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Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, remanescentes da formação original da Legião Urbana, confirmando que farão um projeto tocando o disco de estreia da banda na íntegra. A informação da suposta volta foi noticiada pelo blog de Marcelo Rubens Paiva, do Estado de S. Paulo. A nota afirma ainda que este é um projeto especial e que não significa a volta da banda.

Leia a íntegra da nota:

“Em 2014, enquanto atravessávamos o difícil processo judicial pelos nossos direitos sobre o nome da banda, acabamos achando – em comunicados como este – uma ferramenta clara de nos comunicar em forma direta com a imprensa e, principalmente, com os fãs da Legião Urbana.
Nesses comunicados dizíamos que, enquanto esse problema não fosse resolvido, não haveria nenhum lançamento da banda. Foi assim que, depois de termos nossos direitos reconhecidos pela justiça, recebemos da EMI – hoje parte da Universal Music – a proposta de lançar uma edição especial do nosso primeiro disco, também chamado de Legião Urbana, e originalmente lançado em 1985.

Surgia então o projeto Legião Urbana – 30 Anos. Edição especial que além de trazer o disco original remasterizado, vai trazer um outro disco contendo algumas pérolas e raridades cuidadosamente guardadas nos cofres da gravadora. Entre elas estão, por exemplo, as três músicas que a EMI nos convidou para gravar no Rio de Janeiro em 1983, quando éramos um trio de rapazes vindo de Brasília – ainda com o Renato tocando baixo e cantando! Este lançamento da EMI/Universal está previsto para final de 2015.

O processo de mexer com todas essas fitas, de ver aquelas fotos, de ler aqueles textos e, principalmente, de ouvir aquelas primeiras versões das nossas músicas, foi realmente emocionante. Tanto que acabou despertando a vontade de estarmos juntos tocando de novo.

Dessa vontade surgia uma segunda ideia: a de chamar alguns amigos e montar um show para tocar o nosso primeiro disco na íntegra. Mas, para evitar erros ou mal-entendidos, sentimos a necessidade de deixar bem claro que não existe possibilidade alguma de “volta” da Legião Urbana. Como já dissemos inúmeras vezes, a Legião – como banda – acabou junto com a morte do Renato, em 1996. E, ninguém pode substituir o Renato. Único e insubstituível.

Esse encontro onde vamos comemorar os 30 anos do nosso primeiro disco – tocando ele na íntegra – vai levar o nome do próprio disco, e será divulgado da seguinte forma: Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá em “Legião Urbana – 30 anos”.
Como o Renato sempre dizia nos nossos shows: “A gente está aqui no palco, mas a verdadeira Legião Urbana são vocês”. Só que, desta vez, alguns de vocês vão estar no palco junto conosco!”

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Por Danilo Silva Pinto

Tradicional Arraiá do CEBAM movimentou a noite da cidade de Valparaíso de Goiás na última sexta-feira, 06 de junho. A escola, uma tas mais tradicionais do município, promove este encontro cultural a vários anos e em 2014 o brilho não poderia ser diferente.

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Em meio às festividades pelo 19º aniversario de emancipação do município, um movimento diferente se fez notar na Etapa A de Valparaíso. Quem acompanhava a bela apresentação de dança cigana na Praça da Etapa A, pôde observar um enorme contingente de pessoas próximas ao CEBAM. Eram os animados foliões, ansiosos por adentrar as instalações da escola, mas desta vez para uma noite de muita diversão, que tomara o lugar dos estudos.IMG_20140606_230026774

Iniciando a noite, a galera desfrutou de uma boate montada dentro da escola, cuja animação dava uma amostra do que seria o arraiá. Muita gente bonita, paquera, comidas e bebidas típicas e muito mais.

Um forte esquema de segurança esteve atento a todos os movimentos. Exigência da escola, para impedir, definitivamente, que qualquer material ilícito fosse levado para a festa. Segurança aliás foi o que chamou a atenção: Poucas vezes estive em um evento privado, com tamanha estrutura de segurança, vigilância constante e muita eficiência, mas de forma discreta, que não interferia com o bom andamento da festa.

Uma apresentação de dança, promovida por alunos de uma academia local e muita música completaram a festa, que entrou pela madrugada.

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Fonte: UOL

Vivido por Gabriel Braga Nunes, o personagem Laerte de Em Família, um flautista de renome internacional, está impulsionando o comércio do instrumento que ele toca. Em uma rede de lojas de instrumentos musicais, as vendas aumentaram impressionantes 17 vezes.

A loja Eclipse & Arte Som, no centro de São Paulo, vendeu quase tantas flautas no primeiro mês de exibição da novela das nove da Globo quanto em todo o ano de 2013. O comércio saltou de 20 por mês para 340 em fevereiro, com modelos que custam entre R$ 40 (doces) e R$ 110 (transversais).

“Costumamos vender em datas especiais, como aniversários, Dia dos Namorados. Por ser no começo do ano, foi uma surpresa”, comemora Jean Carlos Ribeiro, vendedor responsável pelas estatísticas da loja.

O estoque da empresa está vazio, e a demanda ainda está aquecida. “Em fevereiro, a venda de flautas aumentou muito. Há clientes que encomendaram 20 flautas”, afirma o vendedor.

Na loja virtual Musical Brasil, as flautas transversais, modelo usado por Laerte na trama de Manoel Carlos, estão esgotadas. Desde o início da novela, o crescimento foi de 187,5%. Os preços variam de R$ 32 a R$ 853.

“Apostamos que o crescimento chegará em 1.000% até o final da novela. Continuamos com a mesma logística, temos capacidade de escalonamento. No caso de produtos esgotados avisamos ao cliente quando estão disponíveis”, diz Diego Ivo, presidente da Conversion, empresa que administra o posicionamento da loja virtual.

Na trama, Laerte decide viajar para a Europa estudar música após ser preso por quase matar Virgílio (Nando Rodrigues). Vinte anos depois, ele se torna um talentoso flautista e se apresenta com seu filho, Leto (Ronny Kriwat).

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Embora Ceilândia atraia mais foliões, o governo acolheu a reivindicação da maioria das agremiações para manter a festa de Momo no Plano Piloto

O número de participantes no sambódromo da área central de Brasília — ponto alto do desfile carnavalesco de 2013 — foi de 8 mil pessoas. A quantidade destoa da multidão de 40 mil foliões que acompanhou a competição no Ceilambódromo em 21 de fevereiro de 2012. Mesmo diante do contraste, o Governo do Distrito Federal pretende manter a exibição das escolas de samba ao lado do Ginásio Nilson Nelson. Pelas ruas de Ceilândia, cidade que abriga 442.865 habitantes, cerca de 16% da população do DF, não é difícil encontrar quem se oponha à decisão do Executivo.

As amigas Daniela Martins, 30 anos, e Jéssica, 21, não foram ao desfile de 2013 e não pretendem participar este ano. “Não vou pegar ônibus e metrô para acompanhar um desfile esvaziado. Aqui, tinha muito mais gente”, explica Daniela. “Eu também não vou ao Plano”, concordou a amiga. A estrutura em que a população se reunia para acompanhar os sambas-enredos teria que mudar de lugar, já que a área, antes disponível para grandes eventos da cidade, hoje abriga as obras de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA,) da Secretaria de Saúde. Mas Acácio Oliveira não se importa. “Queremos a UPA e o carnaval”, provoca.

O presidente da União das Escolas de Sambas e Blocos de Enredo do DF (Uniesbe-DF), Geomá Leite, conhecido como Pará, explica que, mesmo fazendo parte da região mais populosa da capital, Ceilândia e as regiões administrativas adjacentes contam com seis agremiações, contra 14 que votaram pela transferência do evento para o Plano Piloto. “Como presidente, tenho que acatar a decisão dos grupos. Mas Ceilândia, de fato, concentrava muito mais foliões, e chegou a reunir funcionários de embaixadas. Vamos precisar de muita publicidade e atrativos para conseguir igualar o público”, explica.

Apesar do grande volume de foliões, Ceilândia, por ser considerada uma cidade violenta, acaba por afastar foliões de outras regiões. A transferência do circuito para a cidade satélite foi muito questionada pelos moradores de outras regiões administrativas e do Plano Piloto e sempre foi vista com desconfiança, no que se refere a segurança. Outro fator que conta a favor da manutenção do evento no Plano Piloto é a acessibilidade. Brasília está no centro do Distrito Federal e possui maior infraestrutura de transporte e acesso, além de facilitar o acesso dos foliões que se encontram no outro estremo do DF, em relação a Ceilândia.

Resta saber se o Governo vai conseguir atrair público, para justificar a mudança, em face da perda de foliões.

Fonte: Correio Brasiliense com adaptações.

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A eliminação de Bella Maia no Big Brother Brasil derrubou a audiência da Globo. O quinto paredão do reality show registrou 13,8 pontos, dois décimos a menos que no domingo anterior. Foi a pior audiência da história. Perdeu para Silvio Santos durante 14 minutos na Grande São Paulo. O apresentador do SBT chegou a ficar com 14,3 contra 12,4 do programa da Globo. Na média geral, o BBB ficou em primeiro lugar

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Localizado no extremo fim do Lago Norte, perto do Clube do Congresso, o Parque das Garças é considerado a “ponta de picolé” da região, por conta do tipo de terreno. Antes completamente tomado pela vegetação alta, o local foi capinado e limpo, tornando-se parque público fechado e estruturado. Em novembro do ano passado, na cerimônia de abertura, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) plantou 520 mudas, como parte do termo de compensação ambiental.

“Eu gosto muito do lugar. Costumava frequentar mesmo antes de cortarem a vegetação. É perto da minha casa e isso traz comodidade”, afirma Felipe Gomide Balduíno. “Em dias de semana é mais vazio do que nos sábados e domingos, quando lota”, completa. Paraíso para praticantes de stand-up paddle e caiaque, o Parque das Garças deve passar por reestruturução em breve. Segundo a administração do Lago Norte, o local ganhará quiosque e calçadão, empreitada a ser realizada pelo GDF.

Fonte: Divirta-se mais

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Com a reforma do Teatro Nacional, a orquestra se apresentará no teatro Pedro Calmon e também ocupará o Cine Brasília, além de fazer concertos pelo DF.

A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS) vai passear pelos palcos de Brasília durante a próxima temporada. Com o Teatro Nacional de portas fechadas para a reforma, a sinfônica vai se apresentar no Teatro Pedro Calmon, no Setor Militar Urbano (SMU). Eventualmente, a orquestra também deve fazer algumas apresentações no Cine Brasília e já programou realizar o Festival de Ópera no cinema.

O maestro Claudio Cohen, regente titular, encara o deslocamento da Sala Villa-Lobos para um local menos central como uma oportunidade de atrair novos públicos. “O Pedro Calmon tem mais ou menos o mesmo porte da Villa-Lobos e é um espaço bastante bom. E cria oportunidade para outros públicos, porque está em uma área diferente da cidade. Mas também teremos ações no Cine Brasília, que comporta a orquestra e está muito bem localizado”, avisa Cohen. O maestro garante ainda a intenção de fazer a sinfônica circular pelo Distrito Federal e realizar concertos ao ar livre. “A orquestra vai continuar com atividades normais. Talvez até mais intensivas”, diz.

A temporada tem início em 18 de fevereiro com um concerto em homenagem ao austríaco Johann Strauss, o pai da valsa. A popularidade do gênero foi um dos pontos responsáveis pela decisão de dedicar um concerto inteiro ao criador de obras como Danúbio azul e Rosas do sul. “Strauss tem uma aceitação muito grande”, avisa Cohen. Para o segundo concerto, em 25 de fevereiro, o maestro escolheu temas de trilhas sonoras de filmes que fizeram muito sucesso. A demanda do público foi fundamental para criar o repertório. “As pessoas têm pedido”, garante o maestro. No repertório, entram obras de John Williams (E.T, Guerra nas estrelas e Super-Homem), James Horner (Titanic), Hans Zimmer (Gladiador), Nicola Piovani (A Vida é bela), Astor Piazzolla (Oblivion).

Entre os convidados da temporada para o mês de março estão o pianista Pablo Rossi e o violinista alemão Nicolas Koeckert. Em abril, acompanham a orquestra Andreas Spering, regente alemão especializado em música antiga, e a maestrina japonesa Tomomi Mishimoto, além do violinista austríaco Patrick Vida.

Fonte: Correio Brasiliense

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Em 2 de março, Pedro Luís e seus batuqueiros do Monobloco voltam à capital com mais uma festa à base de mistura de ritmos brasileiros

Batuque carioca

Banda que é a cara do carnaval de rua do Rio de Janeiro, o Monobloco tem animado o feriado em Brasília nos últimos quatro anos. Em 2 de março, Pedro Luís e seus batuqueiros voltam à capital com mais uma festa à base de mistura de ritmos brasileiros — de marchinhas a samba-enredo, de forró a funk. Os ingressos começam a ser vendidos em 2 de fevereiro na rede de lojas Koni. Não recomendado para menores de 18 anos.

Antes do Carnaval do Monobloco, que ocorrerá novamente na AABB (Setor de Clubes Sul), o grupo carioca fará uma série de ensaios na Fundição Progresso, no bairro da Lapa, em 14, 21 e 28 de fevereiro

Festival baiano

Músicos da cena musical alternativa de Salvador são atrações da Invasão baiana, série que o Centro Cultural Banco do Brasil recebe em fevereiro.

Quem faz o show de abertura é a banda Vivendo de Ócio, no dia 1º. Na sequência, se apresentam: Maglore (dia 2), Cascadura (dia 8), Dois em Um (dia 9) e Márcia Castro (dia 14). O encerramento será por conta de Lucas Santtana, Leitiers Leite & Orquestra Rumpilezz e Baiana System, no dia 16. Classificação indicativa livre.

Revival pop

A Double You, banda liderada por Willian Naraine e que fez muito sucesso nos anos 1990, está de volta à cidade. Em 15 de março, os brasilienses poderão curtir novamente hits como Please don’t go e Looking at my girl, em show no salão social do Clube do Rocha. Não recomendado para menores de 18 anos.

Pagode retrô

O pré-carnavalesco que o Capella (Pistão Sul/ Taguatinga) promove no dia 9 próximo tem com destaques três grupos de música baiana que fizeram muito sucesso na segunda metade da década de 1990. Os foliões poderão se jogar na pista de dança no embalo de É o Tchan, Terra Samba e Patrulha do Samba. Não recomendado para menores de 18 anos.

Crédito: Som Livre/Divulgação.Cenas do DVD da dupla Jorge & Mateus em Londres.

 

Para comemorar

Em função da agenda lotada de compromissos, Jorge & Mateus adiaram a comemoração do primeiro aniversário da Villa Mix, da qual são proprietários, ocorrido em novembro último. A festa, com show deles, está marcada para 6 de fevereiro. Não recomendado para menores de 18 anos.

Diálogo musical

O duo binacional Finlândia, formado pelo argentino Maurício Candussi e pelo brasileiro Raphael Evanglista, faz show nos dias 29 e 30 próximos, no Teatro da Caixa, e lança o CD Dale, no qual dialoga com os paulistas Curumim e Fernanda Porto, com a russa Jelena Jakubocitch e com o projeto japonês Fugeen. No show, haverá participação especial de André Gonzales, vocalista da banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju. Classificação indicativa livre.

Ensaios bombados

Ao resgatar o melhor do carnaval do Rio de Janeiro e de Salvador com ensaios às quintas-feiras, a cantora Ju Rodrigues (ex-Saia Bamba) vem bombando o Outro Calaf (Setor Bancário Sul). No dia 30, ela tem como convidado Vinicius Oliveira, violonista e vocalista do grupo Adora Roda. Não recomendado para menores de 18 anos.

Grande Daniel!

Em 1978, ao vir à cidade acompanhando Dona Ivone Lara e Roberto Ribeiro em show pelo Projeto Pixinguinha, o contrabaixista Daniel Jr. decidiu ficar por aqui e acabou se transformando num dos músicos mais queridos da noite brasiliense. Neste sábado (25/1), às 21h, ao completar 70 anos, ganha festa no Espaço Cultural Nosso Mar (115 Norte), onde faz show com participação de outros dois veteranos instrumentistas — o guitarrista Zareth e o percussionista Nelsinho. Não recomendado para menores de 16 anos.

Cantando Renato

Para Rogério Midlej, músicas como Geração Coca-Cola, Será e Tempo perdido formavam a trilha sonora de quem viveu a adolescência em Brasília na década de 1980. Essas canções, além de Eu sei, Quase sem querer, Pais e filhos e Vento no litoral, estão no roteiro do show Duetos Renato Russo, que o cantor e Thaís Fread, acompanhados por banda, fazem nesta sexta-feira (24/1), às 22h, no Feitiço Mineiro (306 Norte). Não recomendado para menores de 18 anos.

Fonte: Correio Web

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A cada dia, quatro sessões são exibidas na mostra de longas

A programação da Mostra Lume Filmes – Inéditos Independentes Contemporâneos para esta segunda-feira (27/1) traz várias opções de longas, com duas sessões durante a tarde e outras duas a noite. Entre produções brasileiras e internacionais, mais de 20 filmes compõe a lista da programação.

Em Branco como a Neve, de Selim Gunes, Hasan cuida de dois irmão enquanto o pai está preso e a mãe trabalha. O drama roda a vida da família que passa por necessidade. Hasan viaja para vender bebidas e na volta se perde em uma floresta. Classificação indicativa: 10 anos.

Parada em Pleno Percurso, de Andreas Dresen relata o drama de um homem que está com um câncer em fase terminal e chega a perder todos os sentidos. A família não sabe o que fazer e acompanha todo o tratamento. Não recomendado para menores de 12 anos.

O documentário brasileiro Tokiori: dobras do tempoconta a história de seis familiares de imigritantes japoneses que decidiram viver e trabalhar no Brasil. Longa produzido por Paulo Pastorelo. Classificação indicativa: livre.

A última sessão, exibida às 21h, apresenta O Vendedor, de Sébastien Pilote. Marcel Lévesque tem 67 anos, trabalha como vendedor de carros e sua rotina é a esperada para alguém cujo futuro mais próximo é a aposentadoria. Dedicado ao trabalho e também à família, sua filha Maryse e seu neto Antoine, ele sempre superou a todos no quadro de vendas do mês. Tudo muda quando alguns valores da loja sofrem ajustes. Classificação indicativa: livre.

O festival tem como objetivo divulgar grandes produções que não foram a destaque nos cinemas. A mostra é realizada no Cine Brasília e segue até 6 de fevereiro. Os ingressos custam R$ 6 (meia) e R$ 12 (inteira). Informações: 3244-1660.

Fonte: Correio Web

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Em geral, os donos de cães têm consciência de quanto os passeios são vitais para o bem-estar do bicho. Aqueles que moram em casas, porém, às vezes caem no erro de achar que dar uma voltinha no quintal é o suficiente. Não é, garante a veterinária Marcela Nogueira. “Para o cachorro, mudar de ares significa um novo mundo de cheiros, uma vez que seu olfato é extremamente aguçado. O mesmo acontece com a audição. O animal precisa desses diferentes estímulos, até para ficar mais calmo e sociável com os próprios donos. Além disso, em locais públicos, há vários outros animais brincando e passeando, o que também é muito positivo” diz a especialista.
Escolher bem o percurso é o próximo passo. Segundo o veterinário Telmo Cunha, sair do ambiente de costume é sempre saudável, desde que não sejam pontos de muito trânsito e movimentação. “Passear nesses locais pode fazer com que o pet fique inquieto e suscetível a embates com outros animais ou humanos, além de que há o risco de atropelamento”, afirma. Para Telmo, parques, gramados e espaços abertos, longe de concentrações, são a melhor opção.

A fotógrafa Angélica Bessa, 44 anos, faz questão de proporcionar momentos ao ar livre para suas cadelinhas, a beagle Berkana e as mestiças Serena e Beatriz. “Elas são acostumadas a fazer as necessidades no jornal para que, quando haja algum imprevisto, e não pudermos descer na hora, não fiquem agoniadas. Assim, nossos passeios são para que se divertir mesmo”, diz Angélica.

Marcela Nogueira aprova a atitude da fotógrafa e acrescenta: “Sabemos que nem todos donos têm tempo para passear com seus cães diariamente por um tempo satisfatório (de 30 a 60 minutos). Recomendamos um mínimo de três vezes por semana, para que o animal permaneça saudável e feliz”. Entre os benefícios proporcionados aos cães que passeiam regularmente, estão o aumento do preparo físico e o controle do índice glicêmico — dois aspectos que contribuem para a longevidade do melhor amigo.

Fonte: Correio Brasiliense

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