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A fronteira entre telefonia e redes sociais foi quebrada de vez. Trocar números de telefone com estranhos virou rotina, e curtos recados com emoticons são considerados uma nova ferramenta de trabalho. Nada de “me adiciona” e “aceita meu pedido na sua timeline”. Os contatos estão todos ali, enfileirados em uma tela de poucas polegadas na qual amigos, parentes e colegas de serviço dividem espaço sem conflitos de interesse. É a era WhatsApp, um aplicativo que começou como uma alternativa barata para o serviço de mensagens, mas acabou ganhando status de rede social, capaz de rivalizar com gigantes da internet, como o Facebook.
Nesta semana, o CEO do WhatsApp, Jan Koum, anunciou que a empresa atingiu a impressionante marca de 430 milhões de usuários ativos. O número, equivalente às populações das Américas do Sul e Central juntas, só foi atingido pelo Facebook em 2010, seis anos depois da fundação da rede por Mark Zuckerberg. A empresa de mensagens gratuitas comemora a marca com apenas cinco anos de existência e não dá sinais de perder o ritmo de crescimento. Somente no último mês, 30 milhões de pessoas baixaram e passaram a usar o aplicativo de mensagens.

O app está disponível para usuários dos sistemas Android, iOS, Blackberry, Nokia e Windows Phone, sem nenhum custo — depois de um ano, o programa passa por uma atualização, que custa US$ 0,99. O valor, bem mais baixo do que o desembolsado pela maioria dos usuários do serviço SMS há alguns anos, parece bem atraente. E não há anúncios, exigências nem qualquer outra pegadinha. “Chegamos a esse ponto sem gastar um dólar em anúncios ou campanhas de marketing”, ressaltou Jan Koum em um post no blog da companhia no domingo passado. Ele garante que essa forma de trabalho traz lucro.

Cada grupo funciona como um perfil independente. “Se faço uma viagem, crio um grupo para mandar as fotos. Outro é para o trabalho e um só para enviar vídeos”, enumera a estagiária em administração Vanessa Rezende, 24 anos. Ela usa o WhatsApp para vários fins, como falar com a família, enviar mensagens para colegas do serviço e divulgar seu trabalho com vendas. Seu aplicativo está  dividido em mais de 20 grupos. Um deles, o Jantarzinho de domingo, serve para reunir os amigos. “Já fiquei um dia sem olhar o telefone e, quando vi, acho que havia umas 924 mensagens, ou algo assim”, conta a jovem.

Fonte: Correio Brasiliense

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Afirmação é de que as redes sociais atuam como “doença infecciosa”, e morrem quando usuários começam a perder interesse.

O Facebook pode estar próximo de um declínio catastrófico. A rede social pode perder 80% de seus usuários já em 2015. 

A alegação é da equipe de Princeton, a qual afirma que a fase de declínio da página já se iniciou. Segundo eles, a primeira ascensão e queda do MySpace provam a teoria e ajudam a prever com precisão que a queda será rápida.

Os pesquisadores dizem que o Facebook já atingiu seu pico de usuários, e entre 2015 e 2017 vai de certeza perder o alto número de internautas. Segundo eles, as redes sociais são como as “doenças infecciosas”.

Um dos grandes desafios da rede é encontrar formas de manter usuários de diversas culturas e com níveis de exigências diferenciados em um mesmo espaço. Existe um abismo entre alguns grupos de internautas, principalmente no que se refere a conteúdo publicado, que para muitos é ofensivo e acaba afastando os mais conservadores. Além disso o WhatsApp tem avançado como principal aplicativo de comunicação instantânea, substituindo em muitos casos o bate papo do Facebook.

A afirmação ganha força após o próprio Facebook admitir que está perdendo usuários adolescentes. Mais de 11 milhões de jovens abandonaram a rede social desde 2011.

Segundo a consultoria Digital iStrategy Labs, a plataforma tem perdido espaço para aplicativos como WhatsApp, Snapchat, entre outros.

Fonte: Dayle Mail

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