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Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

O jogador de futebol Thompson José de Carvalho Veras, que foi campeão do Candangão 2014 (campeonato de futebol do DF) pelo Luziânia, foi homenageado pela Câmara de Vereadores de Valparaíso de Goiás nesta sexta-feira 27 de junho. Cidadão valparaisense, Thompson foi um dos destaques do Luziânia na temporada e ajudou a tornar o clube o primeiro do entorno a conquistar este troféu.

Por indicação da Vereadora Ângela Pessoa (PSC) a Câmara aprovou por unanimidade a Moção de Aplausos, justificando que o jogador representou muito bem o município e, portanto, além de divulgar o nome da cidade, atua como exemplo para outros jovens jogadores. Para Ângela, a atuação e a conquista de Thompson é um incentivo para investimentos nos jovens jogadores da cidade, tanto pelos familiares, quanto pelo poder público. Chamou a atenção ao esforço da família do atleta, que não sucumbiu frente aos desafios ao longo da carreira do jogador.

Aclamado pelos vereadores, Thompson contou com a presença de familiares e amigos, que acompanharam da plateia o reconhecimento do município pelo seu desempenho como jogador profissional de futebol.

Thompson disse sentir-se muito feliz com a homenagem, que em muito serve de incentivo para continuar na sua jornada.

“Thompson, hoje você é motivo de orgulho para os valparaisenses” Vereadora Ângela Pessoa.

 

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Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

No sábado, 21 de junho, um ciclista de 42 anos foi atropelado na EPTG, via que liga Brasília a Taguatinga. Seria só mais um acidente fatal envolvendo carros e bicicletas no Distrito Federal, mas a realidade é bem diferente. Apesar das campanhas por respeito ao ciclista e pela paz entre ciclistas e motoristas no trânsito, pudemos observar uma verdadeira guerra, declarada por motoristas irresponsáveis e criminosos, que ameaçam ciclistas e em alguns casos chegam a atentar contra suas vidas.

No dia 29 de maio, um motorista jogou o carro em cima de um grupo de ciclistas, que segundo testemunhas, pedalava de forma ordenada, ocupando uma das faixas da via que liga o Lago Norte ao Plano Piloto. A testemunha diz que passava ao lado do grupo de ciclistas, quando o motorista de um veículo utilitário lançou-se contra os ciclistas e, após parar o veículo, abaixou o vidro e desferiu insultos aos atletas. Apesar dos pedidos dos ciclistas para que ele seguisse sua viagem, o mesmo teria continuado a fazer manobras agressivas contra os ciclistas. A testemunha diz não ter identificado feridos, mas a agressão, independente de ter ferido alguém, já foi muito grave.

Capsulas de munição disparada contra ciclistas em Brasília

Capsulas de munição disparada contra ciclistas em Brasília

Já em 11 de junho, um motorista, irritado com o bloqueio feito por organizadores de um passeio ciclístico, avançou sobre o bloqueio, desferiu ofensas e em seguida, sacou uma arma e atirou contra o grupo. Por pura sorte, segundo os organizadores do passeio, ninguém foi atingido pelos disparos.

Já no último fim de semana, um outro motorista postou em rede social, que “bicicleta não paga IPVA, se no local não tiver ciclovia que reclamem com o Governo. Se ficar na minha frente, passo por cima”.

No vídeo do link http://www.youtube.com/watch?v=IyuTDmin8IM uma dupla de ciclistas é ameaçada por motorista de ônibus coletivo, em pleno Eixo Momumental, em Brasília.

Em ambos os casos, observam-se atos de selvageria, aliados a desconhecimento da legislação de trânsito e descaso com o ciclista. Além disso, o Código Brasileiro de Trânsito prevê que o veículo maior deverá sempre proteger o menor, ou seja, os carros deveriam sempre proteger os ciclistas. Outro fator importante é a falta de respeito com a vida e com o próximo.

Distância de segurança entre carros e ciclistas é de 1,5 metros

Distância de segurança entre carros e ciclistas é de 1,5 metros

A Tribuna da RIDE, com o objetivo de conscientizar ciclistas e motoristas para a necessidade de respeitarem-se uns aos outros, além de promover a divulgação de ações preventivas contra acidentes envolvendo bicicletas, realizará uma série de matérias especiais, com dicas de segurança, manutenção, legislação e conduta adequada, no uso da bike em vias públicas.

Nesta matéria de abertura, apresentamos algumas das regras previstas em Lei, sobre a circulação de ciclos e bicicletas em vias públicas:

Pedestres têm prioridade sobre ciclistas; ciclistas têm prioridade sobre outros veículos:

Art. 29. O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas:
(…)
§ 2º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

Motoristas não devem “fechar” bicicletas:

Art. 38. Antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o condutor deverá:
(…)
Parágrafo único. Durante a manobra de mudança de direção, o condutor deverá ceder passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos que transitem em sentido contrário pela pista da via da qual vai sair, respeitadas as normas de preferência de passagem.

Ameaçar o ciclista com o carro é infração gravíssima, passível de suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo e da habilitação:

Art. 170. Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública, ou os demais veículos:
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa e suspensão do direito de dirigir;
Medida administrativa – retenção do veículo e recolhimento do documento de habilitação.

Colar na traseira do ciclista ou apertá-lo contra a calçada é infração grave:

Art. 192. Deixar de guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu veículo e os demais, bem como em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade, as condições climáticas do local da circulação e do veículo:
Infração – grave;
Penalidade – multa.

O carro deve dar preferência de passagem ao ciclista quando ele já estiver atravessando a via, mesmo se o sinal abrir:

Art. 214. Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado:
I – que se encontre na faixa a ele destinada;
II – que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo;
(…)
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa.
IV – quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada;
V – que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo:
Infração – grave;
Penalidade – multa.

Tirar fina é infração média (além de perigosíssimo para o ciclista):

Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta:
Infração – média;
Penalidade – multa.

Se a fina for em alta velocidade, serão duas multas (a média ali de cima mais essa grave aqui):

Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito:
(…)
XIII – ao ultrapassar ciclista:
Infração – grave;
Penalidade – multa.

A fina é considerada também uma ultrapassagem inadequada. Veja como o Código determina que deva ser feita uma ultrapassagem:

Art. 29. O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas:
(…)
XI – todo condutor ao efetuar a ultrapassagem deverá:
a) indicar com antecedência a manobra pretendida, acionando a luz indicadora de direção do veículo ou por meio de gesto convencional de braço;
b) afastar-se do usuário ou usuários aos quais ultrapassa, de tal forma que deixe livre uma distância lateral de segurança;
c) retomar, após a efetivação da manobra, a faixa de trânsito de origem, acionando a luz indicadora de direção do veículo ou fazendo gesto convencional de braço, adotando os cuidados necessários para não pôr em perigo ou obstruir o trânsito dos veículos que ultrapassou.

Lugar de bicicleta é na rua, no sentido dos carros e nas faixas laterais da via (inclusive na esquerda, embora geralmente seja bastante perigoso). E com preferência de uso da via.

Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.

O chamado bordo da pista é a lateral da via, mas sem uma definição clara de até onde é considerado bordo (por isso ocupe a faixa, é mais seguro):

BORDO DA PISTA – margem da pista, podendo ser demarcada por linhas longitudinais de bordo que delineiam a parte da via destinada à circulação de veículos.

Ciclovia é uma estrutura separada do fluxo dos carros (e não é lugar de pedestre):

CICLOVIA – pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum.

Ciclofaixa é uma faixa exclusiva para bicicletas:

CICLOFAIXA – parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos,delimitada por sinalização específica.

Ciclofaixas podem ser implantadas no sentido contrário ao fluxo da via:

Parágrafo único. A autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá autorizar a circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa.

Bicicleta pode ultrapassar carros pelo corredor quando estiverem parados ou aguardando em fila (quando estiverem em movimento, aguarde atrás deles como veículo e não se arrisque – saiba mais):

Art. 211. Ultrapassar veículos em fila, parados em razão de sinal luminoso, cancela, bloqueio viário parcial ou qualquer outro obstáculo, com exceção dos veículos não motorizados:
Infração – grave;
Penalidade – multa.

Somos proibidos de circular em vias de trânsito rápido (que não são qualquer avenida – veja definição mais abaixo), além de algumas outras coisinhas que pouquíssimos ciclistas sabem:

Art. 244, § 1º Para ciclos aplica-se o disposto nos incisos III, VII e VIII, além de:
a) conduzir passageiro fora da garupa ou do assento especial a ele destinado;
b) transitar em vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas de rolamento próprias;
c) transportar crianças que não tenham, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança.

Inciso III – fazendo malabarismo ou equilibrando-se apenas em uma roda;
Inciso VII – sem segurar o guidom com ambas as mãos, salvo eventualmente para indicação de manobras;
Inciso VIII – transportando carga incompatível com suas especificações

Via de trânsito rápido, aquelas em que o ciclista não pode trafegar, são APENAS as que não tenham cruzamentos, acessos diretos a garagens e faixas de travessia (por exemplo, a Av. 23 de Maio, em São Paulo). Em todas as outras ruas e avenidas, PODE.

VIA DE TRÂNSITO RÁPIDO – aquela caracterizada por acessos especiais com trânsito livre, sem interseções em nível, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nível.

Quem está no carro, seja motorista ou passageiro, tem obrigação de olhar antes de abrir a porta, pois isso pode causar um acidente de graves consequências:

Art. 49. O condutor e os passageiros não deverão abrir a porta do veículo, deixá-la aberta ou descer do veículo sem antes se certificarem de que isso não constitui perigo para eles e para outros usuários da via.

Parágrafo único. O embarque e o desembarque devem ocorrer sempre do lado da calçada, exceto para o condutor.

Estacionar um carro na ciclovia ou ciclofaixa é infração grave, sujeita a multa e guincho (pois coloca em risco a vida do ciclista):

Art. 181. Estacionar o veículo:
(…)
VIII – no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público:
Infração – grave;
Penalidade – multa;
Medida administrativa – remoção do veículo;

Andar com o carro na ciclovia ou mesmo numa ciclofaixa é o mesmo que dirigir na calçada, infração gravíssima:

Art. 193. Transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas de canalização, gramados e jardins públicos:
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa (três vezes).

Bicicleta na calçada, só com autorização da autoridade de trânsito e sinalização adequada na calçada:

Art. 59. Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios.

Quer passar pela calçada ou atravessar com a bike na faixa? O CTB manda desmontar:

Art. 68. É assegurada ao pedestre a utilização dos passeios (…)
§ 1º O ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos e deveres.

Deixar de andar com a bicicleta em fila única pela rua é infração média:

Art. 247. Deixar de conduzir pelo bordo da pista de rolamento, em fila única, os veículos de tração ou propulsão humana e os de tração animal, sempre que não houver acostamento ou faixa a eles destinados:
Infração – média;
Penalidade – multa.

Bicicleta na calçada ou pilotagem “agressiva” é motivo para multa e apreensão da bicicleta (mas só pode apreender se fornecer um recibo!):

Art. 255. Conduzir bicicleta em passeios onde não seja permitida a circulação desta, ou de forma agressiva, em desacordo com o disposto no parágrafo único do art. 59:
Infração – média;
Penalidade – multa;
Medida administrativa – remoção da bicicleta, mediante recibo para o pagamento da multa.

Agora que você conhece as regras para circulação de bicicletas em vias públicas, ajude a divulgar este conteúdo para outros motoristas e ciclistas. Compartilhe a matéria em suas redes sociais e ajude a divulgar o nosso trabalho. Ah! Não deixe de curtir a página da Tribuna da Ride no Facebook, para receber notificações de nossas próximas matérias.

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Por Danilo Silva Pinto

A bicicleta tem se tornado um dos veículos mais utilizados nos grande centros urbanos, além de ser o equipamento utilizado em trilhas de entretenimento ou competições, passeios e ciclo viagens. Apesar de muito conhecida e abertamente utilizada, muito ainda se discute acerca de segurança no pedal.

Além do respeito às regras de trânsito, já que a bicicleta é um veículo e o ciclista é obrigado a seguir a mão de circulação dos demais veículos, jamais trafegando em sentido contrário, também não deve trafegar sobre calçadas e deverá descer da bike para atravessar na faixa de pedestres. Até aqui nada demais, mas quando falamos em equipamentos de segurança, existem algumas inconsistências no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que colocam em risco a segurança de ciclistas.

Segundo o CTB, e obrigatório o uso de buzina e espelho retrovisor em todas as bicicletas, para trafegar em vias públicas, porém o uso de capacetes e luvas não possui obrigatoriedade legal. A intenção desta matéria é chamar a atenção para a importância de investir em equipamentos de proteção, que são os verdadeiros salva vidas para o ciclista, seja ele profissional ou amador, mesmo que eles não sejam de uso obrigatório.

Capacete danificado após queda

Capacete danificado após queda

O capacete de ciclismo é confeccionado em material programado para quebrar em caso de impacto. Isso acontece para que a cabeça do ciclista seja protegida. Além de evitar o choque direto na cabeça com o solo, pedras, árvores e outros obstáculos, enquanto se quebra o capacete absorve parte do impacto, reduzindo a pressão do choque sobre o crânio.

Algumas pessoas podem até imaginar que em caso de queda, o ciclista poderá proteger a cabeça com os braços, ou mesmo saltar da bicicleta e evitar um choque mais forte. A realidade é bem diferente e quem já sofreu um acidente de bike sabe que em situações de média dificuldade a alta, é praticamente impossível realizar qualquer movimento para evitar a queda ou o choque de cabeças e ombros.

A grande maior parte das lesões em ciclistas acidentados, concentra-se na cabeça e nos ombros, isso porque ao cair, o corpo é projetado para a frente e pela ausência de um cinto de segurança, tende a ser arremessado com cabeça e ombros chegando primeiro ao solo. Esta situação concentra todo o peso do corpo, acrescido de aceleração sobre a parte que primeiro toca o chão. Quando o atleta não consegue virar-se a tempo de cair sobre as costas ou sobre os ombros, o capacete é a única coisa entre a superfície dura e o crânio. Um choque como este pode produzir um grave traumatismo craniano e inclusive levar à morte instantânea do atleta e é ai que entra a importância do capacete.

Outro equipamento que não deve faltar é a luva. Ao cair, a primeira coisa que um ciclista faz é colocar as mãos para proteger o rosto e a cabeça e a luva pode evitar escoriações ou mesmo graves lesões nas mãos. Imagine cair sobre cascalho e sem luvas. certamente o estrago será bastante significativo. A luva também auxilia na manutenção da temperatura em dias de frio e um melhor controle ao pedalar, por manter seco o contato entre as mãos e a bicicleta.

Para quem pedala à noite, iluminação é vital, tanto para sinalizar presença para quem vem atrás, quanto para permitir uma visão mais eficiente do caminho à frente. Lembre-se que para uma bike, um pequeno buraco, um quebra-molas ou uma pedra podem significar um tombo feio.

Capacete utilizado por ciclista acidentado em trilha. O atleta sofreu apenas escoriações

Capacete utilizado por ciclista acidentado em trilha. O atleta sofreu apenas escoriações

No último domingo um ciclista que fazia uma trilha nas proximidades de Valparaíso sofreu uma queda e bateu forte com a cabeça. O estrago no capacete dá uma noção do que teria acontecido se ele estivesse desprotegido, conforme pode ser visto na fotografia acima.

Eu mesmo sofri uma queda em 2013, em plena pista asfaltada e livre. Encontrei-me com um pequeno buraco, que me lançou metros à frente. Não fosse o capacete, certamente eu não estaria aqui escrevendo esta matéria.

Se você vai se aventurar ou mesmo trabalhar abordo de uma bike, invista em sua segurança e adquira equipamentos de boa qualidade. As lojas especializadas possuem diversas opções de capacetes, luvas e lanternas e os preços cabem no bolso.

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Por Danilo Silva Pinto

O que faria você aposentar o carro e ir de bicicleta para o trabalho? Considere, claro, que sua cidade já possui ciclovias e faixas especiais, segurança, sinalização, enfim, uma infraestrutura mínima para se pedalar. Quem sabe um incentivo financeiro? É exatamente isso que o governo francês resolveu fazer. Com a finalidade de estimular o uso da magrela como meio de transporte sustentável e saudável, a França lançou, nesta semana, um projeto experimental que paga R$ 0,77 (cerca de € 0,25) para cada quilômetro rodado.

Durante seis meses, 10 mil funcionários de 20 empresas participantes do teste serão recompensados pelo deslocamento para o trabalho sobre duas rodas. Se a adesão for um sucesso, uma segunda fase mais ampla será lançada.

A investida integra os esforços de estímulo do país à magrela previstos no Plano Nacional da Bicicleta, que inclui, por exemplo, a expansão dos serviços de aluguel de bikes e permissão para pedalar na contramão em algumas vias. Antecipando-se a críticas, o ministério dos Transportes da França afirmou que “favorecer quem vai de bicicleta ao trabalho é normal”, afinal, o transporte público e os carros já contam com subsídios do governo.

Resta saber se um dia veremos ações como esta aqui no Brasil. Em cidades como Brasília e mesmo aqui em Valparaíso, com topografia plana, o uso da bicicleta é, além de um aliado da boa saúde, um meio de transporte eficiente. Seria muito interessante que iniciativas como esta pudessem ajudar a desafogar o trânsito e estimular este esporte tão saudável. Até lé, vamos pedalando por prazer e como investimento em nossa qualidade de vida.

Fonte: Revista Bicicleta, com adaptações.

Se você deseja adquirir equipamentos para ciclismo, não deixe de conhecer as ofertas da Bike Mania, em Valparaíso de Goiás. Equipamentos nacionais e importados e muita variedade, atendimento especializado e muito mais na Etapa B, bem ao lado do Viaduto da linha férrea. 1926897_569742026466573_1249463445_n

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Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil

O Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) entrou com ação civil pública pedindo que todos os selecionados para o programa de trabalho voluntário da Copa do Mundo sejam contratados com Carteira de Trabalho assinada. Esse tipo de atividade é comum em megaeventos, como a Copa e as Olimpíadas.

O MPT também pede que o Comitê Organizador Local pague R$ 20 milhões de indenização por dano moral coletivo. A ação está na 59ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.

Para a procuradora do Trabalho Carina Rodrigues Bicalho, que entrou com a ação, a Fifa pretende atingir “lucros astronômicos”, o que afasta a possibilidade de usar trabalho voluntário, como previsto na Lei 9.608/1998, que regula esse tipo de serviço no país.

“Essa modalidade de prestação de trabalho somente é lícita se o tomador de serviços for entidade pública ou associação com objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência social, inclusive mutualidade, e que essa associação não obtenha lucro a partir do trabalho prestado”, diz a ação.

A procuradora argumenta que o princípio básico do ordenamento jurídico trabalhista diz que o trabalho remunerado é a regra e o voluntariado só pode ser exercido em casos excepcionais.

O programa da Fifa selecionou 14 mil voluntários para trabalhar nas 12 cidades-sede. Eles deverão ficar à disposição da entidade por pelo menos 20 dias, com turno diário de até dez horas. Mais de 152 mil pessoas se inscreveram para participar do programa, mais do que o dobro da Copa da África do Sul, em 2010, quando 70 mil se inscreveram, e mais do que o triplo da Copa da Alemanha, em 2006, que teve 45 mil candidatos ao trabalho voluntário.

A Agência Brasil informou que entrou em contato com o Comitê Organizador Local, mas não obteve resposta até a publicação dessa matéria.

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Danilo Silva Pinto

Uma das práticas esportivas mais tradicionais de Brasília, o ciclismo é responsável por duas sensações incompatíveis, prazer e medo. Desde a pedalada no Parque da Cidade, passando pelo uso da bike como meio de transporte ou em competições, a bicicleta é uma das grandes paixões do brasiliense, mas pedalar tem se tornado uma atividade perigosa.

Além dos riscos inerentes à pedalada, como o trânsito e os obstáculos como buracos e falta de infraestrutura urbana adequada ao ciclismo, os constantes assaltos tem aterrorizado a vida dos ciclistas não só de Brasília, mas também em cidades vizinhas. Pedalar sozinho é quase proibido e é cada vez mais comum a formação de grandes grupos de ciclistas, seja para treinamento ou apenas para passeios. Pedalar em grupo foi a forma encontrada pelos atletas para driblar a insegurança e poderem utilizar suas bikes com mais tranquilidade.

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Hoje é comum encontrar grupos formados por dezenas ou até centenas de ciclistas percorrendo ruas e rodovias a qualquer hora do dia ou da noite, mas encontrar ciclistas solitários é cada vez mais raro. Quadrilhas especializadas em roubo de bicicletas agem livremente em toda a Região Metropolitana do Distrito Federal, atraídas por equipamentos cada vez mais caros e sofisticados. Uma bicicleta hoje pode chegar a custar mais de R$ 30 mil e as mais comuns no mercado superam facilmente os R$ 2.000,00.

No ano passado, uma etapa do Campeonato Brasiliense de Mountain Bike chegou a ser cancelada porque a organização preferiu não enfrentar o risco de assaltos em plena competição. A Trilha dos Toneis, tradicional e adorada pelos praticantes de Mountain Bike foi classificada como de altíssimo risco em 2013, graças ao alto número de ciclistas assaltados durante treinamentos na região.

A Floresta Nacional (FLONA) situada  entre Taguatinga e Braslândia, considerada um dos melhores terrenos para pedais de aventura no Distrito Federal também foi cenário de inúmeros assaltos, o que afastou os ciclistas. Até mesmo o Parque da Cidade, antes tomado de ciclistas tem sido palco de assaltos.

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Diante desta realidade, resta aos atletas se juntarem a grupos e se protegerem da ação dos bandidos. Pedalando em grupo os ciclistas tornam-se menos vulneráveis, uma vez que a grande quantidade de pessoas dificulta a ação dos assaltantes, que não conseguiriam render em segurança a dezenas de atletas. Graças aos grupos ainda é possível usufruir do prazer de uma boa pedalada. Abaixo listamos alguns dos grupos mais conhecidos na região:

Rebas do Cerrado: Grupo tradicional formado por praticantes de trilhas, percorrem toda a região com grande número de atletas. Possui membros de todo do Distrito Federal e vizinhança. Sua agenda e informações sobre o grupo podem ser conseguidas no portal http://rebasdocerrado.com.br/.

Grupo PED4L: Formado por atletas de Taguatinga e região, além de treinamentos para competição praticam pedais para iniciantes. Por segurança as agendas são divulgadas apenas internamente, mas às quartas-feiras realizam pedais para iniciantes, saindo pontualmente às 20 horas da Praça do DI em Taguatinga.

Tartarugas no Pedal: Atletas de Valparaíso de Goiás, Gama, Cidade Ocidental, Santa Maria, Riacho Fundo, Novo Gama e Luziânia se reúnem no grupo Tartarugas no Pedal e percorrem trilhas e rodovias de toda a região. às segundas-feiras realizam o pedal para iniciantes e às quartas-feiras percorrem o as ruas de Valparaíso no Pedal das Crianças, no qual incentivam a nova geração de ciclistas. Informações na página do Facebook https://www.facebook.com/pages/Tartarugas-no-Pedal-GODF/208136865948788?fref=ts.

PedalaGama: Grupo de atletas da cidade do Gama – DF.

Pedáguas: Grupo formado por moradores de Águas Claras – DF.

Pedal do Capitão: Com passeios noturnos semanais o grupo se reúne no Guará e percorre as ruas de Brasília.

Pedal do Keké: Semanalmente com pedais noturnos o grupo é formado por centenas de ciclistas e se reúne no Guará.

Mountain Bike Brasília: Grupo de ciclistas praticantes de trilhas de Brasília.

Além destes, existem outros grupos, portanto, se você é praticante de ciclismo ou pretende adquirir uma bike não deixe de pesquisar sobre as dezenas de grupos espalhadas por todo o DF e Região Metropolitana. Além de divertido, pedalar em grupo é muito mais seguro.

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Fonte: Correio Brasiliense

Confira as cidades amigáveis ao uso da bike de acordo com o ranking de 2013 da Copenhagenize e com o estudo realizado pelo Portal Mobilize

O desafio de incluir a bicicleta entre os principais meios de transporte oferecendo uma infraestrutura eficiente não é só uma preocupação da capital do país. Em outras cidades do Brasil e por todo mundo, programas de aluguéis de bikes estão sendo criados ou melhorados e vias ciclísticas estão sendo ampliadas.

E para os amantes do cicloturismo ou aqueles que pretendem utilizar a magrela em roteiros turísticos, se informar sobre a estrutura que cada cidade oferece ao ciclistas evita surpresas durante a viagem. Em alguns países, estacionar a bike em local proibido é motivo para multa, por exemplo. Confira as cidades amigáveis ao uso da bike de acordo com o ranking de 2013 da Copenhagenize e com o estudo realizado pelo Portal Mobilize.

Amsterdam, Holanda

Amsterdam, Holanda

Amsterdã, Holanda

“Este é o único lugar no planeta onde o fator medo associado ao ciclismo é inexistente”, afirma o estudo da Copenhagenize. A cidade é definida como a mais agradável e segura para o transporte sobre duas rodas. Lá a bike é considerada como o principal meio de transporte para mais da metade da população. As ruas são adaptadas para o tráfego sobre duas rodas e contam com ciclofaixas, ciclovias, sinais de trânsito, posto de aluguel, estacionamentos e guardas. A falha fica por conta das condições do ciclismo e da saturação de bicicletas na região central da cidade.

Copenhague, Dinamarca

A capital dinamarquesa é considerada a segunda do ranking The Copenhagenize. Metade da população faz uso da bicicleta como principal meio de transporte. Ela também é considerada a cidade mais bem projetada quando se trata de rede de infraestrutura para bicicleta. Projetos neste sentido são constantes, em especial à integração entre as bikes e outros modais. Entre os problemas está o aumento de estacionamentos para carros à custa do ciclismo.

Utrech, Holanda

A quarta maior cidade do país também está entre os melhores destinos para os ciclistas. Cerca de 340 mil moradores aproveitam a estrutura para o ciclismo, somando cerca de 30% dos deslocamentos diários feitos. O nível da infraestrutura coloca a cidade entre os locais indispensáveis no mapa de cultura da bicicleta.

Sevilha, Espanha

Sevilha, Espanha

Sevilha, Espanha

Em 2006 a cidade tinha uma cota modal de 0,5%. Hoje as magrelas da cidade possuem 7% de participação modal. Seu sistema de compartilhamento de bicicletas desempenhou papel central nessa evolução. Classificada como “garoto-propaganda do planejamento do moderno movimento em prol das bicicletas” Sevilha conseguiu construir em um ano 80km de infraestrutura para bicicletas. “Investimento e visão” são essenciais para a cidade continuar entre as cidades amigáveis ao uso da bicicleta.

Bordeaux, França

São mais de 200 km de vias na região central da cidade e mais de 400 km na periferia. Nos últimos anos o investimento tem sido mais em ciclofaixas e ciclovias. O sistema de partilha de bicicletas implantado é o grande sucesso e atualmente representa 10% dos modais.

Nantes, França

A cidade já teve aumento de quase 400km na infraestrutura cicloviária, investimento que vem desde 2009. Até este ano, 40 milhões de euros serão gastos neste sentido. Segundo o estudo, Nantes está disposta a permanecer no ranking entre as cidades amigas das bicicletas. Um sistema de partilha de magrelas e subsídios para a compra de bicicletas de carga também impulsionam o ranking. A cidade também eleita como a capital verde da Europa ainda vai sediar a Velo-City Bicycle Conference em 2015.

Antuérpia, Bélgica

A cidade tem mantido um nível constante de tráfego de bicicletas com uma cota modal de 16%. A modernização tem sido a grande aliada na aposta da bike como meio de transporte principal. Entre os principais destaques está a instalação de um estacionamento de bicicletas na estação Central de trem. A cidade também introduziu um sistema de partilha de bikes e segundo o Copenhagenize, ele é uma inspiração para cidades de médio porte que procuram melhorar as condições para os usuários de bicicletas.

Berlim, Alemanha

Berlim, Alemanha

Berlim, Alemanha

A maior cidade da Alemanha é a oitava melhor do mundo para andar de bicicleta. Por ser plana, se torna mais fácil para trafegar. A cota modal representa 13%, mas em alguns bairros chega a marcar 25%. Lá a infraestrutura para as bicicletas contribui positivamente para incentivar os cidadãos a andar sobre duas rodas.

Dublin, Irlanda

Com um programa público de aluguel de bikes mais bem sucedidos da Europa, desde 2010 a cidade registra a marca de 2,5 milhões de locações. Pelo menos 10% da população usa o transporte como principal meio para se descolar. A cota modal já atinge 7,5.

Tóquio, Japão

Este é o exemplo que megacidades podem incluir o transporte sobre duas rodas entre os meios de locomoção mais utilizados. Inovação na construção de estacionamentos para magrelas, no subterrâneo de uma das estação de metrô 9 mil vagas são reservadas para bikes. Por conta da infraestrutura bem sucedida e leis rígidas, quem estaciona em local proibido leva multa. Segundo o Copenhagenize, o transporte público anda de mãos dadas com o tráfego de bicicletas.

Munique, Alemanha

Na cidade o ciclismo representam 20% dos deslocamentos diários. Com 1,2 mil quilômetros de ciclovias e ciclofaixas, Munique continua a investir em campanhas públicas e garante fiscalização rigorosa para que as leis relacionadas ao convívio entre os ciclistas e os pedestres sejam cumpridas. Aqueles que desrespeitam levam multa.

Montreal, Canadá

Com ciclovias desde os anos 80, a cidade foi a primeira da América do norte a implantar um sistema público de aluguel de bike. Lá a prática do ciclismo continua em alta. Na hora do rush as ciclovias bidirecionais estão lotadas e existem mais de 400 estações espalhadas pela cidade que comportam mais de cinco mil bikes.

Barcelona, Espanha

Com programa de bike lançado em 2007, as magrelas representam 4%dos deslocamentos diários. Espalhados na cidades pelas ruas e em garagens subterrâneas estão mais de 3 mil vagas de estacionamento para bikes que podem circular por toda região metropolitana pelo anel verde.

Paris, França

A segunda megacidade da lista teve o programa de aluguel de bikes adotado em 2007 e saiu na frente de Nova York e Londres. Atualmente alcança a marca de 300km de vias expressas para o tráfego de bicicletas e a marca da cidade são os passeios noturnos que faz parte da diversão popular. Outra característica que garante o sucesso do sistema implantado em Paris é o programa de partilha de bikes que foi adotado pela população.

Rio de Janeiro, Brasil

Rio de Janeiro, Brasil

Rio de Janeiro

Ainda na lista da Copenhagenize o Rio é a única cidade brasileira que aparece no ranking. Já na pesquisa realizada pelo Portal Mobilize, ela possui a melhor malha cicloviária. Desde 1992 com ciclovias, as faixas estão sendo ampliadas e expandidas para outras praias além de Copacabana. Com a atenção do mundo voltada para ela com dois grandes eventos futuros – Olimpíadas e a Copa do Mundo –, a rede ainda foi considerada modesta. A pretensão é aumentar de 300km para 450km até 2016. O trânsito é apontado como alguns riscos para o ciclista carioca, tendo em vista que o limite da velocidade nas orlas ainda é de 70 km/h. “O que a cidade faz agora, na preparação para os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo, vai determinar o futuro da mobilidade na cidade”, determina o estudo.

Curitiba

Entre as cidades amigáveis ao uso da bicicleta apontadas no levantamento do Portal Mobilize, Curitiba aparece em segundo lugar com 127km de ciclovias. Com uma rede datada de 1977, a capital paranaense tem uma malha cicloviária de 2,7% em relação a malha viária total que vem crescendo ao longo dos anos. O objetivo é atingir 400km de malha cicloviária. Na cidade entrou em vigor o projeto Ciclolazer com ciclofaixas temporárias aos domingos.

Florianópolis

Terceira colocada na pesquisa, a cidade possui 37km de vias ciclísticas. As estradas adaptadas para as bikes representam 2,02% do sistema viário que conta com 1.809km. As duas maiores ciclovias da cidade possuem 9,4km de extensão, na Avenida Beira Mar, e 4,4km, na Via Expressa Sul.

Campo Grande

Com 79km de ciclovias, a capital do Mato Grosso do Sul tem apenas 1,99% de suas vias adaptadas para o ciclismo. Uma dificuldade encontrada para quem opta por andar de bicicleta é a falta de estacionamentos. Apesar da pretensão de ampliar as vias ciclísticas, a ausência de bicicletários é vista como um transtorno pela população.

Fortaleza

Com uma malha viária totalizando 3.877k, a cidade tem 1,81% de pistas para os ciclistas. As ciclovias possuem 70km e até 2016, está prevista a construção de mais 41 quilômetros de ciclovias. As reclamações na capital cearense são a infraestrutura e a falta de manutenção nestas vias que dificultam o passeio nos locais reservados.

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Por Rodrigo Matos: @_rodrigomattos_)

Julho de 2013: o governo do Paraná faz grande corte de orçamento, o que afeta saúde e educação, incluindo a construção de escolas. Fevereiro de 2014: o governo toma uma empréstimo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para repassa-lo à construção da Arena da Baixada para a Copa-2014.

Quase excluído do Mundial, o Estado vive grave crise financeira: a redução de despesas em 2013 foi necessária para pagar o 13o salário de funcionários. Antes disso, até telefones da polícia foram cortados por falta de pagamento. Seu endividamento com o governo federal atinge R$ 13,2 bilhões. E só depois de decisão judicial foi possível volta a pegar empréstimos, o que era negado pelo Tesouro Nacional.

Foi com essa capacidade de endividamento renovada que o Paraná pôde pedir R$ 250 milhões para o BNDES, na quarta-feira passada. Desse total, R$ 65 milhões serão usados para solucionar a falta de recursos do Atlético-PR para acabar as obras da Arena da Baixada. O dinheiro do banco público entra depois, enquanto isso, a Fomento Paraná, banco do Estado, banca a obra.

O empréstimo do BNDES sai de uma linha para os Estados que prevê recursos para investimentos em projetos prioritários para a região. Caberá ao banco público analisar se  a Arena da Baixada se encaixa neste quesito.

Informações do BNDES indicam que o dinheiro pode sair mais caro do que a linha de crédito do Pro-Copas, que tinha juros de TJLP mais 1%. Mas o Atlético-PR alega que não há diferença em relação às condições do primeiro empréstimo. Certo é que vai demorar a sair porque a análise do banco público não será rápida.

“Serão exatamente as mesmas condições”, afirmou o presidente do Atlético.PR, Mário Celso Petraglia. “Não há doação de dinheiro. São empréstimos liberados mediante garantias reais apresentadas pelo clube. São operações de crédito como as feitas normalmente para a realização de outros empreendimentos que pedem apoio do Estado”, defendeu o governador do Estado, Beto Richa.

O governador acrescentou que tudo que foi feito para manter Curitiba na Copa por ser importante para a economia do Estado.

No corte de julho de 2013, o Estado do Paraná bloqueou um total de R$ 78 milhões para construção de 130 escolas, segundo a “Gazeta do Povo”. Mais do que o valor do empréstimo destinado à Arena.

 

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Bicicletas Porsche Bike RX, Porsche Bike RS e Porsche Bike chegam ao mercado em março deste ano

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A Porsche anunciou o lançamento de três bicicletas de luxo que chegam ao mercado em março deste ano. As bicicletas Porsche Bike RX, Porsche Bike RS e Porsche Bike etiqueta anti-roubo, aplicada de série sob a pintura do quadro.

De acordo com a fabricante, a etiqueta contém um código que pode ser utilizado online para reportar que a bicicleta foi roubada. As bicicletas registradas podem ser verificadas por qualquer pessoa na internet, o que, segundo a Porsche, dificulta a venda das bicicletas roubadas.

A Bike RX é equipada com sistema de 20 marchas da Shimano e foi desenvolvida para percursos em montanhas. A bicicleta possui quadro em carbono, suspensão de ar e discos hidráulicos para absorver os impactos causados por terrenos acidentados.

A Bike RS possui um quadro com componentes elaborados em carbono, que fazem a bicicleta pesar apenas 9 quilos. Ela também possui sistema de 20 velocidades e foi desenvolvida para altas velocidades em estradas.

Já a Porsche Bike é equipada com um sistema Shimano Alfine de 8 velocidades. Segundo a fabricante, uma correia de baixo desgaste transfere a força às rodas sem produzir ruído. As bicicletas Porsche serão lançadas a nível global em três tamanhos (S, M e L).

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Fonte: Correio Brasiliense

Lanchonetes com preços controlados são lojas que oferecem lista de 15 produtos com preços mais acessíveis, estabelecidos pela Infraero por meio de pesquisas feitas nos mercados locais; o cafezinho sai a R$ 1,25

Há poucos meses da Copa do Mundo, o Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, deve ser o único terminal aeroviário que não contará com uma lanchonete popular, dentre as 12 cidades-sede do mundial. Procurada pelo Correio, a Inframerica, concessionária que administra o aeroporto de Brasília, não explicou as razões da decisão até a publicação deste texto.

Os aeroportos das outras 11 cidades-sede da Copa são controladas pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Segundo o órgão, sete cidades que sediarão jogos do torneio já têm lanchonetes com preços mais baratos: Curitiba, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza, São Paulo (Congonhas) e Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont).

Capital surreal

Na página do Facebook “Brasília $urreal – Não Pague”, seguidores reclamam dos preços no Aeroporto JK. Em uma lanchonete do terminal, o pedido com um misto-quente e lata de refrigerante sai por R$ 18,50. Na lanchonete popular do Aeroporto Santos Dumont (Rio), o mesmo pedido sai por R$ 7,00 – na capital federal o lanchinho sai aproximadamente 164% mais caro.

A página “Brasília $urreal” foi feita para os usuários do Facebook boicotar preços abusivos na capital. Ela já conta com mais de 28 mil seguidores interessados em compartilhar denúncias de produtos e serviços que custam muito acima do usual em Brasília.

Aeroportos

Em nota, a Infraero informou que, até o início da competição, os terminais de Belo Horizonte, Manaus, Natal e Cuiabá também devem receber as lanchonetes. De acordo com a Infraero, os aeroportos de Londrina (PR) e Joinville (SC) também já aderiram à ideia. A empresa informou que todos os terminais da rede poderão contar com essas lojas, mas não estipulou um prazo.

As lanchonetes com preços controlados são lojas que oferecem lista de 15 produtos com preços mais acessíveis, estabelecidos pela Infraero por meio de pesquisas feitas nos mercados locais. Em algumas lanchonetes, os preços chegam a ser até 50% mais baratos em relação aos demais estabelecimentos dos aeroportos. No Aeroporto Santos Dumont (Rio), uma xícara de café de 50 ml sai por R$ 1,25; o copo de água sem gás (250 ml) custa R$ 1,15; o pão de queijo, R$ 2,50; o refrigerante em lata, R$ 3,00 e a coxinha, R$ 3,40.

A empresa implantou o primeiro estabelecimento da Rede com a proposta em julho de 2012, no Aeroporto Internacional de Curitiba/Afonso Pena (PR).

Tabela de preços da lanchonete popular do Aeroporto Santos Dumont

Tabela de preços da lanchonete popular do Aeroporto Santos Dumont

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