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Por Danilo Pinto

Por Danilo Pinto

Na matéria publicada nesta quarta-feira (18), deixamos de mencionar que a reforma e ampliação do PSF Valparaíso II, entregue à comunidade pela Prefeita Lucimar Nascimento (PT), foi realizada através de parceria público-privada com o Colégio JK.

Esta foi mais uma parceria firmada pela prefeita Lucimar, que trás a comunidade para participar de sua gestão. Segundo o porta voz do governo municipal, “quando se realiza uma gestão eficiente e honesta, fica mais fácil conquistar a parceria de empresários sérios, dispostos a dividir seus lucros com a comunidade, na forma de contrapartida social.”

Diversas ações em parceria com a iniciativa privada tem sido empreendidas pela prefeita, que espera poder contar com muito mais ajuda dos empresários, numa clara e inquestionável demonstração de valorização da cidade.

Oportunista, o vereador Pábio Mossoró (PSDB) tentou se aproveitar do erro da Tribuna da RIDE, para acusar a prefeita de explorar e não mencionar a parceria com o Colégio JK neste projeto. De forma sábia, o vereador Carlinhos Dentista (PTdoB) declarou em plenário que além de participar do evento de inauguração da unidade ampliada e reformada, o proprietário do Colégio JK foi uma das pessoas que mais tempo ocupou em seu pronunciamento, no qual declarou sua satisfação em poder colaborar com um governo sério e comprometido com a cidade.

É preciso compreender que o editorial da Tribuna da RIDE é de responsabilidade de seus editores e somos os únicos responsáveis pelo que publicamos. A tentativa de transferir esta responsabilidade para a prefeita Lucimar é mais uma atitude desesperada da oposição de desmerecer o trabalho da gestora municipal, na busca de abrir caminho para as eleições de 2016.

Pedimos desculpas à Prefeita Lucimar e ao Colégio JK por nossa falha editorial.

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A Prefeitura de Valparaíso de Goiás, através da SUSFIM, embargou a obra de construção do ponto de apoio da VIA 040. Vários motivos foram elencados para justificar o embargo, mas o principal deles é proteger o comércio local, que seria fortemente atingido pela obra.

Valparaíso é uma cidade genuinamente dependente do comércio e a margem da BR 040 é historicamente um dos centros comerciais da cidade. Além de fechar os acessos da cidade, as obras da INVEPAR, empresa que administra a Via 040, acabariam com os estacionamentos existentes em frente ao comércio.

Com tantos espaços disponíveis ao longo da rodovia, a Invepar decidiu construir seu ponto de apoio exatamente no meio da cidade e no local que serve de estacionamento para o comércio local. Em uma cidade que tem no comércio sua principal fonte de renda, aceitar esta construção seria permitir um colapso no setor produtivo e prejudicar toda a população.

Outra razão, é que o município tem o direito de definir seus acessos e a concessionária fechou quase todo as entradas e saídas da marginal, sufocando o comércio daquele trecho e dificultando a circulação dos moradores.

A prefeita Lucimar Nascimento (PT) declarou que não vai permitir que a INVEPAR prejudique Valparaíso. “Eles que façam seu ponto de apoio lá embaixo, fora do comércio da cidade. Não vou permitir que prejudiquem as pessoas e o comércio de Valparaíso.” Declarou a prefeita.

A prefeitura considera que o ganha pão dos comerciantes e funcionários que atuam nas margens da BR 040 é mais importante que qualquer ponto de apoio que venha a ser construído no local. Além disso, as obras estruturais realmente importantes, como as passarelas e o viaduto, que fazem parte do contrato de concessão não foram sequer cogitados ainda, numa demonstração de total descompromisso da INVEPAR para com a população de Valparaíso.

Até mesmo o acesso ao Hospital Nossa Senhora de Aparecida foi fechado, para dar lugar ao ponto de apoio da INVEPAR. Sem este acesso, os motoristas que transportam pacientes para aquela casa de saúde são obrigados a dar grandes voltas e em horário de pico, cujo movimento é intenso na rodovia, este tempo de manobras pode colocar em risco a vida das pessoas.

Valparaíso de Goiás merece ser tratada com mais respeito. A INVEPAR precisa cumprir seu papel e investir em melhorias estruturais de verdade na Via 040 e não prejudicar milhares de pessoas, para fazer valer seu papel empresarial e garantir lucros. Nada contra a empresa lucrar, até mesmo porque este é o objetivo de uma organização privada, mas sacrificar as pessoas para obter vantagens é inadmissível.

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Relatório emitido pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) aponta que gastos da prefeitura de Valparaíso de Goiás com folha de pagamento estão no limite legal da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Relatório do TCM divulgado nesta quarta-feira (11) aponta que a prefeitura de Valparaíso de Goiás está no limite legal de gastos com folha de pagamento. Segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), as prefeituras podem gastar com folha de pessoal até 54% da arrecadação do município. Por recomendação do TCM, o indicado é não ultrapassar 51,5%, para evitar problemas com a oscilação da arrecadação. A folha de Valparaíso já soma 51,63% da arrecadação municipal.

O relatório alerta para um problema ainda maior. A prefeitura precisa nomear os aprovados no concurso público realizado em 2014 e estas nomeações vão impactar diretamente no valor da folha de pagamento.

Procurada por nossa redação, a Administração Municipal declarou que este desajuste é resultado da redução da arrecadação, em razão da crise econômica e que já está tomando as medidas necessárias para reajustar o orçamento. Informou ainda que a prefeita Lucimar Nascimento (PT) determinou uma redução de 20% no orçamento de todas as secretarias e cortou 25% das gratificações dos servidores comissionados.

Questionada sobre as nomeações, a prefeitura informou que está se reorganizando, para poder retomar as convocações em janeiro de 2016. Informou ainda que já recebeu a ASCON, associação que representa os aprovados e assumiu o compromisso de sentar com a organização e o sindicato da categoria na primeira quinzena de janeiro, quando deverão construir juntos um cronograma inicial de nomeações.

Um grupo de aprovados permanece acampado em frente à prefeitura, pressionando pelas nomeações. Apesar de já terem sido recebidos pela gestão municipal, os manifestantes decidiu manter o acampamento até o final da semana, conforme planejamento inicial.

Relatório do TCM sobre comprometimento de receita

Relatório do TCM sobre comprometimento de receita

 

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Membros da ASCOM, associação que representa os aprovados no concurso de 2014 da Prefeitura de Valparaíso de Goiás, reuniram-se nesta segunda (09) com representantes do governo e do sindicato da categoria, para discutir as questões relacionadas com a nomeação dos concursados 2014.

Sindicato e ASCON cobraram do governo um calendário de nomeações, bem como informações acerca dos quantitativos de contratos temporários e esclarecimentos sobre as razões pelas quais não foram feitas ainda as nomeações.

A prefeitura, através dos seus representantes, esclareceu que, diante do cenário econômico atual, não será possível realizar novas nomeações este ano. A prefeita Lucimar, por meio de decreto, determinou a redução dos gastos em todos os setores do governo, visando economizar recursos para equilibrar as contas do governo, portanto, não existe disponibilidade de recursos para novas contratações. A Administração informou que o grande esforço neste momento é para não precisar demitir os profissionais já contratados, já que, devido à redução da arrecadação, o limite de 54% da receita para a folha de pagamento é reduzido na mesma proporção e em muitos casos, a redução na receita chegou a 50%.

Apesar da negativa de novas nomeações em 2015, a prefeitura assumiu o compromisso de reunir-se novamente com os aprovados e o sindicato na primeira quinzena de janeiro. Nesta ocasião serão discutidos a criação de um cronograma inicial de nomeações e a quantidade de vagas que deverão ser preenchidas.

O governo se comprometeu ainda a manter estes encontros periódicos com os aprovados, de modo a mantê-los informados sobre a situação e as eventuais novas nomeações. Os gestores chamaram a atenção para o fato de diversos municípios e até o governo do estado de Goiás estarem entregando a gestão das escolas para o setor privado, mas que a prefeita Lucimar fez questão de realizar o concurso público. Segundo seus representantes, a grande interessada em nomear todos os aprovados o mais rápido possível, é a prefeita Lucimar, histórica lutadora pelos direitos dos servidores e pela qualidade na educação.

Outra informação importante é que a prefeitura pretende alocar os aprovados em um grande quantitativo de vagas, que serão abertas com a inauguração das creches. As obras atrasaram, porque houve a necessidade de readequar os projetos, devido a falhas da empresa que ganhou a licitação, mas o governo já está atuando pela conclusão das obras.

O sindicato ainda tentou pressionar o governo para a substituição de cargos temporários por efetivos, mas a administração alegou a impossibilidade de realizar a substituição, sem comprometer a segurança jurídica dos novos servidores, já que, se houver a necessidade de demitir para ajustar o orçamento, seriam exatamente estes servidores em estágio probatório, que teriam que ser exonerados. Desta forma, a prefeitura informa estar protegendo o direito à vaga dos aprovados, somente nomeando com segurança jurídica e financeira.

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Os parlamentares de oposição e pré-candidatos a prefeito de Valparaíso de Goiás, vereador Dr. Marcus Vinícius (PTdoB) e vereador Pábio Mossoró (PSDB), saíram ontem em defesa do governador Marconi Perillo (PSDB), acusado por prefeitos de pelo menos 100 municípios de Goiás, de estar devendo 14 meses de verba da saúde. Infelizmente, a defesa dos vereadores não está baseada em verdades.

Seria muito bom para a população de Valparaíso e outros pelo menos 100 municípios de Goiás, se a defesa dos vereadores de oposição de Valparaíso, em favor do governador Marconi, fosse baseada em verdade, mas, infelizmente, trata-se de uma manobra, para enganar a população.

O documento apresentado pelos vereadores em redes sociais, declarando pagos os repasses do Fundo Constitucional da Saúde, refere-se apenas a 2015. De fato, o governador vem pagando em dia os repasses deste ano, obrigado por um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que assinou junto ao Ministério público. Não fosse esta obrigação por força da justiça, certamente 2015 estaria nas condições em que se encontram as contas de 2013 e 2014. Atrasadas!

O governador não realizou os repasses de 2013 e 2014 e quando assinou o TAC, também parcelou a dívida referente a estes dois anos, em 18 parcelas, que não estão sendo honradas. Portanto, caros cidadãos, os vereadores de oposição usam meias verdades, para encobrir grandes mentiras.

Mesmo com o calote do governador Marconi Perillo, a oposição insiste em cobrar da prefeitura e da Secretaria Municipal de Saúde, a tão desejada qualidade no atendimento. Sem o dinheiro da saúde, como poderá o município comprar remédios, equipamentos e material de trabalho para as unidades de saúde?

Apesar do calote, a saúde pública de Valparaíso consegue ser destaque em nossa região e atende inclusive a moradores de Brasília, que não conseguem ser atendidos lá. Se o governador pagar o que deve, certamente teremos uma saúde muito melhor. Mas não dá pra cobrar, sendo um mal pagador.

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Moradores do bairro Parque Esplanada I, em Valparaíso de Goiás, adotaram o programa Vizinhança Solidária da Polícia Militar de Goiás. O Vizinhança Solidária já foi implantado nas Etapas B, C e D e reduziram a criminalidade em 70%, segundo dados oficiais.

Após uma crescente no índice de roubos a residências, comércio, veículos e pedestres, os moradores do Parque Esplanada I, através da Associação de Moradores, em parceria com a Polícia Militar, iniciaram a implantação do programa Vizinhança Solidária.

O programa funciona da seguinte forma: Os moradores se organizam em grupos nas redes sociais, em parceria com a Polícia Militar. Qualquer atividade suspeita que for visualizada, é imediatamente informada nos grupos. As viaturas que atendem a região fazem parte do grupo e desta forma, podem surpreender os criminosos em plena ação. Além disso, um banner com os telefones das viaturas está sendo afixado nas casas, tornando mais rápido e eficiente o contato com a polícia. Este banner pode ser adquirido na Associação de Moradores, ao preço de R$ 6,50. O valor, segundo informou o presidente da Associação, José Lima, é apenas repasse do que foi pago para confeccionar as placas. A associação conseguiu negociar um valor abaixo do mercado para produção em maior quantidade, facilitando assim a aquisição pelos moradores e comerciantes.

O crime mais praticado no bairro é o roubo a residências, no qual, aproveitando a ausência dos proprietários, bandidos encostam um caminhão e simulam uma mudança, levando tudo que encontram de valor. Com a interação nos grupos, os moradores passam a se conhecer e vigiar o que acontece na vizinhança. Qualquer elemento suspeito ou atividade estranha é comunicada nos grupos e o tempo de ação dos bandidos é encurtado, quando não eliminado.

O Comandante da Polícia Militar em Valparaíso de Goiás, Tenente Coronel Danilo Braga coordena pessoalmente o projeto e monitora toda a movimentação nos grupos, garantindo a presença da PM aonde ela for solicitada.

Conversamos com comerciantes e moradores do bairro, um mês após a implantação do programa e todos declararam sentir uma redução da presença de marginais. Além disso, saber que algo está sendo feito para conter a violência causa na população um sentimento de segurança, que motiva a todos.

A notícia do Vizinhança Solidária se espalhou e outros bairros próximos já fizeram contato, pedindo para aderir. Reuniões estão sendo agendadas para tratar da ampliação do programa para a Cidade Jardins, através de parceria com a Associação de Moradores daquele bairro. Lideranças do bairro Morada Nobre e do Parque Rio Branco também fizeram contato com o líder comunitário Danilo Pinto, buscando informações para adotarem o programa.

Mas segurança não é só polícia nas ruas e a Prefeitura de Valparaíso de Goiás é uma parceira de grande importância. A Secretária de Desenvolvimento e Infraestrutura Urbana, Cynthia Borges, participa ativamente do projeto e é responsável por garantir as áreas públicas limpas e ruas bem conservadas, facilitando o trabalho da polícia e eliminando esconderijos em potencial para criminosos.

Como se vê, uma grande coalizão, sob a tutela do Tenente Coronel Danilo Braga, está mudando a forma como se faz segurança pública e a participação de toda a comunidade é o caminho para tornar o bairro mais seguro e aproximar as pessoas, tornando a convivência mais agradável e segura para todos.

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O governador Marconi Perillo (PSDB) não repassa a verba constitucional da saúde dos municípios há 14 meses. A denúncia é dos próprios prefeitos, que sofrem diariamente para manter em pé as unidades de saúde.

Atualmente, faltam remédios, médicos, equipamentos para exames e cirurgias no interior. A Associação Goiana dos Municípios divulgou que o atraso começou a ser constante desde março do ano passado e que o total de meses atrasados é 14. E mais: a situação atinge mais de 100 municípios goianos, principalmente os que não são da base do governador.

A matéria, que originalmente foi publicada pelo site Goiás Real, é uma amostra do descaso do PSDB e seus governantes, para com a população. Quem dá calote em verba da saúde não valoriza a vida.

Pelo visto, a verba da saúde de Goiás desceu pela CACHOEIRA.

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Apesar do forte calor, 574 cidadãos foram atendidos no Ação Saúde desta terça-feira (20), no bairro Cidade Jardins. O evento resgata a força da Associação dos Moradores da Cidade Jardins, que fora vítima de tentativa de golpe em sua gestão.

A estrutura montada entre a Prefeitura Municipal de Valparaíso de Goiás e a Associação dos Moradores de Cidade Jardins foi além de atendimento médico. Marcou o envolvimento da comunidade e do governo com a prevenção do câncer de mama. Parte da Campanha Outubro Rosa, que chama a atenção para a necessidade de prevenir a doença, os atendimentos foram gratuitos e os pacientes atendidos receberam receitas médicas verdadeiras, diferente de outro evento realizado pela oposição, em que receitas sem timbre do serviço de saúde foram distribuídas para a população, mas não tem validade.

Outra marca importante do evento foi a participação da Associação dos Moradores da Cidade Jardins, cuja gestão esteve ameaçada por uma tentativa de golpe. Um grupo político, patrocinado pela oposição, invadiu a associação através de uma medida liminar, que 72 horas mais tarde seria revogada pelo mesmo juiz que a proferiu. Na decisão o juiz se declarou induzido a erro e reintegrou a posse da associação aos verdadeiros diretores.

O terreno da sede da associação vale cerca de R$ 5 milhões no mercado e teria sido o motivo para a investida dos golpistas. Segundo denúncias, uma ex-prefeita e um vereador de Valparaíso, que é pre-candidato a prefeito, teriam prometido apoiar os golpistas para vereadores, se eles tomassem a associação das mãos da Dona Márcia, que a preside. Apesar das eleições da associação marcadas para dezembro, os golpistas preferiram tentar tomar a associação de assalto, ao invés de concorrerem de forma legítima.

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Uma caminhonete de livros didáticos foi descartada em contêiner de obra em Valparaíso de Goiás. A ação foi flagrada pelas câmeras de segurança.

Uma caminhonete cheia de livros da Editora Moderna, foi descarregada em um contêiner de obras, em frente à Secretaria de Desenvolvimento e Infraestrutura Urbana de Valparaíso de Goiás. O que parecia ser apenas um ato de ignorância e desrespeito à educação, chamou a atenção, porque, com tantos locais em que poderiam ser descartados, escolheram a Secretaria de Obras, que acabara de mudar de endereço. Será que esta ação teve o objetivo de convencer a população de que a prefeitura teria descartado estes livros, criando assim uma mancha política no governo?

Outra questão importante de se ressaltar é que estes livros não foram adotados pelo sistema municipal de educação, portanto, fica descartada a possibilidade de ser uma desova do governo municipal, que não adquiriu exemplares desta editora. O flagra da câmera de segurança reforça que os livros foram levados até o local por pelo menos duas pessoas, abordo de uma caminhonete preta.

A Prefeita de Valparaíso de Goiás, Lucimar Nascimento (PT), classificou o achado como um tesouro de determinou que fossem recolhidos e aproveitados. “Livros são passaporte para o conhecimento, sempre possuem valor inestimável. Portanto, vamos garimpar esse tesouro”. Declarou a prefeita.

Ações deste tipo, com o objetivo de desgastar a imagem de políticos em mandato, são comuns em período pré-eleitoral, mas, se fora esta a intenção dos irresponsáveis que descarregaram os livros, o que conseguiram foi oferecer um presente para a comunidade, que graças ao resgate determinado pela prefeita, poderão usufruir deste tesouro por muito tempo.

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Os moradores da 3ª Etapa do Céu Azul, em Valparaíso de Goiás, travam uma luta judicial contra a Fazenda Urubu. Em disputa, a propriedade dos lotes que abrigam cerca de 500 famílias.

Os lotes, comprados por estas famílias, foram loteados por uma empresa imobiliária há 20 anos. A Fazenda Urubu acionou a justiça, requerendo o pagamento pela venda dos terrenos, alegando que fora vítima de grilagem. A justiça decidiu pelo reconhecimento da propriedade da Fazenda Urubu e determinou que os moradores devolvam os lotes ou efetuem o pagamento por estes, mediante acordo a ser firmado no Cejus/Val. Quem não comparecer e regularizar sua situação estará sujeito a ordem de despejo e reintegração de posse.

O trágico da história é que estes moradores, em sua maioria, compraram os  lotes de boa fé e pagaram por eles. Segundo alegação da Fazenda Urubu, os documentos apresentados no ato das vendas foram falsificados, o que demonstra que os compradores foram vítimas de um golpe. Evidente que alguns correram o risco, comprando os lotes cientes da disputa judicial e do risco de perder o investimento, mas a grande maioria foi enganada.

Diante de um momento como este, alguns políticos procuram aproveitar para se promover. Tem sido frequentes as falas de vereadores e pré candidatos a prefeito e a vereadores, ambos desferindo discursos de apoio, em muitos casos cobrando da prefeitura uma intervenção.

É bom que se diga que a prefeitura nada pode fazer, afinal, recursos e advogados públicos não podem ser empregados para sanar questões particulares. Desta forma, a prefeita e seus secretários podem oferecer apoio e auxiliar naquilo que a Lei permitir, mas não possuem poderes para mudar a decisão ou mesmo intervir na vontade do Juiz.

O vereador Tião da Padaria (PT), que é morador do bairro e está entre os moradores que terão que pagar novamente pelos lotes, informou à nossa redação que iniciou a criação de uma associação de moradores, para juntos buscarem uma alternativa. Sendo parte interessada no Processo, Tião garante não estar em busca de vantagem política, mas defendendo sua moradia e de seus vizinhos de uma injustiça. Tião informou ainda já ter acordo com dois advogados, que irão estudar o processo em busca de aberturas que impeçam a execução da atual decisão.

A Fazenda Urubu espera poder negociar o recebimento dos pagamentos pelos lotes. Para tanto, aceitou um acordo que reduz o valor de cada unidade pela metade, podendo o montante ser parcelado.

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