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A denúncia de nepotismo na Regional de Samambaia da Secretaria de Educação do Distrito Federal coloca em cheque a credibilidade dos processos seletivos do DF.

Segundo a denúncia feita por candidatos aprovados e ainda não convocados no processo seletivo para professor temporário, uma candidata classificada na posição 363 teria sido nomeada, apesar de apenas 234 terem sido chamados do banco de aprovados.

A denúncia aponta para a relação de parentesco da candidata, que é irmã de uma funcionária considerada braço direito do Diretor da Regional. Os denunciantes levaram o caso ao Ministério Público e à Ouvidoria da Secretaria de Educação, resultando em um pedido formal de desculpas da Subsecretaria da SUGEPE. Apesar disso a Regional alegou que tratava-se de uma carência que ninguém iria querer assumir e que o erro seria reparado.

Os aprovados solicitaram uma revisão geral dos contratos temporários da Regional, por acreditarem que existam mais irregularidades e questionam a seriedade do processo seletivo, que segundo acreditam, pode estar sendo manipulado em outras Regionais.

Em reunião com os aprovados, o Diretor Regional declarou que a Gerente do GPROF, irmã da pessoa contratada de forma irregular, teria sido exonerada. Mesmo assim, o banco de vagas continua desatualizado e não foram realizadas novas convocações, apesar de vagas disponíveis.

Existe um quantitativo de vagas abertas que não foram preenchidas, muitas delas já em final de carência, cujos alunos ficaram sem aulas, porque as vagas não foram oferecidas aos profissionais do banco de reserva e a Regional não realizou a substituição. Esta constatação escancara a falta de compromisso com a educação, já que mesmo havendo professores disponíveis, o GDF preferiu não contratar e deixou as crianças sem estudar.

Ainda segundo a denúncia, estas vagas não oferecidas ao banco são ocupadas pelos chamados “contratos de gaveta”, que contemplam parentes e amigos de funcionários.

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A questão da violência nas escolas foi, mais uma vez, tratada no plenário da Câmara Legislativa. Nesta quarta-feira (27), o debate foi iniciado por conta da apresentação de um projeto de lei pela presidente da Casa, deputada Celina Leão (PDT). A proposta estabelece regras para o combate à violência física ou moral promovida contra membros da comunidade escolar do Distrito Federal.

Segundo a autora do PL, iniciativas semelhantes já foram adotadas em outros estados do Brasil para fazer frente a um problema que precisa ser tratado como “prioridade”. “As agressões dentro das escolas significam muito. É um delito contra o futuro da nação”, disse. Ao defender a relevância da proposição, a deputada citou o caso de traficantes que cobravam R$ 1,00 para permitir o acesso de cada aluno à escola.

O deputado Prof. Reginaldo Veras (PDT) elogiou a iniciativa e destacou que apenas na última semana a Câmara Legislativa realizou duas audiências públicas para tratar do assunto. Em um dos eventos, realizado por iniciativa do próprio parlamentar, surgiu a proposta de se criar um grupo de trabalho com representantes da CLDF, do governo e de outras instituições, para avaliar medidas concretas para reduzir a violência nas escolas. Segundo Prof. Reginaldo Veras, o pedido de criação do GT será protocolado oficialmente.

Vagas escolares – O deputado Wasny de Roure (PT) convidou todos os parlamentares a participarem de audiência pública na noite de hoje, no Riacho Fundo II. Em discussão, a oferta insuficiente de vagas nas escolas públicas daquela cidade. Conforme explicou Wasny, a população cresceu muito nos últimos anos, mas a quantidade de equipamentos públicos não seguiu o mesmo ritmo.

Denise Caputo – Coordenadoria de Comunicação Social
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Os primeiros nomes a serem ouvidos pela Comissão Parlamentar de Inquérito do Transporte Público foram conhecidos na manhã de hoje (28), na segunda reunião ordinária da CPI. Galeano Furtado Monte, então presidente da comissão de licitação para a renovação da frota de ônibus do Distrito Federal, será ouvido no dia 11 de junho. Os demais responsáveis pelo processo licitatório deverão comparecer à CPI no dia 18 de junho.

Na reunião de hoje, também foram aprovadas requisições de documentos e cópias de processos judiciais para auxiliar o trabalho de investigação da CPI. A comissão também aprovou a convocação do ex-secretário de Transporte, José Walter Vazquez, do advogado paranaense Sacha Reck e do ex-coordenador de projetos, José Augusto Pinto Junior. As datas em que serão ouvidos, no entanto, não foram decididas.

Estiveram presentes à reunião os deputados Raimundo Ribeiro (PSDB), Rafael Prudente (PMDB) e Ricardo Vale (PT). Mesmo de licença médica, o deputado Bispo Renato Andrade (PR) participou da reunião da CPI, porém sem direito a voto.

Éder Wen – Coordenadoria de Comunicação Social

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Por: Danilo Silva Pinto

Por: Danilo Silva Pinto

A Presidenta da Câmara Legislativa, Celina Leão, (PDT) e a Deputada Distrital Liliane Roriz, (PRTB), receberam a mídia alternativa do DF, Blogueiros, jornais, revistas e Rádios comunitários, para discutir o relacionamento entre a Câmara Legislativa e os veículos de comunicação regional.

Os profissionais de Mídia Alternativa foram cobrar a aplicação da lei de autoria da deputada Luzia de Paula (PEN), que destina no mínimo 10% das verbas Publicitárias do GDF e da CLDF para esse tipo de mídia. Está na Lei e precisa ser cumprido, não só pelas Casas citadas, mas também pelas autarquias e estatais ligadas ao GDF, como CEB, BRB, CAESB, Terra Cap, etc.

As duas deputadas que tiveram a iniciativa de receber os Blogueiros e toda mídia alternativa afirmaram aos presentes que a CLDF já está providenciando crachás e estacionamento rotativos para os profissionais da imprensa. Falaram ainda que no que depender delas, a lei da deputada Luzia de Paula (PEN) vai ser cumprida e que todos os demais deputados são favoráveis a uma boa cobertura dos muitos trabalhos que a Câmara Legislativa vem fazendo em prol da população.

Hoje, quase a totalidade dos recursos públicos acaba indo abastecer as chamadas “grandes mídias”, tornando o trabalho dos pequenos veículos regionais quase impossível, por falta de recursos. Apesar desta realidade, são exatamente estes veículos regionais que interagem diretamente com a população, cumprindo o papel de levar às pessoas as informações mais importantes das ações do Estado, sem fazer uso do poder econômico para chantagear os governantes e legisladores, como fazem os veículos de grande porte.

Com esta iniciativa, espera-se que a CLDF cumpra a promessa de aproximação com a Mídia Alternativa, reconhecendo o potencial destes veículos e, consequentemente, fortalecendo as relações entre povo e políticos.

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Fonte: G1

Um grupo de professores aprovados no concurso do ano passado para a Secretaria de Educação do Distrito Federal se reuniu em frente ao Palácio do Buriti na manhã desta quarta-feira (1º) para pedir a ampliação de vagas de cadastro reserva. O protesto começou às 9h.

Anúncio matéria Tribuna da RideProfessora da educação básica e uma das coordenadoras do ato, Rozeana Rodrigues disse que o governo expandiu o cadastro reserva do último concurso para a saúde e deu anistia aos policiais militares. “Queremos que aumente o cadastro reserva para a educação. Muitos que estão  aqui  hoje estão contratados como temporários, e sabemos que existem vagas para serem preenchidas.”

Para a professora de português Luciana Neris da Silva, a quantidade de vagas divulgadas no edital não era suficiente para a demanda do DF. “Esse concurso disponibilizou vagas em um número que nem de longe seria suficiente para a demanda verdadeira. Agora faltam professores, e fazem prova para contrato reserva”, declarou.

310741_382369728544104_1142127133_nDe acordo com os docentes, em concursos anteriores o número de vagas para cadastro reserva era 15 vezes maior em relação às vagas previstas. Já no certame de 2013, o número é cinco vezes maior do que as vagas previstas.

Professora de educação infantil, Fran Sousa Lima afirma estar lutando pela educação e igualdade com relação às outras áreas. “Não estamos afrontando o governo, nossa luta é pela educação. [É] para que haja isonomia nos atos e quebre esse cadastro reserva. É uma expectativa de direitos.”

Os organizadores do ato dizem esperar mais pessoas à tarde. A expectativa é de que o presidente do sindicato da categoria, Washington Dourado, seja recebido às 17h, por representantes do governo.

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Camila Costa
Correio Brasiliense

Ao custo de R$ 2,5 milhões, 30 aparelhos itinerantes adquiridos pela Polícia Militar registram infrações a até 650 metros de distância. Não haverá aviso aos motoristas sobre a presença dos equipamentos, que ficarão nas pistas mais perigosas

O monitoramento da velocidade dos veículos nas pistas do Distrito Federal foi intensificado. Trinta radares itinerantes ajudarão na fiscalização dos trechos distritais de maior fluxo e com índices altos de acidentes fatais. Relativamente pequenos, os aparelhos pesam 1,5 kg, cada, capturam fotos por sistema de mira a laser, gravam vídeos digitais coloridos e armazenam tudo dentro de um cartão de memória com espaço para quatro arquivos. Podem ser usados no automático ou de forma manual, e a novidade é a possibilidade de registrar a infração até 650 metros de distância. Em apenas dois dias nas ruas, os novos radares registraram 450 multas por excesso de velocidade.

As 30 unidades do aparelho custaram R$ 2,5 milhões e foram distribuídas entre o Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) — cinco unidades —, o Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv) — 10 — e os demais grupamentos de fiscalização da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). O plano inicial é monitorar rodovias distritais apontadas pelas estatísticas como as vias mais perigosas, com o maior número de mortes. Na lista, estão a DF-001, trecho entre o balão do Colorado e Brazlândia; a DF-003, entre o balão do Colorado e o Gama; a DF-002, que são os eixões Sul e Norte; e, por fim, a DF-180, via que liga Samambaia a Santo Antônio do Descoberto (GO). Juntas, essas rodovias registraram 43 mortes no ano passado.

Ontem à tarde, foi a vez de o Km 69 da DF-001 ser monitorado. O aparelho foi instalado por volta das 14h e deveria ficar no local por três horas. As vias, os quilômetros e os horários que serão fiscalizados são decididos em um planejamento diário. A intenção é pegar desprevenidos os motoristas que desrespeitam o limite de velocidade da via. Segundo a PMDF, não existe aviso ao longo da pista sobre o radar móvel, porque a fiscalização está amparada pela lei que exige apenas a placa que regulamenta a velocidade do trecho. “O maior objetivo é resguardar o bem maior, que é a vida. Temos pardais fixos nestas vias, mas, com o radar itinerante, a fiscalização será mais eficaz, na tentativa de diminuir os números de acidentes fatais”, explicou o major Eduardo Condi, subcomandante do BPRv.

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