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brasília

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Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

Após um ano da falência da Viação Anapolina, que realizava o transporte de passageiros entre Valparaíso de Goiás e Brasília, a situação do transporte público interestadual começa a mudar.

Ao todo 23 novos ônibus entraram em circulação para transportar cidadãos entre as duas cidades. As empresas UTB e CT Expresso, que operam o sistema, estão reforçando a frota e em breve mais investimentos chegarão.

A prefeita Lucimar Nascimento vem pressionando a ANTT, agência responsável por fiscalizar e gerenciar o serviço, de modo que soluções definitivas sejam implementadas, colocando fim ao suplício de famílias valparaisenses, que ficaram sem transporte desde que a Anapolina deixou o sistema.

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A questão da violência nas escolas foi, mais uma vez, tratada no plenário da Câmara Legislativa. Nesta quarta-feira (27), o debate foi iniciado por conta da apresentação de um projeto de lei pela presidente da Casa, deputada Celina Leão (PDT). A proposta estabelece regras para o combate à violência física ou moral promovida contra membros da comunidade escolar do Distrito Federal.

Segundo a autora do PL, iniciativas semelhantes já foram adotadas em outros estados do Brasil para fazer frente a um problema que precisa ser tratado como “prioridade”. “As agressões dentro das escolas significam muito. É um delito contra o futuro da nação”, disse. Ao defender a relevância da proposição, a deputada citou o caso de traficantes que cobravam R$ 1,00 para permitir o acesso de cada aluno à escola.

O deputado Prof. Reginaldo Veras (PDT) elogiou a iniciativa e destacou que apenas na última semana a Câmara Legislativa realizou duas audiências públicas para tratar do assunto. Em um dos eventos, realizado por iniciativa do próprio parlamentar, surgiu a proposta de se criar um grupo de trabalho com representantes da CLDF, do governo e de outras instituições, para avaliar medidas concretas para reduzir a violência nas escolas. Segundo Prof. Reginaldo Veras, o pedido de criação do GT será protocolado oficialmente.

Vagas escolares – O deputado Wasny de Roure (PT) convidou todos os parlamentares a participarem de audiência pública na noite de hoje, no Riacho Fundo II. Em discussão, a oferta insuficiente de vagas nas escolas públicas daquela cidade. Conforme explicou Wasny, a população cresceu muito nos últimos anos, mas a quantidade de equipamentos públicos não seguiu o mesmo ritmo.

Denise Caputo – Coordenadoria de Comunicação Social
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Os primeiros nomes a serem ouvidos pela Comissão Parlamentar de Inquérito do Transporte Público foram conhecidos na manhã de hoje (28), na segunda reunião ordinária da CPI. Galeano Furtado Monte, então presidente da comissão de licitação para a renovação da frota de ônibus do Distrito Federal, será ouvido no dia 11 de junho. Os demais responsáveis pelo processo licitatório deverão comparecer à CPI no dia 18 de junho.

Na reunião de hoje, também foram aprovadas requisições de documentos e cópias de processos judiciais para auxiliar o trabalho de investigação da CPI. A comissão também aprovou a convocação do ex-secretário de Transporte, José Walter Vazquez, do advogado paranaense Sacha Reck e do ex-coordenador de projetos, José Augusto Pinto Junior. As datas em que serão ouvidos, no entanto, não foram decididas.

Estiveram presentes à reunião os deputados Raimundo Ribeiro (PSDB), Rafael Prudente (PMDB) e Ricardo Vale (PT). Mesmo de licença médica, o deputado Bispo Renato Andrade (PR) participou da reunião da CPI, porém sem direito a voto.

Éder Wen – Coordenadoria de Comunicação Social

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Por: Danilo Silva Pinto

Por: Danilo Silva Pinto

A Presidenta da Câmara Legislativa, Celina Leão, (PDT) e a Deputada Distrital Liliane Roriz, (PRTB), receberam a mídia alternativa do DF, Blogueiros, jornais, revistas e Rádios comunitários, para discutir o relacionamento entre a Câmara Legislativa e os veículos de comunicação regional.

Os profissionais de Mídia Alternativa foram cobrar a aplicação da lei de autoria da deputada Luzia de Paula (PEN), que destina no mínimo 10% das verbas Publicitárias do GDF e da CLDF para esse tipo de mídia. Está na Lei e precisa ser cumprido, não só pelas Casas citadas, mas também pelas autarquias e estatais ligadas ao GDF, como CEB, BRB, CAESB, Terra Cap, etc.

As duas deputadas que tiveram a iniciativa de receber os Blogueiros e toda mídia alternativa afirmaram aos presentes que a CLDF já está providenciando crachás e estacionamento rotativos para os profissionais da imprensa. Falaram ainda que no que depender delas, a lei da deputada Luzia de Paula (PEN) vai ser cumprida e que todos os demais deputados são favoráveis a uma boa cobertura dos muitos trabalhos que a Câmara Legislativa vem fazendo em prol da população.

Hoje, quase a totalidade dos recursos públicos acaba indo abastecer as chamadas “grandes mídias”, tornando o trabalho dos pequenos veículos regionais quase impossível, por falta de recursos. Apesar desta realidade, são exatamente estes veículos regionais que interagem diretamente com a população, cumprindo o papel de levar às pessoas as informações mais importantes das ações do Estado, sem fazer uso do poder econômico para chantagear os governantes e legisladores, como fazem os veículos de grande porte.

Com esta iniciativa, espera-se que a CLDF cumpra a promessa de aproximação com a Mídia Alternativa, reconhecendo o potencial destes veículos e, consequentemente, fortalecendo as relações entre povo e políticos.

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Por: Danilo Silva Pinto

Por: Danilo Silva Pinto

A Viação Anapolina (VIAN) aguarda a ANTT vistoriar dos 34 ônibus que farão o transporte de passageiros de Cidade Ocidental. Em razão da recuperação judicial, após abrir processo de falência a cerca de um ano, a VIAN aceitou convite da ANTT para retomar as atividades, mas com ressalvas. A empresa alega que começará com os pés no chão e por isso, atenderá inicialmente apenas o Jardim ABC e adjacências, em Cidade Ocidental.

Apesar da decisão, a VIAN exigiu da ANTT uma fiscalização firme contra o transporte pirata, que causa grandes prejuízos à empresa. Pelo acordo, caso a ANTT não consiga impedir a pirataria, a VIAN retirará os ônibus de circulação, porque o processo de recuperação judicial não permite que ela opere em linhas não lucrativas.

Outra exigência é que as cooperativas e empresas que operam na região do ABC sejam retiradas. Por conta do problema decorrente da ausência da VIAN, estes operadores foram autorizados a rodar na região, mas agora terão de deixar a rota.

As informções são do Blog Rede Integrada de Transporte Coletivo.

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Por: Danilo Silva Pinto

Por: Danilo Silva Pinto

Durante 50 anos a Viação Anapolina dominou o sistema de transporte intermunicipal de passageiros no Entorno Sul de Brasília. A má qualidade do serviço e a falta de manutenção da frota causaram uma série de manifestações populares, mas a esta altura, o péssimo serviço da Anapolina faz falta à população de Valparaíso de Goiás e cidades vizinhas.

Durante a realização da Copa das Confederações no Brasil, em 2013, dezenas de ônibus da Viação Anapolina, empresa que operava o sistema de transporte de passageiros entre cidades do Entorno Sul de Brasília e localidades da Capital Federal, foram queimados em protestos pela péssima qualidade dos serviços, realizados com veículos velhos e sem manutenção.

Quem acompanhou ou utilizava o serviço se lembra que diariamente, pelo menos quatro ônibus quebravam e os passageiros eram amontoados nos que sobravam. Pressionada e sofrendo com disputas internas, a Viação Anapolina decretou falência e abandonou o serviço, deixando cerca de 500 mil pessoas sem transporte em toda a região.

Para minimizar o efeito da saída da Anapolina, a Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT liberou a entrada de empresas provisórias, até que a licitação do novo sistema de transportes fosse concluída. Foi quando empresas como a UTB e Grande Brasíia começaram a atuar na região. A União Transportes ainda possui carros mais novos, mas a Grande Brasília aproveitou as sobras do sistema substituído em Brasília e colocou para rodar em Valparaíso, Cidade Ocidental, Luziânia e Novo Gama, dando continuidade ao péssimo serviço.

Apesar destas empresas rodarem na região, a insatisfação com os serviços prestados é crescente e a demora da ANTT em apresentar uma solução definitiva tem causado reclamações de usuários, irritados com a falta de respostas do órgão. Alguns moradores chegam a criticar os prefeitos da região, apesar da impotência destes diante do problema. Por ser este um sistema de transporte interestadual e intermunicipal, operado em rodovias federais, a responsabilidade e a competência para administrar o serviço é da ANTT. As prefeituras, no máximo podem pedir e cobrar, assim como os usuários, mas não possuem poder para interferir ou resolver o problema. É como se um vazamento na casa do vizinho estivesse incomodando na nossa casa, podemos reclamar e cobrar dele uma solução, mas se entrarmos à força na casa dele para consertar, mesmo com a inteção de resolver o problema, poderemos ser processados por invasão de residência. Da mesma forma, as prefeituras não podem realizar nem mesmo reparos no asfalto de estradas federais ou estaduais, quem dirá resolver como e quem pode por alí trafegar ou transportar passageiros.

No caso de Valparaíso, o conhecido sistema de Vans, que hoje opera com microônibus e é feito pela COOTRANRIDE, é de responsabilidade da Prefeitura e qualquer reclamação pode ser direcionada ao município, mas as demais empresas, que transportam passageiros para outros municípios, mesmo estando em circulação dentro de Valparaíso, estão sob a responsabilidade da ANTT e em nada a Prefeita pode interferir.

Voltando ao caso da licitação, encerrada no final do ano passado, nenhuma empresa se interessou em concorrer, sob a aleção de que as linhas não são lucrativas. Para entender melhor, basta observar que as empresas de ônibus faturam alto com o pinga pinga, ou seja, o sobe e desce de passageiros ao longo da rota. Como o sistema de Valparaíso e das demais cidades é ligado a Brasília e as pessoas embarcam aqui e só desembarcam na Rodoviária do Plano Piloto, o ganho das empresas fica pequeno e não vale à pena comprar carros novos, para rodar neste trecho, pelo menos com as passagens no preço atual. Elevar o preço é colocar o problema na conta do usuário, então cabe à ANTT encontrar uma solução.

A ANTT abriu nova licitação e espera-se que desta vez consiga atrair a atenção de alguma empresa, mas a nós, cidadãos e aos governos municipais, cabe apenas esperar e cobrar uma solução.

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Passar em um concurso público é o sonho da grande maioria dos cidadãos do Distrito Federal e Entorno. Estar preparado é crucial para se alcançar este objetivo, porque a vitória só vem para os melhores. Para auxiliar na preparação dos concurseiros do DF e Entorno, o Professor João Batista, especialista em Tècnicas para Concursos, virá de Minas Gerais, para ministrar palestra em Brasília.

A vinda do Professor depende de formação de turma, portanto, quem se interessar, deverá fazer contato com a Adriana Coelho e reservar lugar.

Para maiores informações, visitem o site do Professor João Batista:

http://www.tecnicasparaconcursos.com.br/

Contatos. WhatsApp 8406-4541 Adriana Coelho.
 
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Por Danilo Silva Pinto

Um dos monumentos mais importantes de Brasília reabriu suas portas neste sábado (7), e completará a lista de atrativos para a Copa do Mundo. O monumento, projetado por Lúcio Costa, passou por uma grande obra, que inclui a reforma do piso térreo, guarda-copos, piso inferior, fachada das emissoras, troca de três elevadores e inclusão de plataformas elevatória para cadeirantes e escadas rolantes de ligação da Torre com a Feira do Artesanato. O Mezanino da Torre também foi revitalizado. Ele foi entregue à população com um Centro de Atendimento ao Turista, um café conceito com produtos do Cerrado e uma área de exposição que já está funcionando.

Aos 45 do segundo tempo, um dos principais cartões postais da Capital Federal, enfim, fica pronto a tempo de receber os visitantes da Copa. O modelo de execução de obras públicas no Brasil precisa mudar. Essa coisa de atrasar obra deliberadamente para alcançar os 25% de aditivo de contrato licitatório, jogada dos empresários brasileiros para faturar acima do proposto no momento da licitação, além de onerar os cofres públicos, causa vergonha pela ineficiência do Governo em cumprir cronogramas e entregar obras importantes dentro dos prazos acertados.

Apesar do atraso e da ampliação do aborrecimento da população, é bom ter a Torre de TV de volta e poder apreciar a bela Brasília lá do alto.

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Danilo Silva Pinto

Uma das práticas esportivas mais tradicionais de Brasília, o ciclismo é responsável por duas sensações incompatíveis, prazer e medo. Desde a pedalada no Parque da Cidade, passando pelo uso da bike como meio de transporte ou em competições, a bicicleta é uma das grandes paixões do brasiliense, mas pedalar tem se tornado uma atividade perigosa.

Além dos riscos inerentes à pedalada, como o trânsito e os obstáculos como buracos e falta de infraestrutura urbana adequada ao ciclismo, os constantes assaltos tem aterrorizado a vida dos ciclistas não só de Brasília, mas também em cidades vizinhas. Pedalar sozinho é quase proibido e é cada vez mais comum a formação de grandes grupos de ciclistas, seja para treinamento ou apenas para passeios. Pedalar em grupo foi a forma encontrada pelos atletas para driblar a insegurança e poderem utilizar suas bikes com mais tranquilidade.

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Hoje é comum encontrar grupos formados por dezenas ou até centenas de ciclistas percorrendo ruas e rodovias a qualquer hora do dia ou da noite, mas encontrar ciclistas solitários é cada vez mais raro. Quadrilhas especializadas em roubo de bicicletas agem livremente em toda a Região Metropolitana do Distrito Federal, atraídas por equipamentos cada vez mais caros e sofisticados. Uma bicicleta hoje pode chegar a custar mais de R$ 30 mil e as mais comuns no mercado superam facilmente os R$ 2.000,00.

No ano passado, uma etapa do Campeonato Brasiliense de Mountain Bike chegou a ser cancelada porque a organização preferiu não enfrentar o risco de assaltos em plena competição. A Trilha dos Toneis, tradicional e adorada pelos praticantes de Mountain Bike foi classificada como de altíssimo risco em 2013, graças ao alto número de ciclistas assaltados durante treinamentos na região.

A Floresta Nacional (FLONA) situada  entre Taguatinga e Braslândia, considerada um dos melhores terrenos para pedais de aventura no Distrito Federal também foi cenário de inúmeros assaltos, o que afastou os ciclistas. Até mesmo o Parque da Cidade, antes tomado de ciclistas tem sido palco de assaltos.

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Diante desta realidade, resta aos atletas se juntarem a grupos e se protegerem da ação dos bandidos. Pedalando em grupo os ciclistas tornam-se menos vulneráveis, uma vez que a grande quantidade de pessoas dificulta a ação dos assaltantes, que não conseguiriam render em segurança a dezenas de atletas. Graças aos grupos ainda é possível usufruir do prazer de uma boa pedalada. Abaixo listamos alguns dos grupos mais conhecidos na região:

Rebas do Cerrado: Grupo tradicional formado por praticantes de trilhas, percorrem toda a região com grande número de atletas. Possui membros de todo do Distrito Federal e vizinhança. Sua agenda e informações sobre o grupo podem ser conseguidas no portal http://rebasdocerrado.com.br/.

Grupo PED4L: Formado por atletas de Taguatinga e região, além de treinamentos para competição praticam pedais para iniciantes. Por segurança as agendas são divulgadas apenas internamente, mas às quartas-feiras realizam pedais para iniciantes, saindo pontualmente às 20 horas da Praça do DI em Taguatinga.

Tartarugas no Pedal: Atletas de Valparaíso de Goiás, Gama, Cidade Ocidental, Santa Maria, Riacho Fundo, Novo Gama e Luziânia se reúnem no grupo Tartarugas no Pedal e percorrem trilhas e rodovias de toda a região. às segundas-feiras realizam o pedal para iniciantes e às quartas-feiras percorrem o as ruas de Valparaíso no Pedal das Crianças, no qual incentivam a nova geração de ciclistas. Informações na página do Facebook https://www.facebook.com/pages/Tartarugas-no-Pedal-GODF/208136865948788?fref=ts.

PedalaGama: Grupo de atletas da cidade do Gama – DF.

Pedáguas: Grupo formado por moradores de Águas Claras – DF.

Pedal do Capitão: Com passeios noturnos semanais o grupo se reúne no Guará e percorre as ruas de Brasília.

Pedal do Keké: Semanalmente com pedais noturnos o grupo é formado por centenas de ciclistas e se reúne no Guará.

Mountain Bike Brasília: Grupo de ciclistas praticantes de trilhas de Brasília.

Além destes, existem outros grupos, portanto, se você é praticante de ciclismo ou pretende adquirir uma bike não deixe de pesquisar sobre as dezenas de grupos espalhadas por todo o DF e Região Metropolitana. Além de divertido, pedalar em grupo é muito mais seguro.

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Por: Vivian Palmeira – Da Secretaria de Comunicação da UnB

Reforma da CEU, iniciada em 2012, encontra-se em fase final. Expectativa do DAC é encaminhar primeiros moradores à residência estudantil até o meio do ano

As 360 vagas disponíveis para moradia na Casa do Estudante Universitário (CEU) da UnB serão ocupadas ainda neste semestre. É o que espera a decana de Assuntos Comunitários da UnB, Denise Bomtempo. Ela vistoriou o andamento da obra na manhã desta sexta-feira (14), acompanhada de servidores da Diretoria de Desenvolvimento Social (DDS) e representantes dos estudantes. “A previsão de inauguração da obra é abril. Depois vamos mobiliar a casa e até o final de maio já poderemos encaminhar estudantes para cá”, diz Denise.

De acordo com ela, já foram comprados os equipamentos básicos de uma residência, como fogão, geladeira, mesa, cadeiras e varais para roupa. “Cerca de 90% do mobiliário já está adquirido”, conta a decana. Resta agora, e já está em processo de licitação, a aquisição de camas e colchões.

O estudante Lázaro Bonfim, coordenador de assistência estudantil no DCE e ex-morador da CEU, conta que o resultado da obra superou suas expectativas. “O padrão está muito acima do que eu imaginava. As coisas estão bem organizadas, bonitas, tem uma preocupação com o PPNE [Programa de Apoio às Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais], que não tinha antes”, afirma, em referência aos dois apartamentos que serão adaptados para receber portadores de necessidades especiais.

Para ele, outra melhoria que os estudantes terão é a segurança. “Um grande problema que a gente tinha antes é que não havia controle de quem entrava na casa. Hoje você tem esse controle”, comemora. “Vai ser tudo cercado e vai ter uma guarita na entrada, como acontece no CO [Centro Olímpico]”, completa Nicolas Powidayko, coordenador geral do DCE.

CEU tem banheiros adaptados para portadores de necessidades especiais

CEU tem banheiros adaptados para portadores de necessidades especiais

Enquanto as últimas providências para o restabelecimento da CEU são tomadas, o Decanato de Assuntos Comunitários (DAC), juntamente com a Diretoria de Desenvolvimento Social (DDS) e o Diretório Central de Estudantes (DCE), dará início à discussão sobre o regulamento da casa. O tema será pautado na Câmara de Assuntos Comunitários (CAC), a partir de março. “Estamos elaborando o estatuto da casa, que vai para discussão na CAC com participação dos estudantes”, conta Denise Bomtempo. O estudante Lázaro, que viveu na CEU de 2010 até a desocupação dos apartamentos, concorda com o debate. “A gente tem que trazer os estudantes para essa discussão e procurar o meio termo, nada muito duro, mas também nem tão brando”.

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