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água

Por Danilo Pinto

Chega ao fim o sofrimento da comunidade da Floresta, na zona rural de Ibiquera-BA. Abandonado há seis anos pela gestão anterior, o poço está recuperado e volta a fornecer água para a localidade.

Em 2008 os moradores da Floresta passaram a receber água de um poço conseguido por Dr. Walter Ubiraney. Esta conquista marcou o fim do sofrimento daquela população, que vive em um ambiente seco e quente e dependia do carro pipa para abastecer casas e fazendas.

Infelizmente, assim como quase tudo em Ibiquera, o poço foi abandonado pela gestão anterior e deixou de funcionar. Os moradores amargaram longos seis anos de torneiras secas e muito sofrimento para sobreviver, até que nesta terça-feira (20), a Prefeitura, agora administrada por Dr. Ivan, recuperou o poço e no fim do dia, todos os moradores puderam receber água direto nas torneiras de suas casas.

O compromisso e seriedade da atual gestão estão fazendo a diferença em uma cidade destruída por gestões ineficientes e descomprometidas, que permitiram a instalação do caus absoluto em Ibiquera durante vinte anos. Aos poucos o governo municipal está recolocando a cidade no caminho do desenvolvimento e recuperando tudo que foi destruído no passado recente, devolvendo ao povo o orgulho de ser ibiquerense.

Até agora, toda a recuperação da cidade, assim como os investimentos em saúde, educação, cultura, esporte, lazer, cidadania e muito mais, estão sendo possíveis graças a um grande esforço do Prefeito, que conta apenas com a quota parte do Fundo de Participação dos Municípios, repassado pelo Governo Federal. Mesmo sem a esperada ajuda do Governo do Estado, Ivan está conseguindo gerir a cidade e realizar um bom volume de trabalho na reconstrução do município, mas espera que essa ajuda estadual chegue logo, para que seja possível tirar Ibiquera de vez do atraso, permitindo um salto na qualidade de vida da população.

Poço recuperado volta a fornecer água para comunidade da Floresta

Após 6 anos, volta a cair água nas torneiras

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A água sumiu das torneiras de Valparaíso de Goiás neste fim de semana, quase no mesmo ritmo em que sumiram milhões de reais da SANEAGO, no processo de corrupção que levou para a cadeia o Presidente do PSDB de Goiás.

Sofrendo com a falta d’água desde o dia 02 de setembro, moradores do Condomínio Green Park II apelam para água mineral e ajuda de vizinhos. Durante o fim de semana a SANEAGO informou a realização de manutenção na rede e prometeu retomar o abastecimento até as 23 horas deste domingo (04), mas até o presente momento, nenhuma gota de água saiu das torneiras.

Palco do escândalo de corrupção que levou para a cadeia, dentre outros o presidente do PSDB de Goiás e o próprio Presidente da companhia de águas de Goiás, a empresa foi alvo de violento desvio de dinheiro, para pagamento de despesas das campanhas políticas do partido do Governador Marconni Perilo (PSDB) e Leda Borges (PSDB).

Enquanto políticos desviam dinheiro público para enriquecimento ilícito e pagamento de despesas do PSDB e seus líderes, a qualidade do serviço cai a nível vexatório, deixando milhares de goianos sem água e com um péssimo atendimento.

“Estamos comprando água mineral para as necessidades básicas. Não tem água nem para escovar os dentes.” Relata morador.

Absurdo é que, em reclamações registradas hoje, a SANEAGO informou que já havia regularizado o fornecimento. Questionada, em cada ligação uma nova versão. Hora tem equipe em serviço, noutra não foram notificados da falta d’água, noutra a equipe já estaria sendo encaminhada, etc. Certo mesmo é que a única coisa eficiente na SANEAGO é a cobrança e a corrupção do PSDB.

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Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

Na sexta-feira 10 de abril, a ruptura na tubulação de água em Brasília, causou um grande problema no abastecimento de água em Valparaiso de Goiás. Para evitar o bombeamento de água com terra, a Saneago suspendeu o funcionamento da ETA (Estacão de Tratamento de Água).

De imediato, a prefeita Lucimar Conceição do Nascimento determinou que a Secretária de Desenvolvimento e Infraestrutura Urbana, Cynthia Borges de Lacerda, acompanhasse e lhe fornecesse informações sobre tudo que estava sendo feito para solucionar o problema.

A gerência local, a gerência regional e a superintendência da Saneago em Goiânia começaram a prestar esclarecimentos, alguns embasados outros nem tanto. Também a Vigilância Sanitária de Valparaiso foi acionada para acompanhar a potabilidade da água, oferecendo mais segurança à população local.

O abastecimento voltou a ser feito no último sábado, com revezamento de bairros, porém todo o transtorno gerado levou a prefeita a determinar estudos para outra alternativa para o tratamento de água na cidade. Depois do último relatório encaminhado pela Secretária Cynthia sobre o caso, a prefeita disse que a Saneago não possui profissionais suficientes para cobrir as necessidades de Valparaíso.

“a Saneago tem uma equipe muito pequena para dar conta da manutenção de uma cidade desse porte. Apesar de tudo que já avançamos nesses dois últimos anos, não podemos entrar em zona de conforto. Me apresente alternativas para a concessão” Lucimar Nascimento.

Cynthia inicia neste feriado prolongado os estudos para conhecer os casos de sucesso no tratamento de água de vários municípios, visando encontrar o modelo ideal para Valparaíso de Goiás.

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Saneago Informa:

A regional de Luziânia informa que, em função do alto índice de turbidez da água do manancial que abastece Valparaiso e Cidade Ocidental, por prudência suspendeu mais uma vez o bombeamento de água bruta para os dois municípios, até que haja condições dos decantadores funcionarem. Consequentemente, haverá desabastecimento nas referidas localidades, com previsão de normalização para o decorrer deste sábado (11). O problema foi ocasionado pelo rompimento do canal de irrigação que abastece as chácaras e clubes recreativos locais. O canal está localizado em área de propriedade da Marinha. A Saneago busca a melhor forma de recuperá-lo para, com isso, normalizar o tratamento da água e sua distribuição.

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Por: Danilo Silva Pinto

Por: Danilo Silva Pinto

Vários bairros de Valparaíso de Goiás enfrentaram  problemas com a cor da água que saiu de suas torneiras. O alto teor de ferro e manganês existentes em nossa água proporcionaram uma experiência curiosa, água que saiu das torneiras em diversos bairros da cidade chamou a atenção pela coloração escura e despertou desconfiança sobre a qualidade.

A correta dosagem do cloro evita esse transtorno, fazendo as correções necessárias, mas não foi o que aconteceu neste caso, o que deu vazão a uma série de reclamações.

Na manhã desta quinta-feira 9, em evento com a presença da Saneago, a prefeita Lucimar aproveitou a oportunidade de cobrar respostas da empresa responsável pela distribuição. Na manhã desta sexta-feira a Gerência regional de produção, retornou para a Secretaria de Desenvolvimento e Infraestrutura de Valparaíso, dando conta de algumas intervenções que colocarão um fim nesse problema.

Moradores se queixaram de prejuízos ao lavar roupas claras, que ficaram manchadas e cobram da Saneago soluções também para a estação de tratamento de esgoto, conhecida por “Pinicão”, que tem causado transtornos pelo mau cheiro em em toda a região.

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Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

Em esforço concentrado, Prefeitura, Saneago e Governo Federal põe fim à crise de abastecimento de água em Valparaíso de Goiás

Em janeiro de 2013, a falta d’àgua era a maior dor de cabeça dos moradores de Valparaíso de Goiás. O crescimento desordenado e a falta de investimentos em infraestrutura fizeram de Valparaíso uma cidade com fortes contrastes. Se de um lado é a cidade que mais atrai moradores em toda a região de Entorno do Distrito Federal, o que a levou a dobrar de tamanho em poucos anos, por outro foi esquecida pelo Governo Estadual, que sem interesse político na região não realizou qualquer investimento em infraestrutura, que possibilitasse um crescimento sustentável para o município.

Gente InocenteBeirando os 200 mil habitantes, Valparaíso é ainda um gigantesco canteiro de obras, sendo a grande maioria condomínios que trarão novos moradores e diante deste cenário, o histórico da falta d’àgua assusta. Mas o que aconteceu com a crise que assolou a cidade até 2012?

Quando assumiu a Prefeitura, o mais grave problema que a Prefeita Lucimar Conceição do Nascimento encontrou foi a falta d’àgua. Com bairros sem água por mais de duas semanas seguidas e moradores à beira da loucura, Lucimar se viu obrigada a pensar numa solução rápida, mesmo sendo do Governo do Estado a responsabilidade por cuidar do fornecimento de água, através da estatal Saneago.

O grande problema é que, além da falta de mananciais para captação, a estrutura de distribuição da Saneago era defasada e insuficiente para atender à crescente demanda. Com um contrato de longo prazo, a empresa não tinha interesse em investir, permanecendo apenas como arrecadadora.

Você-sabiaCom a ajuda do Governo Federal e autorizando a utilização de recursos do município, a Prefeita acertou uma parceria com a Saneago, que já rendeu novos poços artesianos e mais reservatórios, além de estações de tratamento. Com o pouco recurso disponível, hoje o sistema de abastecimento de água em Valparaíso trabalha com uma pequena folga de segurança, que permite à população ter água em casa todos os dias.

Diante de tantos desafios e lutando contra uma oposição cerrada, que faz de tudo para impedir o Governo de funcionar, Lucimar conseguiu resolver, pelo menos provisoriamente o problema da água, mas ainda é preciso economizar, afinal a cidade continua crescendo e o problema só estará definitivamente resolvido com a chegada da água de Corumbá 4, que segue em execução.

Hoje, quando se ouve algumas pessoas mal intencionadas dizendo que Lucimar não fez nada pelo município, a pergunta mais sensata é: Ainda falta água na sua casa?

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Danilo Silva Pinto

Há muitos anos que se ouve que a água seria o motivo de conflitos num futuro distante. Parece que o futuro é agora!

Em meio a denúncias e negações, Governo e sociedade se vêem às voltas com uma crise inédita, cuja solução passa longe de ser conhecida. A falta d’água nas torneiras vem aumentando e todo o Brasil e assusta as pessoas, com a perspectiva cada vez mais evidente de que não teremos como evitar o racionamento de água. O nível dos reservatórios nunca esteve tão baixo e o consumo aumenta a cada dia. Além disso, o desperdício permanece como um fator de agravamento da crise. Afinal, qual a real situação do abastecimento de água no Brasil?

Segundo publicação no portal da Folha de São Paulo, especialistas informam que São Paulo já deveria adotar um racionamento moderado, como forma de controlar a crise de falta d’água no Sistema Cantareira.  Stela Goldstein, ex-secretária estadual de meio ambiente de São Paulo e Diretora da ONG Águas Claras, o cenário atual indica que “não há como afastar o racionamento” [de água]. A ambientalista lembra ainda que a crise de falta d’água é resultado também de um problema grave, estrutural e de longo prazo. “Os mananciais não apenas de São Paulo, mas de todas as grandes cidades, precisam ser mais protegidos. As empresas de saneamento por exemplo, não tem obrigação legal de preservar o entorno dos reservatórios” afirma Stela.

Especialistas apontam que as chuvas das próximas três semanas serão decisivas, para que se defina o rumo que deverão tomar a ações de controle do abastecimento e o pior é que a previsão do tempo não é nada animadora. A quantidade de chuvas prevista para grandes centros como São Paulo e Minas Gerais não será suficiente para recuperar o nível dos reservatórios e o risco de desabastecimento já no segundo semestre é iminente.

Outro fator importante neste contexto é a proximidade das eleições. Medidas drásticas podem ser necessárias em diversas regiões, mas a certeza de que um agravamento público da crise causará um efeito dramático na corrida eleitoral, municiando a oposição de argumentos para a conquista de votos, faz com que governantes busquem soluções alternativas e perigosas, como remanejar água de outros reservatórios, comprometendo o abastecimento futuro destas regiões.

Reservatórios do Sistema Cantareira em SP estão com 21% da capacidade

Reservatórios do Sistema Cantareira em SP estão com 21% da capacidade

O baixo nível dos reservatórios, principalmente nas regiões Sul e Centro Oeste afeta também a produção de energia, elevando o risco de o país precisar racionar parte de sua energia elétrica. A crise de abastecimento energético no início deste século, que levou o Brasil e enfrentar um enorme racionamento de energia, acabou por promover mudanças no comportamento do consumidor, que se tornou mais atento à necessidade de economizar. Apesar deste comportamento, o tempo se encarrega de apagar as lembranças e com elas o aprendizado da crise. Agrava-se esta percepção, ao observarmos que os adolescentes, nascidos durante ou após a crise do início dos anos 2000 não tiveram contato com o racionamento e são os maiores consumidores de energia na atualidade.

No que diz respeito ao comportamento do consumidor, o desperdício é sua maior contribuição para o problema. Apesar da crise iminente, as pessoas insistem em manter comportamentos que desperdiçam muita água. Lavar calçadas e carros com mangueira por exemplo é uma ação frequente em todas as cidades do Brasil. Além disso, banhos demorados, vazamentos não corrigidos, dentre outras atitudes, se mudadas em larga escala, trariam um grande alívio ao sistema e aos brasileiros.

Ou o Brasil assume a realidade e parte para ações concretas de solução dos problemas de abastecimento e reeducação de consumo, ou estaremos condenados a viver tempos de seca e escuridão.

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