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Danilo Silva Pinto

Quem vive no Parque Esplanada I em Valparaíso de Goiás é obrigado a conviver com uma faixa de exclusão entre Santa Maria e Valparaíso e sente na pele o peso do abandono. Considerada pelos moradores ” terra de ninguém” o trecho entre o Polo JK em Santa Maria e o Parque Esplanada I em Valparaíso é a verdadeira visão do caos.

Cratera aberta a mais de um ano no balão põe em risco a população

Cratera aberta a mais de um ano no balão põe em risco a população

Dentre os inúmeros problemas um buraco com mais de um ano de existência irrita e assusta moradores da região. Surgido da enorme enxurrada que desce do Polo JK através de uma galeria pluvial inacabada tem causado transtornos e prejuízos a moradores que em razão da falta de iluminação acabam literalmente colidindo com a cratera. Já foram registrados alguns casos de veículos seriamente danificados ao caírem dentro do buraco na noite escura.

A falta de iluminação pública se junta à ausência de sinalização nos balões, que surgem como que por mágica no meio da escuridão, causando acidentes como a queda de um motociclista no ano passado, que acabou morto ao se chocar contra o meio fio e ser lançado de sua moto.

Nas laterais da rodovia, inclusive nos balões, o meio fio desmoronou deixando motoristas vulneráveis a quedas por falta de contenção ou sinalização de limites. Com a escuridão a situação fica ainda pior.

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Em obra realizada para instalação de galerias pluviais o Governo do Distrito Federal (GDF) abandonou vários trechos da rodovia com cortes realizados para a instalação de manilhas e que a mais de um ano não foram fechadas. Moradores e empresas se esforçam em manter tapados os buracos com terra, mas basta chover para o problema reaparecer.

O mato cresce desenfreadamente e sem uma definição de quem realmente deveria realizar a conservação do local, moradores estão sujeitos a assaltos e sustos com a falta de visibilidade no trânsito.

Enfim, a situação clama por urgentes soluções e a população espera que o GDF conclua suas obras e contenha a água de chuva que invade o bairro Parque Esplanada I destruindo suas ruas e invadindo casas, além de tapar os buracos abandonados a mais de um ano. Espera-se também que a iluminação pública chegue um dia ao local e que haja manutenção nas condições de utilização daquele espaço abandonado.

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Danilo Silva Pinto

Valparaíso cresce de forma desmedida e junto com o aumento da população acelera o crescimento dos problemas sociais. Dentre os inúmeros desafios do governo municipal está o de encontrar uma destinação adequada para o lixo produzido em larga escala na cidade.

De animais mortos a sofá velho, encontra-se de tudo no "lixão do Parque Esplanada I"

De animais mortos a sofá velho, encontra-se de tudo no “lixão do Parque Esplanada I”

Circular por Valparaíso e não se deparar com montanhas de lixo abandonadas às margens das ruas e rodovias é quase impossível. No Parque Esplanada I nossa redação encontrou diversos pontos de despejo clandestino de lixo e entulho. Segundo moradores o problema parece não ter solução. “A prefeitura recolhe num dia e no outro a situação se repete. Os moradores não tem educação!” conta um morador que não quis se identificar.

Segundo apurado por nossa redação, a prefeitura, além de construtoras interessadas em valorizar seus empreendimentos na região tem recolhido o lixo, mas de forma tímida e longe de resolver o problema. Procurada a prefeitura informou estar buscando soluções para a destinação de lixo. Informa que Valparaíso não possui local apropriado para destinação de resíduos nem área que possa ser destinada a tal fim, mas que esperam apresentar soluções o quanto antes. A coleta de lixo restringe-se a lixo domiciliar e os caminhões quando passam nas ruas deixam para trás móveis e entulho que desavisadamente muitos moradores insistem em colocar nas lixeiras.

A quantidade de lixo que permanece abandonada nas ruas e entorno de bairros tem proporcionado uma epidemia de pragas urbanas como ratos, moscas, baratas e até mosquito da dengue, expondo a população a riscos sérios à saúde.

A responsabilidade por destinar os resíduos sólidos como entulho e móveis velhos é do morador, que deveria transporta-los a um local adequado, mas como este local não existe, mesmo quem contrata carroceiros para recolher seus descartes acaba se deparando com seu sofá velho abandonado na esquina mais próxima.

Enquanto uma solução real não é apresentada a população sofre tendo o lixo como vizinho.

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Danilo Silva Pinto, 08/04/2014

Na manhã desta terça-feira os moradores do Condomínio Green Park II em Valparaíso de Goiás ficaram ilhados. A forte chuva que caiu sobre a cidade durante a noite causaram uma gigantesca cratera embaixo dos trilhos da ferrovia. Às 07 horas desta manhã uma composição ferroviária foi surpreendida pela interrupção da estrada de ferro e permaneceu parada sobre o cruzamento entre a linha férrea e a rua que dá acesso ao condomínio. A única alternativa de saída para os moradores seria uma estrada de terra que leva ao centro da cidade, mas esta estava sem condições de uso e quem se arriscou ficou atolado. Somente às 11 horas da manhã o trem, carregado com aproximadamente 2.500 toneladas, deu marcha a ré e conseguiu liberar o cruzamento, permitindo a passagem dos veículos.

Cratera causada pela chuva interrompe ferrovia em Valparaíso de Goiás

Cratera causada pela chuva interrompe ferrovia em Valparaíso de Goiás

Enquanto a equipe trabalha na recuperação da ferrovia, o enorme trem parado virou ponto turístico, com adultos e crianças aproveitando para conhecer de perto a composição. Muitos moradores tiraram fotos para justificar o atraso na ida ao trabalho, já que esta é a única saída do condomínio.

O buraco que surgiu nesta manhã não nasceu do nada. Já há algum tempo que o terreno apresentava sinais de que iria ceder, mas a forte chuva acelerou o processo, pegando a companhia ferroviária de surpresa. Até o fechamento desta matéria não existia ainda uma previsão oficial de quando a linha férrea será liberada e provavelmente a composição permanecerá estacionada no local, pelo menos até esta quarta-feira. Às 21 horas voltou a chover forte no local, o que deverá prejudicar os trabalhos.

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Camila Costa
Correio Brasiliense

Ao custo de R$ 2,5 milhões, 30 aparelhos itinerantes adquiridos pela Polícia Militar registram infrações a até 650 metros de distância. Não haverá aviso aos motoristas sobre a presença dos equipamentos, que ficarão nas pistas mais perigosas

O monitoramento da velocidade dos veículos nas pistas do Distrito Federal foi intensificado. Trinta radares itinerantes ajudarão na fiscalização dos trechos distritais de maior fluxo e com índices altos de acidentes fatais. Relativamente pequenos, os aparelhos pesam 1,5 kg, cada, capturam fotos por sistema de mira a laser, gravam vídeos digitais coloridos e armazenam tudo dentro de um cartão de memória com espaço para quatro arquivos. Podem ser usados no automático ou de forma manual, e a novidade é a possibilidade de registrar a infração até 650 metros de distância. Em apenas dois dias nas ruas, os novos radares registraram 450 multas por excesso de velocidade.

As 30 unidades do aparelho custaram R$ 2,5 milhões e foram distribuídas entre o Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) — cinco unidades —, o Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv) — 10 — e os demais grupamentos de fiscalização da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). O plano inicial é monitorar rodovias distritais apontadas pelas estatísticas como as vias mais perigosas, com o maior número de mortes. Na lista, estão a DF-001, trecho entre o balão do Colorado e Brazlândia; a DF-003, entre o balão do Colorado e o Gama; a DF-002, que são os eixões Sul e Norte; e, por fim, a DF-180, via que liga Samambaia a Santo Antônio do Descoberto (GO). Juntas, essas rodovias registraram 43 mortes no ano passado.

Ontem à tarde, foi a vez de o Km 69 da DF-001 ser monitorado. O aparelho foi instalado por volta das 14h e deveria ficar no local por três horas. As vias, os quilômetros e os horários que serão fiscalizados são decididos em um planejamento diário. A intenção é pegar desprevenidos os motoristas que desrespeitam o limite de velocidade da via. Segundo a PMDF, não existe aviso ao longo da pista sobre o radar móvel, porque a fiscalização está amparada pela lei que exige apenas a placa que regulamenta a velocidade do trecho. “O maior objetivo é resguardar o bem maior, que é a vida. Temos pardais fixos nestas vias, mas, com o radar itinerante, a fiscalização será mais eficaz, na tentativa de diminuir os números de acidentes fatais”, explicou o major Eduardo Condi, subcomandante do BPRv.

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Danilo Silva Pinto

Rodoviários da Viação Anapolina cruzam os braços e população não consegue ir trabalhar na manhã desta terça-feira

Paradas de ônibus lotadas, pessoas sem saber como chegar ao trabalho, irritação, desilusão. Estes são alguns dos ingredientes que compõe o café da manhã da população de Valparaíso de Goiás na manha desta terça-feira. Os rodoviários da Viação Anapolina (VIAN) iniciaram mais uma paralisação por conta de atrasos nos salários, que deveriam ter sido depositados até a última sexta-feira. Segundo informou o sindicato da categoria, em outras cidades do entorno os salários também não foram depositados.

O Presidente do Sindicato dos Rodoviários do Entorno Renan Rocha disse ao Correio Brasiliense que a situação é crítica em Luziânia, Valparaíso, Cidade Ocidental, Jardim Ingá e Novo Gama e que essa paralisação de hoje é o início de uma revolta dos trabalhadores.

A população do entorno que já sofrem com um transporte depreciado, linhas insuficientes e constantes quebras de veículos, agora precisa lidar com constantes paralisações, provocadas pelo descaso da Viação Anapolina com os seus colaboradores. Passageiros que aguardavam ônibus na parada da entrada da Etapa A estavam revoltados. As reclamações contra a VIAN são frequentes e possuem coro em todas as regiões atendidas pela empresa. Revoltada, passageira que não quis se identificar sonha com solução para o problema: “Se a empresa não investe em manutenção da frota, não compra carros novos e submete a população ao uso destas latas velhas, aonde está indo parar o dinheiro da passagem cara que pagamos? O mínimo que se esperava é que pagassem os funcionários em dia.”

 

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Moradores do bairro Parque Esplanada I em Valparaíso de Goiás enfim são beneficiados com obras de recuperação de ruas. Completamente esburacadas, as ruas do bairro estavam intransitáveis, mas desde o início do ano máquinas e trabalhadores são vistos a nivelar e preparar as ruas para receber recapeamento asfáltico.

Procurada no ano passado por lideranças do bairro, como Danilo Silva Pinto e Sérgio Maciel, moradores do Condomínio Green Park II e pela Associação de Moradores e Comerciantes do Parque Esplanada I, a Prefeita Lucimar se comprometeu em iniciar as obras tão logo passassem as chuvas e ao que se pode notar, cumpriu sua promessa. Foram licitados 14 mil metros de asfalto para o bairro e as obras seguem em ritmo acelerado.

As demandas foram encaminhadas ao executivo pelo Vereador Licenciado e atual Secretário de Educação do Município, Professor Silvano, a pedido dos moradores do Green Parque II.  Silvano encaminhou diversos requerimentos à Prefeita Lucimar, dentre eles o de implantação de linha de ônibus no bairro. Moradores precisam se deslocar por mais de 2 km até a BR 040 para tomar um transporte, passando por ruas escuras e expostos a marginais, que se aproveitam das deficiências de infraestrutura e segurança para praticar assaltos na região. Apesar do esforço da comunidade e do parlamentar, bem como do interesse da Prefeita em atender a este pleito, as más condições das ruas impossibilitaram que a linha de ônibus circular, prevista para começar a funcionar em novembro passado entrasse em operação. A empresa responsável se negou a colocar carros para trafegar em meio a tantos buracos. Com as obras de restauração das ruas, populares esperam pela instalação dos pontos de ônibus e início das atividades da linha local.

O Secretário Municipal de Governo Antônio Reis declarou em entrevista à Tribuna de Brasília que a demora na correção dos problemas estruturais se deu em razão do desejo da Prefeita de realizar uma obra definitiva, mantendo sua decisão de fazer bom uso dos recursos públicos.

A Prefeita Lucimar declarou em entrevista concedida em 2013 à Tribuna de Brasília que o Bairro Parque Esplanada I e o Condomínio Green Park II serão acompanhados de perto por sua gestão e que a sensação de abandono vivida em gestões anteriores farão parte do passado.

Em conversas entre vizinhos já se pode ouvir elogios ao trabalho que vem sendo executado na obra de recapeamento. Entretanto, ainda existem muitas demandas reprimidas no bairro e o Sr. Danilo Silva Pinto, morador do Green Park II e um dos interlocutores com a Prefeitura declara que estará atento ao que acontece no bairro e acompanhará de perto os trâmites com a Prefeita e sua equipe, para garantir que o bairro receba a assistência que merece. Sua próxima reivindicação é a pavimentação da estrada que passa em frente ao Green Park II, ligando o Esplanada I à Etapa B. Danilo afirma que “esta estrada, depois de devidamente asfaltada servirá de ligação entre o bairro e o Centro da cidade, de modo que os moradores locais não precisarão enfrentar a BR 040 que já recebe um fluxo de veículos bastante significativo, chegando a engarrafar em horários de pico”. Pinto afirma ainda que tem mantido conversas com a Associação de Moradores do bairro para combinar as ações e favorecer a população, com a união de forças em torno da solução dos problemas locais.

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