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Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

A equipe Scalera de Ciclismo, de Valparaíso de Goiás, conseguiu duas posições no pódium da 14ª Volta Ciclística de Goiás, categoria Master, 2015.

Formada por ciclistas de Valparaíso de Goiás e única representante do Entorno de Brasília, a equipe Scalera conquistou 3ª e 5ª posições no pódium da 14ª Volta Ciclística de Goiás, realizada em Goiânia.

Nossos atletas superaram as dificuldades de não possuir incentivos e infraestrutura adequada para treinamentos e preparação. Com muita determinação e se arriscando em rodovias movimentadas durante os treinamentos, contaram com a ajuda de amigos para financiar parte dos custos da participação na competição. Uma prestação de contas está sendo preparada para ser apresentada aos patrocinadores, juntamente com a apresentação das premiações da equipe.

Após o resultado positivo, a Scalera já conta com convite para participar da próxima competição, que será o Tour Goiás Master e Open de Ciclismo, nos dias 10, 11 e 12 de outubro, em Goiânia – GO.

Valparaíso bem representada no esporte. Incentive você também aos atletas de nossa cidade.

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Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

Senhor de 70 anos de idade, o atleta Valdemar França sagrou-se campeão no Mundial Master de MTB (Mountain Bike)  2014, que está sendo disputado na Noruega. Enfrentando chuva e frio, Valdemar superou seus adversários e conseguiu assumir a liderança na última volta de 7 Km, alcançando a vitória e o título.

Vencer um mundial disputado na terra da bicicleta é um feito extraordinário para o atleta, que deverá ser comemorado por todos os amantes de MTB do Brasil, principalmente do Cerrado Brasileiro, cenário de tantas pedaladas e dos treinos do Sr. Valdemar. Além de muito orgulho, Valdemar deverá ser exemplo para os atletas mais jovens, que sonham um dia disputar um mundial.

Em sua página no Facebook, o também atleta Ruan Cordeiro, que compete pela Federação Brasiliense de MTB e já acumula vários podiums em 2014, comemorou o feito e parabenizou o campeão mundial master: “Isso sim que é ser bruto!!! muita gente reclama so pq esta velho nao consegue fazer as coisas ..agora pare e repense e leve o nome desse cara como sua inspiracao.
Parabéns seu waldemar !!!” asseverou Ruan.

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Fonte: UOL com adaptações.

O prêmio é de 1 milhão de dólares (R$ 2,3 milhões), maior que o que é dado no Tour de France, mas quem cresce o olho sobre a quantia fora dos padrões para a modalidade do mountain bike fica avisado e tem que assinar um termo que diz: “Isso pode mudar sua vida, ou acabar com ela”.

Não bastasse o risco, as duplas que tentarem a sorte têm que pagar uma taxa de US$ 10 mil. A corrida de 1000 quilômetros acontece em 3 de dezembro e atravessa a região semiárida, em processo de desertificação, do Karoo, na África do sul. Os corredores não têm assistência durante o percurso. Dezembro, na África do Sul, como no Brasil, é a chegada do verão e um dos meses mais quentes do ano.

Eu observei em mim e em outros ao redor cavando fundo em corridas extremas e eles estavam fazendo isso por nada mais que a motivação intrínseca neles e para poder contar histórias de guerra”, disse Alex Harris, o atleta de enduros e explorador que organiza o evento.

“Eu estou convencido que o dinheiro e o formato vai fazer as pessoas irem ainda mais fundo, por isso a ‘corrida mais difícil do mundo'”, explica. Fanático por aventura, além de fazer rali de bicicleta, Harris já foi até o Polo Sul e escalou o Everest.

Ele acredita que 80% dos competidores serão amadores que tentarão concluir a prova – em cinco dias, o prazo final.

“Duas coisas acontecerão conforme a corrida for chegando ao fim: uma, existe o estresse psicológico que te devora e, segundo, seu corpo começa a se quebrar”, prevê o aventureiro. “Você começa a ter alucinações e elas vêm a qualquer momento, do dia e da noite”, diz.

Este tipo de competição mexe com o imaginário dos atletas, mas é preciso muita coragem e determinação para enfrentar as dificuldades da prova.

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Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

Recebemos informações de que mais um ciclista foi atropelado e morto em via pública do Distrito Federal na tarde deste domingo. Segundo relatos de testemunha, o ciclista teria sido atingido por veículo que seguia em alta velocidade pelo acostamento e veio a óbito no local.

Na semana passada a Tribuna da RIDE publicou matéria tratando dos casos de acidentes e do desrespeito de alguns motoristas, que além de ameaçar verbalmente, chegam a avançar contra ciclistas ou atirar contra grupos de atletas. A convivência, que torna-se cada dia mais necessária, dado o aumento da venda de bicicletas, encontra resistência de parte dos motoristas, que acreditam ter supremacia sobre o uso das vias públicas. Tal atitude é uma demonstração clara de desconhecimento das leis de trânsito e de falta de civilidade.

No sábado 28 de junho, um grande grupo de ciclistas realizou uma pedalada de protesto na EPTG, na data que marcou os sete dias do atropelamento e morte do atleta de 42 anos, cujo agressor fugiu sem prestar socorro.

Em razão do acidente desta tarde, bem como em resposta ao descaso de autoridades e motoristas quanto à segurança dos ciclistas, um grupo de atletas de Valparaíso planeja realizar manifestações na BR 040, para chamar a atenção da sociedade para o problema. Assim que tivermos as informações acerca deste ato, publicaremos aqui na Tribuna da RIDE.

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Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

No sábado, 21 de junho, um ciclista de 42 anos foi atropelado na EPTG, via que liga Brasília a Taguatinga. Seria só mais um acidente fatal envolvendo carros e bicicletas no Distrito Federal, mas a realidade é bem diferente. Apesar das campanhas por respeito ao ciclista e pela paz entre ciclistas e motoristas no trânsito, pudemos observar uma verdadeira guerra, declarada por motoristas irresponsáveis e criminosos, que ameaçam ciclistas e em alguns casos chegam a atentar contra suas vidas.

No dia 29 de maio, um motorista jogou o carro em cima de um grupo de ciclistas, que segundo testemunhas, pedalava de forma ordenada, ocupando uma das faixas da via que liga o Lago Norte ao Plano Piloto. A testemunha diz que passava ao lado do grupo de ciclistas, quando o motorista de um veículo utilitário lançou-se contra os ciclistas e, após parar o veículo, abaixou o vidro e desferiu insultos aos atletas. Apesar dos pedidos dos ciclistas para que ele seguisse sua viagem, o mesmo teria continuado a fazer manobras agressivas contra os ciclistas. A testemunha diz não ter identificado feridos, mas a agressão, independente de ter ferido alguém, já foi muito grave.

Capsulas de munição disparada contra ciclistas em Brasília

Capsulas de munição disparada contra ciclistas em Brasília

Já em 11 de junho, um motorista, irritado com o bloqueio feito por organizadores de um passeio ciclístico, avançou sobre o bloqueio, desferiu ofensas e em seguida, sacou uma arma e atirou contra o grupo. Por pura sorte, segundo os organizadores do passeio, ninguém foi atingido pelos disparos.

Já no último fim de semana, um outro motorista postou em rede social, que “bicicleta não paga IPVA, se no local não tiver ciclovia que reclamem com o Governo. Se ficar na minha frente, passo por cima”.

No vídeo do link http://www.youtube.com/watch?v=IyuTDmin8IM uma dupla de ciclistas é ameaçada por motorista de ônibus coletivo, em pleno Eixo Momumental, em Brasília.

Em ambos os casos, observam-se atos de selvageria, aliados a desconhecimento da legislação de trânsito e descaso com o ciclista. Além disso, o Código Brasileiro de Trânsito prevê que o veículo maior deverá sempre proteger o menor, ou seja, os carros deveriam sempre proteger os ciclistas. Outro fator importante é a falta de respeito com a vida e com o próximo.

Distância de segurança entre carros e ciclistas é de 1,5 metros

Distância de segurança entre carros e ciclistas é de 1,5 metros

A Tribuna da RIDE, com o objetivo de conscientizar ciclistas e motoristas para a necessidade de respeitarem-se uns aos outros, além de promover a divulgação de ações preventivas contra acidentes envolvendo bicicletas, realizará uma série de matérias especiais, com dicas de segurança, manutenção, legislação e conduta adequada, no uso da bike em vias públicas.

Nesta matéria de abertura, apresentamos algumas das regras previstas em Lei, sobre a circulação de ciclos e bicicletas em vias públicas:

Pedestres têm prioridade sobre ciclistas; ciclistas têm prioridade sobre outros veículos:

Art. 29. O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas:
(…)
§ 2º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

Motoristas não devem “fechar” bicicletas:

Art. 38. Antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o condutor deverá:
(…)
Parágrafo único. Durante a manobra de mudança de direção, o condutor deverá ceder passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos que transitem em sentido contrário pela pista da via da qual vai sair, respeitadas as normas de preferência de passagem.

Ameaçar o ciclista com o carro é infração gravíssima, passível de suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo e da habilitação:

Art. 170. Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública, ou os demais veículos:
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa e suspensão do direito de dirigir;
Medida administrativa – retenção do veículo e recolhimento do documento de habilitação.

Colar na traseira do ciclista ou apertá-lo contra a calçada é infração grave:

Art. 192. Deixar de guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu veículo e os demais, bem como em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade, as condições climáticas do local da circulação e do veículo:
Infração – grave;
Penalidade – multa.

O carro deve dar preferência de passagem ao ciclista quando ele já estiver atravessando a via, mesmo se o sinal abrir:

Art. 214. Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado:
I – que se encontre na faixa a ele destinada;
II – que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo;
(…)
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa.
IV – quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada;
V – que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo:
Infração – grave;
Penalidade – multa.

Tirar fina é infração média (além de perigosíssimo para o ciclista):

Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta:
Infração – média;
Penalidade – multa.

Se a fina for em alta velocidade, serão duas multas (a média ali de cima mais essa grave aqui):

Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito:
(…)
XIII – ao ultrapassar ciclista:
Infração – grave;
Penalidade – multa.

A fina é considerada também uma ultrapassagem inadequada. Veja como o Código determina que deva ser feita uma ultrapassagem:

Art. 29. O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas:
(…)
XI – todo condutor ao efetuar a ultrapassagem deverá:
a) indicar com antecedência a manobra pretendida, acionando a luz indicadora de direção do veículo ou por meio de gesto convencional de braço;
b) afastar-se do usuário ou usuários aos quais ultrapassa, de tal forma que deixe livre uma distância lateral de segurança;
c) retomar, após a efetivação da manobra, a faixa de trânsito de origem, acionando a luz indicadora de direção do veículo ou fazendo gesto convencional de braço, adotando os cuidados necessários para não pôr em perigo ou obstruir o trânsito dos veículos que ultrapassou.

Lugar de bicicleta é na rua, no sentido dos carros e nas faixas laterais da via (inclusive na esquerda, embora geralmente seja bastante perigoso). E com preferência de uso da via.

Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.

O chamado bordo da pista é a lateral da via, mas sem uma definição clara de até onde é considerado bordo (por isso ocupe a faixa, é mais seguro):

BORDO DA PISTA – margem da pista, podendo ser demarcada por linhas longitudinais de bordo que delineiam a parte da via destinada à circulação de veículos.

Ciclovia é uma estrutura separada do fluxo dos carros (e não é lugar de pedestre):

CICLOVIA – pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum.

Ciclofaixa é uma faixa exclusiva para bicicletas:

CICLOFAIXA – parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos,delimitada por sinalização específica.

Ciclofaixas podem ser implantadas no sentido contrário ao fluxo da via:

Parágrafo único. A autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá autorizar a circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos automotores, desde que dotado o trecho com ciclofaixa.

Bicicleta pode ultrapassar carros pelo corredor quando estiverem parados ou aguardando em fila (quando estiverem em movimento, aguarde atrás deles como veículo e não se arrisque – saiba mais):

Art. 211. Ultrapassar veículos em fila, parados em razão de sinal luminoso, cancela, bloqueio viário parcial ou qualquer outro obstáculo, com exceção dos veículos não motorizados:
Infração – grave;
Penalidade – multa.

Somos proibidos de circular em vias de trânsito rápido (que não são qualquer avenida – veja definição mais abaixo), além de algumas outras coisinhas que pouquíssimos ciclistas sabem:

Art. 244, § 1º Para ciclos aplica-se o disposto nos incisos III, VII e VIII, além de:
a) conduzir passageiro fora da garupa ou do assento especial a ele destinado;
b) transitar em vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo onde houver acostamento ou faixas de rolamento próprias;
c) transportar crianças que não tenham, nas circunstâncias, condições de cuidar de sua própria segurança.

Inciso III – fazendo malabarismo ou equilibrando-se apenas em uma roda;
Inciso VII – sem segurar o guidom com ambas as mãos, salvo eventualmente para indicação de manobras;
Inciso VIII – transportando carga incompatível com suas especificações

Via de trânsito rápido, aquelas em que o ciclista não pode trafegar, são APENAS as que não tenham cruzamentos, acessos diretos a garagens e faixas de travessia (por exemplo, a Av. 23 de Maio, em São Paulo). Em todas as outras ruas e avenidas, PODE.

VIA DE TRÂNSITO RÁPIDO – aquela caracterizada por acessos especiais com trânsito livre, sem interseções em nível, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nível.

Quem está no carro, seja motorista ou passageiro, tem obrigação de olhar antes de abrir a porta, pois isso pode causar um acidente de graves consequências:

Art. 49. O condutor e os passageiros não deverão abrir a porta do veículo, deixá-la aberta ou descer do veículo sem antes se certificarem de que isso não constitui perigo para eles e para outros usuários da via.

Parágrafo único. O embarque e o desembarque devem ocorrer sempre do lado da calçada, exceto para o condutor.

Estacionar um carro na ciclovia ou ciclofaixa é infração grave, sujeita a multa e guincho (pois coloca em risco a vida do ciclista):

Art. 181. Estacionar o veículo:
(…)
VIII – no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público:
Infração – grave;
Penalidade – multa;
Medida administrativa – remoção do veículo;

Andar com o carro na ciclovia ou mesmo numa ciclofaixa é o mesmo que dirigir na calçada, infração gravíssima:

Art. 193. Transitar com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e divisores de pista de rolamento, acostamentos, marcas de canalização, gramados e jardins públicos:
Infração – gravíssima;
Penalidade – multa (três vezes).

Bicicleta na calçada, só com autorização da autoridade de trânsito e sinalização adequada na calçada:

Art. 59. Desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via, será permitida a circulação de bicicletas nos passeios.

Quer passar pela calçada ou atravessar com a bike na faixa? O CTB manda desmontar:

Art. 68. É assegurada ao pedestre a utilização dos passeios (…)
§ 1º O ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos e deveres.

Deixar de andar com a bicicleta em fila única pela rua é infração média:

Art. 247. Deixar de conduzir pelo bordo da pista de rolamento, em fila única, os veículos de tração ou propulsão humana e os de tração animal, sempre que não houver acostamento ou faixa a eles destinados:
Infração – média;
Penalidade – multa.

Bicicleta na calçada ou pilotagem “agressiva” é motivo para multa e apreensão da bicicleta (mas só pode apreender se fornecer um recibo!):

Art. 255. Conduzir bicicleta em passeios onde não seja permitida a circulação desta, ou de forma agressiva, em desacordo com o disposto no parágrafo único do art. 59:
Infração – média;
Penalidade – multa;
Medida administrativa – remoção da bicicleta, mediante recibo para o pagamento da multa.

Agora que você conhece as regras para circulação de bicicletas em vias públicas, ajude a divulgar este conteúdo para outros motoristas e ciclistas. Compartilhe a matéria em suas redes sociais e ajude a divulgar o nosso trabalho. Ah! Não deixe de curtir a página da Tribuna da Ride no Facebook, para receber notificações de nossas próximas matérias.

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Por Danilo Silva Pinto

A bicicleta tem se tornado um dos veículos mais utilizados nos grande centros urbanos, além de ser o equipamento utilizado em trilhas de entretenimento ou competições, passeios e ciclo viagens. Apesar de muito conhecida e abertamente utilizada, muito ainda se discute acerca de segurança no pedal.

Além do respeito às regras de trânsito, já que a bicicleta é um veículo e o ciclista é obrigado a seguir a mão de circulação dos demais veículos, jamais trafegando em sentido contrário, também não deve trafegar sobre calçadas e deverá descer da bike para atravessar na faixa de pedestres. Até aqui nada demais, mas quando falamos em equipamentos de segurança, existem algumas inconsistências no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que colocam em risco a segurança de ciclistas.

Segundo o CTB, e obrigatório o uso de buzina e espelho retrovisor em todas as bicicletas, para trafegar em vias públicas, porém o uso de capacetes e luvas não possui obrigatoriedade legal. A intenção desta matéria é chamar a atenção para a importância de investir em equipamentos de proteção, que são os verdadeiros salva vidas para o ciclista, seja ele profissional ou amador, mesmo que eles não sejam de uso obrigatório.

Capacete danificado após queda

Capacete danificado após queda

O capacete de ciclismo é confeccionado em material programado para quebrar em caso de impacto. Isso acontece para que a cabeça do ciclista seja protegida. Além de evitar o choque direto na cabeça com o solo, pedras, árvores e outros obstáculos, enquanto se quebra o capacete absorve parte do impacto, reduzindo a pressão do choque sobre o crânio.

Algumas pessoas podem até imaginar que em caso de queda, o ciclista poderá proteger a cabeça com os braços, ou mesmo saltar da bicicleta e evitar um choque mais forte. A realidade é bem diferente e quem já sofreu um acidente de bike sabe que em situações de média dificuldade a alta, é praticamente impossível realizar qualquer movimento para evitar a queda ou o choque de cabeças e ombros.

A grande maior parte das lesões em ciclistas acidentados, concentra-se na cabeça e nos ombros, isso porque ao cair, o corpo é projetado para a frente e pela ausência de um cinto de segurança, tende a ser arremessado com cabeça e ombros chegando primeiro ao solo. Esta situação concentra todo o peso do corpo, acrescido de aceleração sobre a parte que primeiro toca o chão. Quando o atleta não consegue virar-se a tempo de cair sobre as costas ou sobre os ombros, o capacete é a única coisa entre a superfície dura e o crânio. Um choque como este pode produzir um grave traumatismo craniano e inclusive levar à morte instantânea do atleta e é ai que entra a importância do capacete.

Outro equipamento que não deve faltar é a luva. Ao cair, a primeira coisa que um ciclista faz é colocar as mãos para proteger o rosto e a cabeça e a luva pode evitar escoriações ou mesmo graves lesões nas mãos. Imagine cair sobre cascalho e sem luvas. certamente o estrago será bastante significativo. A luva também auxilia na manutenção da temperatura em dias de frio e um melhor controle ao pedalar, por manter seco o contato entre as mãos e a bicicleta.

Para quem pedala à noite, iluminação é vital, tanto para sinalizar presença para quem vem atrás, quanto para permitir uma visão mais eficiente do caminho à frente. Lembre-se que para uma bike, um pequeno buraco, um quebra-molas ou uma pedra podem significar um tombo feio.

Capacete utilizado por ciclista acidentado em trilha. O atleta sofreu apenas escoriações

Capacete utilizado por ciclista acidentado em trilha. O atleta sofreu apenas escoriações

No último domingo um ciclista que fazia uma trilha nas proximidades de Valparaíso sofreu uma queda e bateu forte com a cabeça. O estrago no capacete dá uma noção do que teria acontecido se ele estivesse desprotegido, conforme pode ser visto na fotografia acima.

Eu mesmo sofri uma queda em 2013, em plena pista asfaltada e livre. Encontrei-me com um pequeno buraco, que me lançou metros à frente. Não fosse o capacete, certamente eu não estaria aqui escrevendo esta matéria.

Se você vai se aventurar ou mesmo trabalhar abordo de uma bike, invista em sua segurança e adquira equipamentos de boa qualidade. As lojas especializadas possuem diversas opções de capacetes, luvas e lanternas e os preços cabem no bolso.

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Por Danilo Silva Pinto

O que faria você aposentar o carro e ir de bicicleta para o trabalho? Considere, claro, que sua cidade já possui ciclovias e faixas especiais, segurança, sinalização, enfim, uma infraestrutura mínima para se pedalar. Quem sabe um incentivo financeiro? É exatamente isso que o governo francês resolveu fazer. Com a finalidade de estimular o uso da magrela como meio de transporte sustentável e saudável, a França lançou, nesta semana, um projeto experimental que paga R$ 0,77 (cerca de € 0,25) para cada quilômetro rodado.

Durante seis meses, 10 mil funcionários de 20 empresas participantes do teste serão recompensados pelo deslocamento para o trabalho sobre duas rodas. Se a adesão for um sucesso, uma segunda fase mais ampla será lançada.

A investida integra os esforços de estímulo do país à magrela previstos no Plano Nacional da Bicicleta, que inclui, por exemplo, a expansão dos serviços de aluguel de bikes e permissão para pedalar na contramão em algumas vias. Antecipando-se a críticas, o ministério dos Transportes da França afirmou que “favorecer quem vai de bicicleta ao trabalho é normal”, afinal, o transporte público e os carros já contam com subsídios do governo.

Resta saber se um dia veremos ações como esta aqui no Brasil. Em cidades como Brasília e mesmo aqui em Valparaíso, com topografia plana, o uso da bicicleta é, além de um aliado da boa saúde, um meio de transporte eficiente. Seria muito interessante que iniciativas como esta pudessem ajudar a desafogar o trânsito e estimular este esporte tão saudável. Até lé, vamos pedalando por prazer e como investimento em nossa qualidade de vida.

Fonte: Revista Bicicleta, com adaptações.

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Danilo Silva Pinto

Organizado pelo grupo de ciclistas Tartarugas no Pedal, o evento semanal Pedal das Crianças tem atraído ciclistas de todas as idades. Realizado todas as quartas-feiras, o evento tem o propósito de incentivar a prática do ciclismo por crianças e formar os atletas do futuro.

O grupo Tartarugas no Pedal já é tradicional em Valparaíso e é comum encontrar com seus atletas em todos os cantos da cidade e vizinhanças, seja dia ou noite. Organizados por meio do Facebook e do Whatsapp, sempre pedalam em grupos, percorrendo juntos ruas e rodovias e praticando trilhas em pontos turísticos da região. A ideia de iniciar um trabalho voltado para crianças tem por objetivo incentivar a prática da atividade esportiva e preparar a nova geração de ciclistas da cidade, além de promover um momento de lazer para a família, proporcionando aos atletas uma pedalada ao lado de seus filhos. Levados pelos pais e com o apoio dos ciclistas mais experientes e com muita alegria, as crianças percorrem as ruas da cidade, sempre nas noites de quartas-feiras, com saída na Praça da Etapa A. Na última edição, realizada nesta quarta 21 de maio, estiveram presentes mais de 50 ciclistas, entre adultos e crianças e o número de participantes cresce a cada semana. Extremamente cuidadosos, os organizadores se desdobram para manter a criançada sob controle e garantir segurança no pedal. A garotada, é claro, se diverte bastante e toma gosto pelo esporte. O projeto é apoiado por uma tradicional loja de bicicletas da cidade, que além de apoio logístico garante muita música com o carro de apoio, embalando o evento.

Além da gurizada, o grupo conta agora com um atleta cadeirante, que abordo de sua handbike chama a atenção por onde passa e dá um exemplo de superação, mas isso já é assunto para outra matéria que publicaremos em breve.

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Danilo Silva Pinto

Uma das práticas esportivas mais tradicionais de Brasília, o ciclismo é responsável por duas sensações incompatíveis, prazer e medo. Desde a pedalada no Parque da Cidade, passando pelo uso da bike como meio de transporte ou em competições, a bicicleta é uma das grandes paixões do brasiliense, mas pedalar tem se tornado uma atividade perigosa.

Além dos riscos inerentes à pedalada, como o trânsito e os obstáculos como buracos e falta de infraestrutura urbana adequada ao ciclismo, os constantes assaltos tem aterrorizado a vida dos ciclistas não só de Brasília, mas também em cidades vizinhas. Pedalar sozinho é quase proibido e é cada vez mais comum a formação de grandes grupos de ciclistas, seja para treinamento ou apenas para passeios. Pedalar em grupo foi a forma encontrada pelos atletas para driblar a insegurança e poderem utilizar suas bikes com mais tranquilidade.

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Hoje é comum encontrar grupos formados por dezenas ou até centenas de ciclistas percorrendo ruas e rodovias a qualquer hora do dia ou da noite, mas encontrar ciclistas solitários é cada vez mais raro. Quadrilhas especializadas em roubo de bicicletas agem livremente em toda a Região Metropolitana do Distrito Federal, atraídas por equipamentos cada vez mais caros e sofisticados. Uma bicicleta hoje pode chegar a custar mais de R$ 30 mil e as mais comuns no mercado superam facilmente os R$ 2.000,00.

No ano passado, uma etapa do Campeonato Brasiliense de Mountain Bike chegou a ser cancelada porque a organização preferiu não enfrentar o risco de assaltos em plena competição. A Trilha dos Toneis, tradicional e adorada pelos praticantes de Mountain Bike foi classificada como de altíssimo risco em 2013, graças ao alto número de ciclistas assaltados durante treinamentos na região.

A Floresta Nacional (FLONA) situada  entre Taguatinga e Braslândia, considerada um dos melhores terrenos para pedais de aventura no Distrito Federal também foi cenário de inúmeros assaltos, o que afastou os ciclistas. Até mesmo o Parque da Cidade, antes tomado de ciclistas tem sido palco de assaltos.

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Diante desta realidade, resta aos atletas se juntarem a grupos e se protegerem da ação dos bandidos. Pedalando em grupo os ciclistas tornam-se menos vulneráveis, uma vez que a grande quantidade de pessoas dificulta a ação dos assaltantes, que não conseguiriam render em segurança a dezenas de atletas. Graças aos grupos ainda é possível usufruir do prazer de uma boa pedalada. Abaixo listamos alguns dos grupos mais conhecidos na região:

Rebas do Cerrado: Grupo tradicional formado por praticantes de trilhas, percorrem toda a região com grande número de atletas. Possui membros de todo do Distrito Federal e vizinhança. Sua agenda e informações sobre o grupo podem ser conseguidas no portal http://rebasdocerrado.com.br/.

Grupo PED4L: Formado por atletas de Taguatinga e região, além de treinamentos para competição praticam pedais para iniciantes. Por segurança as agendas são divulgadas apenas internamente, mas às quartas-feiras realizam pedais para iniciantes, saindo pontualmente às 20 horas da Praça do DI em Taguatinga.

Tartarugas no Pedal: Atletas de Valparaíso de Goiás, Gama, Cidade Ocidental, Santa Maria, Riacho Fundo, Novo Gama e Luziânia se reúnem no grupo Tartarugas no Pedal e percorrem trilhas e rodovias de toda a região. às segundas-feiras realizam o pedal para iniciantes e às quartas-feiras percorrem o as ruas de Valparaíso no Pedal das Crianças, no qual incentivam a nova geração de ciclistas. Informações na página do Facebook https://www.facebook.com/pages/Tartarugas-no-Pedal-GODF/208136865948788?fref=ts.

PedalaGama: Grupo de atletas da cidade do Gama – DF.

Pedáguas: Grupo formado por moradores de Águas Claras – DF.

Pedal do Capitão: Com passeios noturnos semanais o grupo se reúne no Guará e percorre as ruas de Brasília.

Pedal do Keké: Semanalmente com pedais noturnos o grupo é formado por centenas de ciclistas e se reúne no Guará.

Mountain Bike Brasília: Grupo de ciclistas praticantes de trilhas de Brasília.

Além destes, existem outros grupos, portanto, se você é praticante de ciclismo ou pretende adquirir uma bike não deixe de pesquisar sobre as dezenas de grupos espalhadas por todo o DF e Região Metropolitana. Além de divertido, pedalar em grupo é muito mais seguro.

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