores, a média do salário das mulheres é de R$ 1.614,95, enquanto a dos homens chega a R$ 2.195,30.

Belo Horizonte é a cidade em que a desigualdade é mais expressiva. Lá, as mulheres recebem, em média, apenas 68,1% do salário dos homens. O Rio de Janeiro tem os melhores índices: as mulheres recebem 75,7% do salário médio dos homens.

Fonte: UOL

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Os concurseiros que participarão da próxima seleção do Banco do Brasil terão uma oportunidade de avaliar se, na prática, estão preparados para a prova, que será aplicada em 9 de fevereiro. Juntos, o Correio, o Tempo de Concurso e o IMP Concursos promoverão um simulado on-line para auxiliar os candidatos. Gratuitas, as inscrições podem ser garantidas até o próximo dia 30, pela internet, no endereço eletrônico http://simuladocb.com.br. Os testes estarão disponíveis entre as 7h de 1º de fevereiro e as 23h59 do dia seguinte, e o candidato escolherá quando quer fazê-los. As 70 questões de múltipla escolha – 25 de conhecimentos básicos e 45 de específicos – deverão ser respondidas em até quatro horas.

Coordenadora-geral do IMP Concursos, Ranil Aguiar argumenta que, nesta reta final, o concurseiro deve direcionar os estudos nas matérias específicas, que têm maior peso. “Principalmente em conhecimentos bancários, assunto muito importante para esse certame e que se relaciona com as atividades que serão desempenhadas”, afirmou.

Correção

Cada questão do simulado valerá um ponto. São cinco opções de resposta (A, B, C, D e E) e apenas uma correta. A exemplo da prova oficial, quem estiver insatisfeito com o gabarito pode entrar com recurso contestando a correção do item. “O nosso objetivo é nos aproximarmos cada vez mais dos leitores, com um serviço de boa qualidade, e atendermos as demandas mais importantes deles”, destacou Gisele Padovan, coordenadora de Marketing dos Diários Associados.

Para quem se inscreveu no concurso da instituição financeira, a hora é de total dedicação aos estudos. A seleção oferece 8.630 vagas de nível médio para formação de cadastro reserva, com salário inicial de R$ 2.043,36 para 30 horas semanais de jornada de trabalho.

Fonte: Correio Brasiliense

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Fonte: BBC BRASIL

O desemprego no Brasil deverá continuar acima da média mundial pelo menos até 2016, segundo previsões da Organização Mundial do Trabalho (OIT) divulgadas nesta segunda-feira.

As estimativas preliminares da organização, incluídas no relatório Tendências Mundiais do Emprego 2014, indicam que a taxa de desemprego global atingiu 6% da população economicamente ativa mundial no ano passado, se mantendo estável em relação a 2012.

No Brasil, a OIT acredita que a taxa de desemprego atingiu 6,7% em 2013, cairá levemente neste ano para 6,6%, e chegará a 6,5% em 2015 e também em 2016. Já o índice global de desemprego deverá ser em média de 6,1% entre 2014 e 2016, nas previsões da organização.

Caso a projeção da OIT se confirme, o Brasil será o único país entre os integrantes do Bric (grupo formado por Brasil China, Índia e Rússia) a ter taxas de desemprego acima da média mundial pelos próximos dois anos.

Na China, o índice deve totalizar 4,6% em 2013 (e 4,7% neste ano). Na Índia, a taxa preliminar estimada é de 3,7% no ano passado (e de 3,8% em 2014), e, na Rússia, segundo os cálculos da OIT, o desemprego afetou 5,8% da população ativa em 2013.

Jovens

Segundo os últimos números oficiais disponíveis, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE, a taxa de desemprego no Brasil ficou em 7,4% no segundo trimestre de 2013. Até novembro, o desemprego acumulava alta de 4,6%.

Para este ano e o próximo, o FMI já havia divulgado estimativas mais otimistas do que as da OIT. Para o Fundo Monetário Internacional, o índice deve fechar este ano em 5,8% (portanto, abaixo da média global da OIT) e, em 2014, em 6% (exatamente a média de 2013).

Por sua vez, consultorias como a LCA e a Tendências prevêem uma taxa de desemprego neste ano de no máximo 5,7% neste ano.

O estudo da OIT afirma que o Brasil possui um alto índice de jovens entre 15 e 29 anos que não estudam ou fazem cursos profissionalizantes e, ao mesmo tempo, também não estão empregados: 18,4% das pessoas nessa faixa etária.

Em todo o mundo, 74,5 milhões de jovens com menos de 25 estariam desempregados. A taxa mundial nessa faixa etária atingiu 13% no ano passado, mais do que o dobro da média global de 6%, que inclui todas as idades.

Segundo a OIT, o número de novos desempregados aumentou em 5 milhões no mundo no ano passado, totalizando 202 milhões de pessoas sem emprego.

O leste e o sul da Ásia representam mais de 45% dos novos desempregados no mundo em 2013, seguidos pelo África subsaariana e pela Europa.

Na América Latina, o número de novos desempregados em 2013 ficou pouco abaixo de 50 mil, o que representa apenas cerca de 1% da alta mundial.

Déficit mundial

“A fraca retomada econômica mundial não suscitou a melhora dos mercados de trabalho. O crescimento do emprego permanece fraco e o desemprego continua aumentando, sobretudo entre os jovens”, diz o relatório.

“Vários setores registraram lucros, mas eles foram investidos nas bolsas e não na economia real, prejudicando as perspectivas de emprego no longo prazo”, afirma a OIT.

Outro aspecto importante destacado pelo relatório é o número de quase 23 milhões de pessoas que “abandonaram” o mercado de trabalho desde o início da crise financeira mundial, em 2008, “desencorajados” pela falta de propostas.

A OIT afirma que o “déficit mundial” de empregos ligado à crise continua aumentando desde 2008 e já totalizava, no ano passado, 62 milhões (32 milhões de novos desempregados, 23 milhões de “desencorajados” que desistiram de procurar um emprego e 7 milhões de inativos – que nem chegaram a procurar um trabalho.

“Segundo as tendências atuais, o desemprego mundial deverá se agravar, ainda que progressivamente, e ultrapassar 215 milhões de desempregados em 2018”, diz o estudo. Ou seja, 13 milhões de novos desempregados nos próximos quatro anos.

“Nesse período, cerca de 40 milhões de novos empregos vão ser criados a cada ano, o que é inferior aos 42,6 milhões de pessoas que deveriam ingressar, anualmente, no mercado de trabalho”, afirma a OIT.

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