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Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

A falta de investimentos do governo de Goiás em infraestrutura de energia elétrica foi a responsável por mais um apagão em Valparaíso de Goiás.

A rede de distribuição de energia elétrica da CELG, empresa do governo de Goiás responsável por levar energia até as casas das pessoas no estado, possui mais de 25 anos e não passou por qualquer investimento em modernização ou ampliação da sua capacidade.

Segundo levantamento feito em 2014, o problema das recorrentes faltas de energia em Valparaíso de Goiás não é falta de energia elétrica, mas na ineficiência da nossa rede de distribuição, que não comporta os quase 200 mil habitantes do município. Aliás, este não é um problema restrito a Valparaíso de Goiás, mas que alcança todo o estado.

O governador Marconi Perillo (PSDB) parece dormir diante dos problemas das cidades do entorno e nada faz para mudar esta realidade, que coloca a população em situação de vulnerabilidade. Já não bastasse a falta de policiamento nas ruas, os valparaisenses são obrigados a transitar por ruas escuras, porque a empresa alega não ter condição para ampliar a iluminação pública, sem sobrecarregar ainda mais o sistema já falido. Mas a taxa de iluminação pública está lá, todos os meses, cobrada na conta de todos.

Na edição deste fim de semana, a energia foi desligada às 11:30 do sábado (12) e somente voltou a funcionar pouco depois das 17 horas do domingo. Neste intervalo a central de atendimento da CELG se limitou a informar aos usuários que um curto-circuito havia causado uma pane na estação que atende a região e que o problema estaria sendo consertado, mas sem nenhuma previsão de retorno do fornecimento.

Em uma rede de distribuição em que, se um cachorro urinar no poste desliga uma central inteira, qual será o destino da população quando as chuvas chegarem pra valer? Estará o governador tomando alguma providência para que esta rede seja melhorada e consiga atender à demanda da sociedade?

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Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

Pelo segundo dia consecutivo, a falta de energia causa prejuízos e preocupa a população de Valparaíso de Goiás.

Após alguns meses de trégua a CELG volta a causar revolta e preocupação em Valparaíso de Goiás. A empresa pública do estado de Goiás, sob a responsabilidade do Governador Marconi Perilo (PSDB), conseguiu superar as dificuldades e em véspera das eleições de 2014, surpreendentemente, parou de faltar energia em Valparaíso e região. A aparente solução dos problemas no entanto, parece não ter vida longa e voltamos a verificar faltas de energia pontuais nas últimas semanas.

Desde quinta-feira (16) no entanto, a falta de energia por várias horas seguidas e atingindo um grande número de bairros da cidade demonstram uma preocupante perda de controle sob a qualidade do serviço. A rede de distribuição de energia elétrica do estado de Goiás já tem mais de 25 anos, sem passar por qualquer investimento em ampliação.

Os quase 200 mil habitantes de Valparaíso já não contam com iluminação pública de qualidade, já que a CELG alega não possuir capacidade instalada para alimentar uma rede de iluminação dimensionada para o tamanho da cidade. Para piorar, agora voltou a faltar energia de forma recorrente e duradoura em toda a cidade, causando prejuízos ao comércio e transtornos a moradores.

O estado de Goiás clama ao governador que cumpra a promessa de resolver o problema, melhorando a qualidade do serviço da CELG. Em uma cidade voltada para o comércio como Valparaíso, falta de energia significa má qualidade de vida, perda financeira e dificuldades para as famílias, seja pelas perdas ou pelo desemprego gerado pela incapacidade de manter as atividades do comércio.

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Fonte: A Tarde

Mesmo com o pacote de 2012 para reduzir o custo da eletricidade, o Brasil ainda tem a 11ª tarifa mais elevada do mundo, mostra levantamento da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). O valor é 8,8% superior à média de uma lista de 28 países selecionados pela entidade, que mantém uma espécie de “custômetro” da energia, permanentemente atualizado. Antes das medidas adotadas pela presidente Dilma Rousseff, o Brasil estava na quarta posição.

A tributação responde por boa parte do problema. Segundo a entidade, impostos e contribuições federais e estaduais, mais os encargos setoriais, que são taxas específicas cobradas junto com a conta, respondem por 36,6% da tarifa. Questionado, o Ministério de Minas e Energia não respondeu.

Existe uma explicação para o aumento do peso tributário nas contas de luz. “O consumidor de energia elétrica não tem para onde correr”, resume o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales. Todo mundo consome e os tributos são “insonegáveis”.

Como consequência, os governos federal e estaduais pesam a mão na hora de cobrar impostos do setor, de forma que hoje as empresas suportam uma carga desproporcional à sua fatia na economia. Pelos cálculos do Acende Brasil, o setor elétrico responde por 2,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Ao mesmo tempo, é responsável por 5,2% do PIS-Cofins e por 8,7% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Desconto

Se esses dois tributos fossem cortados à metade, as tarifas poderiam ter uma redução de 10%, estima Sales. Porém, as possibilidades de isso ocorrer são mínimas.

Há forte resistência dos Estados em abrir mão do ICMS que recolhem na conta de luz. Entre outras coisas, a arrecadação sobre a eletricidade, ao lado das contas de telefone e de combustível, sustenta as receitas estaduais e, em alguns casos, dá fôlego à prática da chamada guerra fiscal. A discussão sobre redução do ICMS estadual, que ganhou algum alento no ano passado, agora se encontra parada no Congresso Nacional.

Do lado federal, tampouco há perspectiva de redução do PIS-Cofins. Pelo contrário, a área técnica do Ministério da Fazenda propôs uma total reforma desses tributos, considerados extremamente complexos, mas a discussão parou por causa do impacto que a mudança teria na arrecadação.

A simplificação traria perdas, algo difícil de acomodar num momento em que o governo considera até cortar investimentos para melhorar o resultado de suas contas.

Aumento

O que está no horizonte, ao contrário de uma redução, é o aumento dos encargos setoriais. O pacote de redução da energia elétrica aumentou a lista de itens a serem bancados com recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), cuja arrecadação é insuficiente para fazer frente às obrigações.

No ano passado, as fontes de receita do CDE geraram R$ 1,9 bilhão. As despesas, por sua vez, atingiram R$ 16,8 bilhões. O Tesouro Nacional precisou injetar recursos para fechar a conta. Para este ano, as estimativas apontam para R$ 18 bilhões em gastos.

A CDE cobre, entre outras coisas, o custo de funcionamento das usinas térmicas, que têm energia cara e foram acionadas por mais tempo do que o esperado por causa da falta de chuvas.

A discussão do momento entre os Ministérios da Fazenda e de Minas e Energia é quanto ficará a conta das térmicas e quem a pagará: se o consumidor, na conta, ou se o contribuinte, por meio de tributos para ajudar o Tesouro a equilibrar as despesas.

Além desse aumento da CDE, existem no Congresso propostas de novas despesas a serem bancadas pelos encargos. O Acende Brasil detectou pelo menos sete projetos de lei criando novos programas, como conceder tarifas subsidiadas para entidades filantrópicas, para agricultores e empreendedores no Polígono das Secas, para usuários de balão de oxigênio e para a aquicultura. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Fonte: Correio Brasiliense

Segundo a companhia, o fornecimento será interrompido para manutenção preventiva com padronização de conexões, poda de árvores e ações para a melhoria do sistema de distribuição

A Companhia Energética de Brasília (CEB) informou que, nesta quinta-feira (6/2), faltará energia em algumas quadras e setores do Lago Sul, Samambaia, Santa Maria, Gama e São Sebastião. Segundo eles, o fornecimento de energia será interrompido para manutenção preventiva com padronização de conexões, poda de árvores e ações para a melhoria do sistema de distribuição de energia.

Confira os locais e horários onde ocorrerão os desligamentos programados pela CEB:

Lago Sul
8h às 12h – Condomínio Quintas da Alvorada, chácaras Bela Vista e Taboquinha;
9h às 15h – SHIS, QL 12, Conjunto 10;
13h às 17h – Condomínio Quintas da Alvorada, Gleba II, lotes pares de 14 a 26 e lotes ímpares de 15-A a 33-A.

Samambaia

9h às 13h – QR 613, Conjunto 1, lotes 2 a 32; Conjunto 2, todos os lotes; Conjunto 3, lotes 1 a 23; Conjunto 4, todos os lotes; QR 615, conjunto 1 e 2, todos os lotes; Conjunto 3, lotes 1 a 38; Conjunto 4, lotes 1 a 23; conjuntos 5 e 6, todos os lotes; Conjunto 7, lotes 1 a 20 e 34; Conjunto 8, lotes 1 a 29; conjuntos 9 e 10, todos os lotes; Conjunto 11, lotes 1 a 36; Centro Comunitário; Conjunto 12, todos os lotes e QS 615, conjuntos A, C, E e I;
9h às 15h – QR 411, Conjunto 3, lotes 20 a 36; Conjunto 4, lotes 14 a 25; conjuntos 5 e 6, todos os lotes; Conjunto 7, lotes 1 a 15, 27 e 28; Conjunto 8, lotes 1 a 12 e 24 a 26.

Santa Maria

9h às 14h – QR 116, conjuntos A ao E, todos os lotes; Conjunto F, lotes 1 a 8 e 20 a 22; Comércio Local; QR 115, Conjunto E, lote 10.

Gama

9h às 15h – Núcleo Rural Casa Grande, chácaras Dois Irmãos, Bom Recanto, São Francisco e Orscht; sítios Bem Ti Vi, Pau Brasil e Vaca Branca; Núcleo Rural Ponte Alta, chácaras Fortaleza, Paraíso das Águas, Canaã, Esperanto, Guarani, Saudade, N. Sra. Aparecida, Recanto Nº 20, 52 a 56, 58 a 61, 94; Recanto dos Buritis, Esperança, 11, 12, 19 a 22, 25, 27, 40, 49, 64, 65, 67, 68, 78, 85, 90, Minas Gerais e Sucupira Nº 28; Fazenda Buriti Tição, Recanto Amaralina e sítios Hargraves e Meneses.

São Sebastião

10h às 14h – BR 251, km 31, chácaras Limoeiro, Boa Esperança, Dois Irmãos, Triangulo I, II e III, Itaipava, Santa Helena, Megaforte, Vitória, São Sebastião, Boa Sorte, Nova Flórida, Beltrão, Nova Jerusalém, Boi Gordo, Santa Luzia, Monte das Oliveiras, Manancial de Vida, Santa Fé, Bahia, Liberdade, Bela Vista, Tucane, Manga Larga, Santa Isabel, Paraíso, Divino, Geraldo, Sol Nascente, Monteiro, e de 1 a 13, 28 e 29; Assentamento Nova Vitória, cerâmicas Mineira e Três Irmãos; Associação Treze de Maio; Núcleo Zumbi dos Palmares, chácaras 3, 5 a 9, 12, 13 e 16.

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