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corrupção

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A água sumiu das torneiras de Valparaíso de Goiás neste fim de semana, quase no mesmo ritmo em que sumiram milhões de reais da SANEAGO, no processo de corrupção que levou para a cadeia o Presidente do PSDB de Goiás.

Sofrendo com a falta d’água desde o dia 02 de setembro, moradores do Condomínio Green Park II apelam para água mineral e ajuda de vizinhos. Durante o fim de semana a SANEAGO informou a realização de manutenção na rede e prometeu retomar o abastecimento até as 23 horas deste domingo (04), mas até o presente momento, nenhuma gota de água saiu das torneiras.

Palco do escândalo de corrupção que levou para a cadeia, dentre outros o presidente do PSDB de Goiás e o próprio Presidente da companhia de águas de Goiás, a empresa foi alvo de violento desvio de dinheiro, para pagamento de despesas das campanhas políticas do partido do Governador Marconni Perilo (PSDB) e Leda Borges (PSDB).

Enquanto políticos desviam dinheiro público para enriquecimento ilícito e pagamento de despesas do PSDB e seus líderes, a qualidade do serviço cai a nível vexatório, deixando milhares de goianos sem água e com um péssimo atendimento.

“Estamos comprando água mineral para as necessidades básicas. Não tem água nem para escovar os dentes.” Relata morador.

Absurdo é que, em reclamações registradas hoje, a SANEAGO informou que já havia regularizado o fornecimento. Questionada, em cada ligação uma nova versão. Hora tem equipe em serviço, noutra não foram notificados da falta d’água, noutra a equipe já estaria sendo encaminhada, etc. Certo mesmo é que a única coisa eficiente na SANEAGO é a cobrança e a corrupção do PSDB.

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O presidente do Diretório Regional do PSDB em Goiás, Afreni Gonçalves, foi preso na manhã desta quarta-feira (24) em Goiânia dentro da Operação Decantação, deflagrada pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e Ministério da Transparência para investigar um esquema de desvio de recursos da Saneago, empresa pública de saneamento do Estado. As informações iniciais dão conta de que diversos agentes federais cumprem 120 mandados em Goiânia, Itumbiara, Formosa, Aparecida de Goiânia, Florianópolis e São Paulo.

Também foi preso o presidente da Saneago, José Taveira Rocha.

As investigações dão conta de que uma “quadrilha” se instalou na estatal e foi responsável pelo desvio de R$ 4,5 milhões em recursos federais, cujo dinheiro teria sido desviado para o financiamento de campanhas políticas.

São cumpridos 11 mandados de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 21 de condução coercitiva e 67 de busca e apreensão na sede de empresas envolvidas e do PSDB, em Goiânia, além de residências e outros endereços relacionados aos investigados.

A PF afirma que as investigação concluíram que há indícios de que dirigentes e colaboradores da Saneago promoveram licitações fraudulentas, por meio da contratação de uma empresa de consultoria envolvida no esquema.

Recursos federais do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), de financiamentos do Bando Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e da Caixa Econômica Federal foram desviados para pagamento de propinas e dívidas de campanhas políticas.

Ainda segundo a investigação, a consultoria contratada pela Saneago também é suspeita de favorecer empresas que participavam do conluio e que eram responsáveis, posteriormente, por doações eleitorais.

A Saneago possui uma dívida milionária para com a Prefeitura de Valparaíso de Goiás, referente aos repasses não realizados da verba para recuperação do asfalto cortado pela estatal goiana, para manutenção em sua rede de distribuição na cidade. Curiosamente, o responsável pela liberação deste pagamento à prefeitura é o Marco Túlio, filho da Vice Presidente estadual do PSDB Leda Borges.

Fica demonstrado que o PSDB, além de sabotar governos de oposição, dando calote em dívidas com o município, ainda saqueia a estatal, para pagar suas contas de campanha.

 

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Por Fred Gurgel

Em 2014 nós já denunciávamos durante a campanha que uma das empresas que financiavam a candidatura de Marconi Perillo era a ODEBRETCH, que à época era ligada, inclusive, a trabalho escravo. Em nossas denuncias, pontuávamos que a referida empresa era uma das que Marconi queria entregar a terceirização da CELG e SANEAGO. Menos de dois anos depois, o império de Marcelo Odebrecht virou alvo da Operação Lava Jato, que agora chega a sua 26ª fase conhecida como XEPA.
A Operação da Polícia Federal, enfim, chegou ao Governo de Goiás, e indícios apontam para inúmeras irregularidades. Segundo informações, um dos problemas está na construção do VLT, o governador Marconi Perillo (PSDB) autorizou um contrato de R$ 1,3 bilhão com a empresa. A investigada foi à única participante da licitação realizada em 2013 para a construção do transporte que substituiria o Eixo Anhanguera, em Goiânia. A previsão era de edificação de 12 estações e cinco terminais de integração. Nada foi feito até hoje.
E tudo indica que a obra que nunca saiu do papel não foi à única assumida pela Odebrecht em Goiás durante a gestão de Perillo. Razão da inquietação por parte dos aliados do governador, que articulam para manter o sigilo dos detalhes das negociações. Outro ponto levantado são respectivamente, as construções do aeroporto Santa Genoveva, em Goiânia e da arena Corinthians, em São Paulo, foram viabilizadas com o pagamento de propina pela Odebrecht.
A afirmação é do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos coordenadores da força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba. Segundo ele, os rastros de repasses ilegais apareceram em planilhas apreendidas que indicam o envolvimento da diretoria da Odebrecht que cuida da gestão do contrato com o Itaquerão. O procurador disse que ainda está em análise inicial a lista dos destinatários dos pagamentos.
Nesta fase, disse o procurador, o único estádio que apareceu foi o do Corinthians. Segundo ele, há indicativos de pagamentos de propina em outros estádios da Copa, segundo “indicativos de delações que ainda estão em andamento”.
Em Goiás, a grande apreensão na cúpula do governo estadual deve-se, principalmente, à certeza dos muitos negócios realizados pela construtora no Estado, apesar de João Santana não ter trabalhado em Goiás, talvez o motivo da Xepa não tiver chegado ao Estado em um primeiro momento. De acordo com o Ministério Público Federal é justamente a “estrutura secreta” da Construtora Odebrecht para “pagamentos ilícitos” o alvo atual da Lava Jato.
Marconi se livrou da Operação Monte Carlo que acabou em um acordão, mas agora, a XEPA poderá, enfim, deixar às claras o que, de fato, ocorre na gestão do Governo Estadual. Vamos aguardar!

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Operação do Ministério Público (MP) colocou atrás das grades suspeitos de participação em esquema de desvio de dinheiro público no Governo do Estado de Goiás.

O esquema descoberto pelo MP é na AGETOP, agência do Governo de Goiás, responsável por gerir os contratos de infraestrutura do Governo. Acredita-se que as investigações possam chegar a outros envolvidos, no que pode vir a ser mais um escândalo de corrupção do grupo liderado por Marconi Perillo (PSDB), que ficou famoso em todo o Brasil após a divulgação das suas ligações com o jogo do bicho. Segundo as investigações, ao lado de Carlinhos Cachoeira, Marcone e outras lideranças políticas do estado chefiaram o maior esquema criminoso da história de Goiás, com braços fortes em Valparaíso de Goiás. Diversos quartéis do jogo do bicho foram encontrados em Valparaíso durante as investigações e a denúncia aponta para a participação de diversas lideranças políticas de Valparaíso, ligadas ao governador Marconi Perillo.

A matéria abaixo é do site G1 e segue na íntegra:

O Ministério Público de Goiás (MP-GO) cumpre, na manhã desta terça-feira (11), mandados de prisão preventiva e temporária, condução coercitiva e busca e apreensão contra suspeitos de desviar dinheiro público de órgãos estaduais. O ex-deputado estadual Tiãozinho Costa (PTdoB) e o diretor de Obras Rodoviárias da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), José Marcos de Freitas Musse, estão entre os detidos. A operação ocorre em Goiânia e mais cinco municípios.

Advogado do PTdoB, Ronilson Reis disse ao G1 que Tiãozinho Costa está na sede do MP-GO prestando depoimento, mas não sabe de que o político é acusado. A defesa informou ainda que o cliente é proprietário de uma empresa de paisagismo. O filho do político, o cantor sertanejo Matheus Costa, e a mulher, Cleidiane Freire, foram conduzidos coercitivamente para o órgão.

O preside da Agetop, Jayme Rincón, está viajando, mas disse, em entrevista à Rádio CBN Goiânia, que está “tranquilo em relação a todos os atos de toda a diretoria da Agetop”. “Nossos procedimentos sempre estiveram à disposição da Justiça e dos órgãos de controle, todos os processos foram e são sempre fiscalizados e não tenho nenhuma dúvida em relação à lisura desses procedimentos”, disse.

Segundo Rincón, ele foi informado pelo advogado de Musse, Ovídeo Martins, que a origem da investigação é relacionada ao ex-deputado. A empresa do político teria prestado um serviço a uma empresa contratada pela Agetop para a realização de obras na GO-060.

O presidente defende Musse. “Ele é diretor de uma área de grandes investimentos e nunca houve um processo, um questionamento ou processo licitatório que tenha levantado qualquer tipo de suspeita. São situações que transcendem a administração da Agetop”, afirmou.

Mandados
Denominada Operação Compadrio, a ação conta com o apoio de 36 promotores de Justiça e cerca de 150 policiais militares. Segundo o MP-GO, em Goiânia foram cumpridas duas prisões preventivas, três temporárias e oito conduções coercitivas.

Em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, um mandado de prisão temporária e um de condução coercitiva foram cumpridos. Já em Araçu, no noroeste goiano, houve uma prisão temporária e duas conduções coercitivas.

Em Morrinhos, no sul do estado, promotores e policiais executaram duas conduções coercitivas. Houve uma prisão temporária em São Miguel do Araguaia, no norte de Goiás. Em Uruana, na região central do estado goiano, houve uma prisão temporária e sete conduções coercitivas.

O MP-GO não informou quantos dos 37 mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Os documentos foram expedidos pela juíza Placidina Pires, da 10ª Vara Criminal da Comarca de Goiânia.

Investigação
De acordo com o MP-GO, a ação consiste no desenrolar de uma investigação iniciada em 2013 para apurar “uma organização criminosa instalada em órgãos públicos”. Conforme os promotores, o grupo é suspeito de usar funcionários fantasmas e empresas laranjas para instrumentalizar desvios de dinheiro público.

Os suspeitos também são investigados por favorecimento em licitações públicas, lavagem de dinheiro e retirada fraudulenta de restrições bancárias, cartorárias e no cadastro de proteção ao crédito. Todos os crimes contavam com a colaboração e participação de funcionários públicos.

Fonte: G1

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Danilo Silva Pinto

Um prefeito, vereadores e até donos de carros de luxo foram beneficiados com verbas de programa federal criado para socorrer pequenos agricultores castigados pela seca no Nordeste.

O TCU (Tribunal de Contas da União) identificou irregularidades no Programa Garantia-Safra, gerido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e que distribuiu R$ 1 bilhão em 2013. Trata-se de uma espécie de bolsa, paga a agricultores quando ocorrem problemas climáticos que impedem a colheita nas regiões secas do Nordeste. No ano passado, cerca de 1,2 milhão de famílias de pequenos agricultores receberam R$ 850,00 cada, segundo dados do Ministério.

Para ter direito ao benefício o agricultor tem que ter renda familiar de até 1,5 salário mínimo e existem restrições quanto ao tamanho das propriedades. O cadastro é controlado e gerido pelas prefeituras e a verba retirada em bancos públicos.

Após cruzamento de listas do programa com bases de outros dados do governo, o TCU identificou cerca de 35 mil cadastros irregulares em 2012 e outros 31 mil em 2013. Segundo o relatório, cerca de 7,1 mil pessoas com renda superior a 1,5 salários receberam o benefício. Outras 11,4 mil pessoas ligadas ao poder público, dentre elas um prefeito e cinco vereadores receberam o benefício.

Outra irregularidade surgiu quando os Técnicos do TCU cruzaram dados do programa com lista de proprietários de veículos. Verificou-se que 135 mil beneficiários possuem veículos, sendo a maioria motocicletas, mas o órgão determinou investigação para apurar a presença de proprietários de veículos de luxo como Hilux, Pajero e Tucson entre os beneficiários do programa.

Os nomes e municípios com irregularidades não foram mencionados, mas sabe-se que o programa pagou cerca de R$ 66 milhões de forma indevida.

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Fonte: Editorial de arte Folhapress

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O ex-jogador do São Paulo e campeão mundial com a seleção em 1994 Raí, 48, elegeu como maior legado da Copa no Brasil o escancaramento dos problemas sociais e da falta de organização do país.

Raí afirmou em sabatina da Folha realizada na noite de quarta-feira, no MIS (Museu da Imagem e do Som de São Paulo) que a competição servirá para que o mundo descubra o verdadeiro Brasil.

Raí foi o primeiro de uma série de convidados da Folha, que ao longo do primeiro semestre irão discutir sobre os impactos da Copa.

Ele foi entrevistado por Naief Haddad, editor de “Esporte”, Paulo Vinícius Coelho, colunista da Folha, e Bernardo Itri, do “Painel FC”.

TRANSPARÊNCIA

O camisa 10 da seleção de 1994 criticou a organização da Copa por não explicar ao povo suas decisões e citou a ida do do governo britânico à TV para justificar os custos da Olimpíada de Londres-2012 como exemplo que deveria ter sido adotado no Brasil.

“Eles decidem fazer jogo no Amazonas e não tem detalhe. Não foi apresentado estudo. A questão é a falta de transparência, nada foi discutido com a sociedade. Ao contrário do que o Ricardo Teixeira [ex-presidente da CBF] falou, vai ter muito mais dinheiro público do que se imaginava.”

LEGADO

Para Raí, a Copa dará ao Brasil muito menos do que deveria. O ex-jogador lembrou que o país não aproveitou o Mundial para se organizar e nem para construir uma política esportiva. O que fica de positivo são as transformações de que a demonstração pública das mazelas pode provocar.

“Vamos lembrar que o TCU apontou irregularidades no Pan-Americano de 2007 e ninguém foi responsabilizado. O legado pode ser esse: descobrir os podres e mostrar a todos. Esse evento vai mostrar o verdadeiro Brasil para o mundo e para nós também.”

MANIFESTAÇÕES

Segundo o ex-jogador, protestos como os de junho do ano passado podem ajudar a expor ao exterior a insatisfação com a organização da Copa. Raí disse esperar que novas manifestações aconteçam durante a competição.

“Torço para que [manifestações] voltem. Elas estão expondo coisas nossas que não são legais, como a falta de planejamento e a violência, que são constrangedoras, mas isso é bom. O mundo não conhecia esse nosso lado.”

SUCESSÃO DA CBF

Raí criticou a administração do futebol brasileiro, mas negou intenção de um dia presidir a entidade e preferiu lançar o amigo Leonardo, seu parceiro em 1994 e sócio na Fundação Gol de Letra, como exemplo para comandar a CBF.

“Uma pessoa que tem esse desejo, mas não para agora, é capaz e inteligente é o Leonardo. Se a gente quer mudança, precisamos de nomes assim, de coragem. No mínimo, as coisas não ficariam iguais.”

BOM SENSO

O antigo capitão da seleção parabenizou o Bom Senso FC, movimento que conta com mais de mil jogadores e tenta conter os excessos de jogos.

“O Bom Senso já é uma realidade. Ele vai chegar longe, vai conseguir mudar o calendário, vai fazer um candidato da CBF defender suas causas. Espero que daí saia um movimento que transforme o sistema a médio prazo.”

SELEÇÃO

Segundo Raí, o Brasil só é um dos favoritos para ganhar a Copa porque joga em casa e tem em Felipão um técnico que vai conseguir transmitir aos jogadores a emoção de disputar um Mundial em casa.

“Digo que, se a Copa não fosse no Brasil, o Brasil não ganharia. Não por falta de jogadores, mas porque tem uma Alemanha, uma Espanha e uma Argentina à frente. Mas estamos jogando no Brasil, entra a magia e a paixão. O que o Brasil correu naquela final [da Copa das Confederações] contra a Espanha, nenhum preparador físico consegue explicar. O Felipão soube jogar com as manifestações, e os caras entraram em campo como se fossem representantes de tudo aquilo que estava acontecendo.”

Fonte: Folha

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A 3ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias de Belo Horizonte autorizou nesta quarta-feira (22), por meio de liminar, a quebra do sigilo bancário do senador Zezé Perrella (PDT-MG), de seu filho, o deputado estadual mineiro Gustavo Perrella (SDD), e do irmão do senador, o empresário Geraldo de Oliveira Costa. A medida foi tomada a partir de solicitação do MPE (Ministério Público Estadual) e bloqueia todos os bens da família. O prazo do recurso liminar é de dez dias.

De acordo com a denúncia do MPE, eles teriam dado prejuízos aos cofres públicos em contratos feitos sem licitação para a produção de grãos para o programa Minas Sem Fome, do governo de Minas Gerais, entre 2007 e 2009, época em que o Estado era governador pelo senador Aécio Neves (PSDB).

Ainda de acordo com o MPE, os Perrella e os dois ex-diretores da Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), Baldonedo Arthur Napoleão e Antônio Lima Bandeira, que também tiveram seu bens bloqueados, estão com todos os bens imóveis e veículos bloqueados. Na ação, os promotores pedem a condenação dos cinco acusados por improbidade administrativa.

Em 2010, em sua declaração à Justiça Eleitoral, o senador disse ter cerca de R$ 500 mil em bens. Já seu filho Gustavo declarou patrimônio de R$ 1,9 milhão em 2010, incluindo um carro BMW e quotas de empresas.

Procurados pela reportagem, funcionários dos gabinetes dos dois parlamentares, no Senado Federal e na Assembléia Legislativa de Minas Gerais, informaram que eles estão viajando e que os advogados não iriam comentar a decisão da Justiça. O irmão do senador e os dois ex-diretores da Epamig não foram localizados.

A liminar da Justiça também atinge a Limeira Agropecuária, empresa da família, com sede em Belo Horizonte. Semana passada, por meio de nota, a direção da Limeira disse que os contratos denunciados pelo MPE, foram elaborados por técnicos da Epamig. As cláusulas estabelecidas, de acordo com a nota, e as exigências feitas pela estatal “foram seguidas rigorosamente”.

A Limeira Agropecuária é a dona do helicóptero em que foram transportados 450 kg de cocaína. No entanto, o MPE não informou se o helicóptero entra na lista de bens bloqueados.

Fonte: UOL

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