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chuva

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Por Danilo Pinto

Por Danilo Pinto

Forte Tempestade caiu sobre o município de Valparaíso de Goiás na noite deste domingo (21) e causou grandes estragos em residências, rede elétrica e rede de distribuição de energia.

Com relatos de chuva de granizo, muito vento e chuva intensa, a tempestade causou destelhamento de casas em diversos bairros, derrubou árvores e postes de transmissão de energia elétrica, causando interrupção do fornecimento para toda a cidade.

Por conta da forte chuva também foram registrados acidentes de trânsito na Etapa A e temos relatos de acidentes em outros locais, mas sem confirmação oficial.

A tempestade também atingiu outras cidades da região, causando medo em moradores. Cidadãos relataram situação de pânico, com o vento balançando carros e árvores caindo nas proximidades de onde estavam estacionados, enquanto aguardavam a chuva dar uma trégua.

A energia foi restabelecida aos poucos em Valparaíso, sendo normalizada antes da meia noite, mas os outdoors, árvores, muros e telhados arrancados pelo vento dão uma amostra da força da tempestade.

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Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

A rua principal do bairro Santa Rita precisou ser interditada em razão da forte chuva desta quinta-feira 27.

Muito forte, a enxurrada descobriu o pavimento na galeria de águas pluviais que está sendo construída no local. O trecho foi sinalizado pela construtora, que deverá recompor o cascalho na manhã desta sexta-feira.

O local, que sofre com as chuvas a muitos anos, passa por obras orçcadas em R$ 23 milhões do PAC. Graças ao esforço do Governo municipal em buscar parcerias com o Governo Federal, mesmo sem ajuda do Governador de Goiás a Prefeita Lucimar está realizando obras como esta, que em breve dará fim a este flagelo!

Gente InocenteAtravés de nota em sua página no Facebook, a Secretária de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano Cynthia Borges pediu desculpas à população, informando ter certeza de resolver definitivamente este problema, deixando para a comunidade os benefícios do trabalho bem feito.

Matrículas abertas!!!

Matrículas abertas!!!

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Danilo Silva Pinto, 08/04/2014

Na manhã desta terça-feira os moradores do Condomínio Green Park II em Valparaíso de Goiás ficaram ilhados. A forte chuva que caiu sobre a cidade durante a noite causaram uma gigantesca cratera embaixo dos trilhos da ferrovia. Às 07 horas desta manhã uma composição ferroviária foi surpreendida pela interrupção da estrada de ferro e permaneceu parada sobre o cruzamento entre a linha férrea e a rua que dá acesso ao condomínio. A única alternativa de saída para os moradores seria uma estrada de terra que leva ao centro da cidade, mas esta estava sem condições de uso e quem se arriscou ficou atolado. Somente às 11 horas da manhã o trem, carregado com aproximadamente 2.500 toneladas, deu marcha a ré e conseguiu liberar o cruzamento, permitindo a passagem dos veículos.

Cratera causada pela chuva interrompe ferrovia em Valparaíso de Goiás

Cratera causada pela chuva interrompe ferrovia em Valparaíso de Goiás

Enquanto a equipe trabalha na recuperação da ferrovia, o enorme trem parado virou ponto turístico, com adultos e crianças aproveitando para conhecer de perto a composição. Muitos moradores tiraram fotos para justificar o atraso na ida ao trabalho, já que esta é a única saída do condomínio.

O buraco que surgiu nesta manhã não nasceu do nada. Já há algum tempo que o terreno apresentava sinais de que iria ceder, mas a forte chuva acelerou o processo, pegando a companhia ferroviária de surpresa. Até o fechamento desta matéria não existia ainda uma previsão oficial de quando a linha férrea será liberada e provavelmente a composição permanecerá estacionada no local, pelo menos até esta quarta-feira. Às 21 horas voltou a chover forte no local, o que deverá prejudicar os trabalhos.

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Danilo Silva Pinto

Há muitos anos que se ouve que a água seria o motivo de conflitos num futuro distante. Parece que o futuro é agora!

Em meio a denúncias e negações, Governo e sociedade se vêem às voltas com uma crise inédita, cuja solução passa longe de ser conhecida. A falta d’água nas torneiras vem aumentando e todo o Brasil e assusta as pessoas, com a perspectiva cada vez mais evidente de que não teremos como evitar o racionamento de água. O nível dos reservatórios nunca esteve tão baixo e o consumo aumenta a cada dia. Além disso, o desperdício permanece como um fator de agravamento da crise. Afinal, qual a real situação do abastecimento de água no Brasil?

Segundo publicação no portal da Folha de São Paulo, especialistas informam que São Paulo já deveria adotar um racionamento moderado, como forma de controlar a crise de falta d’água no Sistema Cantareira.  Stela Goldstein, ex-secretária estadual de meio ambiente de São Paulo e Diretora da ONG Águas Claras, o cenário atual indica que “não há como afastar o racionamento” [de água]. A ambientalista lembra ainda que a crise de falta d’água é resultado também de um problema grave, estrutural e de longo prazo. “Os mananciais não apenas de São Paulo, mas de todas as grandes cidades, precisam ser mais protegidos. As empresas de saneamento por exemplo, não tem obrigação legal de preservar o entorno dos reservatórios” afirma Stela.

Especialistas apontam que as chuvas das próximas três semanas serão decisivas, para que se defina o rumo que deverão tomar a ações de controle do abastecimento e o pior é que a previsão do tempo não é nada animadora. A quantidade de chuvas prevista para grandes centros como São Paulo e Minas Gerais não será suficiente para recuperar o nível dos reservatórios e o risco de desabastecimento já no segundo semestre é iminente.

Outro fator importante neste contexto é a proximidade das eleições. Medidas drásticas podem ser necessárias em diversas regiões, mas a certeza de que um agravamento público da crise causará um efeito dramático na corrida eleitoral, municiando a oposição de argumentos para a conquista de votos, faz com que governantes busquem soluções alternativas e perigosas, como remanejar água de outros reservatórios, comprometendo o abastecimento futuro destas regiões.

Reservatórios do Sistema Cantareira em SP estão com 21% da capacidade

Reservatórios do Sistema Cantareira em SP estão com 21% da capacidade

O baixo nível dos reservatórios, principalmente nas regiões Sul e Centro Oeste afeta também a produção de energia, elevando o risco de o país precisar racionar parte de sua energia elétrica. A crise de abastecimento energético no início deste século, que levou o Brasil e enfrentar um enorme racionamento de energia, acabou por promover mudanças no comportamento do consumidor, que se tornou mais atento à necessidade de economizar. Apesar deste comportamento, o tempo se encarrega de apagar as lembranças e com elas o aprendizado da crise. Agrava-se esta percepção, ao observarmos que os adolescentes, nascidos durante ou após a crise do início dos anos 2000 não tiveram contato com o racionamento e são os maiores consumidores de energia na atualidade.

No que diz respeito ao comportamento do consumidor, o desperdício é sua maior contribuição para o problema. Apesar da crise iminente, as pessoas insistem em manter comportamentos que desperdiçam muita água. Lavar calçadas e carros com mangueira por exemplo é uma ação frequente em todas as cidades do Brasil. Além disso, banhos demorados, vazamentos não corrigidos, dentre outras atitudes, se mudadas em larga escala, trariam um grande alívio ao sistema e aos brasileiros.

Ou o Brasil assume a realidade e parte para ações concretas de solução dos problemas de abastecimento e reeducação de consumo, ou estaremos condenados a viver tempos de seca e escuridão.

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BRASÍLIA (22/1/14) – O governador Agnelo Queiroz determinou, na manhã desta quarta-feira (22), a interdição do viaduto localizado na QNN 5/7, em Ceilândia, onde um jovem de 20 anos morreu afogado na última noite. A decisão foi tomada durante reunião com a Secretaria de Obras e a Novacap, ocasião em que foi autorizada obra para alargamento da rede de águas pluviais.

“Vamos procurar algum contrato que seja factível de a gente fazer dentro da legalidade. Essa é a recomendação do governador: que a gente use todos os meios possíveis e legais para fazer essa obra o mais rápido possível”, informou o secretário de Obras, Davi de Matos.

De acordo com o titular da pasta, desde o último acidente, no mês de outubro de 2013, medidas foram tomadas para que não voltassem a ocorrer novos alagamentos no local. Entre as ações estão a constante limpeza dos bueiros e a preparação de um projeto de obras que contemplará a expansão da capacidade de vazão da rede de águas pluviais.

O projeto que promoveria as intervenções na região, no entanto, estava em fase final e seria executado assim que cessasse o período de chuvas. Porém, com a determinação do chefe do Executivo, o procedimento deverá ser iniciado nos próximos dias, assim que a parte burocrática for finalizada.

Essa obra, que compreenderá a troca de tubulação de 1.200 mm por uma de 1.500 mm, terá extensão de aproximadamente 1km e permitirá maior vazão da água das chuvas, o que acabará com os alagamentos embaixo do viaduto. A nova rede deverá ser concluída em até 60 dias após o início das intervenções.

Enquanto houver a interdição do viaduto, a recomendação é que os condutores que trafegam pela região busquem rotas alternativas. Para evitar maiores transtornos, o Departamento de Trânsito será acionado para formular estratégias de direcionamento dos motoristas para outros locais.

Fonte: Agência Brasília (GDF)

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