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Da redação:

A loja Fujioka do Shopping Sul, em Valparaíso de Goiás, chama consumidor para acordo, mas não apresenta proposta para sanar propaganda enganosa. Hipocritamente, queria apenas que o cliente acatasse às suas exigências, para por fim ao imbróglio.

Na sequência das publicações acerca da propaganda enganosa da loja Fujioka do Shopping Sul, o consumidor Danilo Pinto, lesado por uma oferta enganosa de Garantia Estendida Fujioka, continua a receber propostas indecentes. Desta vez foi a seguradora Cardif do Brasil, que administra o contrato, que poucas horas após a publicação de mais uma matéria sobre o caso, procurou o cliente para um “acordo”.

Seria o natural, principalmente se se tratasse de uma empresa séria, contudo, a Fujioka não apresentou nenhuma proposta. A solução sugerida foi o consumidor cumprir as exigências não previstas no negócio, para que realizem a prometida e contratada troca do produto com defeito.

A única mudança no procedimento ofertado, é que ao invés de ir ao Correio e postar o produto, o cliente poderia entrega-lo na loja, para que esta se encarregasse de remeter o equipamento ao laboratório. Se o problema fosse o deslocamento até os Correios, seria uma solução. Mas não se trata disso!

O questionamento do consumidor gira em torno do que foi ofertado, em relação ao que se pretende entregar. A oferta foi de troca imediata, sem burocracia, direto no balcão. O vendedor chegou a declarar que não seria necessário entregar o equipamento com defeito, que poderia ser consertado a próprio custo pelo consumidor. Além disso, a dita garantia estendida traz em seu contrato cláusula que promete garantia idêntica à ofertada pelo fabricante do produto. Em nota emitida ao PROCON, o fabricante declara que seus aparelhos celulares não precisam passar por qualquer perícia e que devem ser trocados, sem questionamento ao consumidor. A empresa se nega a cumprir o que vendeu, criando para o cliente dificuldades não previstas.

O mesmo cliente já havia acionado este serviço em outra compra, tendo sido atendido exatamente na forma como se prometeu. Com a mudança de procedimento, após a contratação do novo serviço, fica configurada a lesão ao direito do consumidor.

Na ausência de acordo com a Fujioka, o cliente vai acionar a justiça para reparação dos prejuízos e danos causados pela Fujioka, além de promover uma série de propagandas negativas, em diversos veículos de comunicação, para chamar a atenção da sociedade, evitando que outros consumidores sejam vítimas deste golpe. “Não me importo de gastar mais que o valor nominal do equipamento, para alertar à população do risco de contratar esta Garantia Estendida Fujioka. Uma empresa que não respeita seus clientes e muda as regras no meio do jogo não deve ser esquecida, afinal, a cada consumidor lesado, os donos da empresa ficam mais ricos”. Afirma Danilo.

Este não é um caso isolado. A Fujioka do Shopping Sul já foi denunciada por outros consumidores, como é o caso da imagem principal desta matéria, colhida em rede social.

 

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A loja Fujioka do Shopping Sul, em Valparaíso de Goias, foi denunciada na Tribuna da Ride na semana passada, em razão de propaganda enganosa. Após a publicidade, loja entrou em contato com o consumidor lesado e se comprometeu a resolver o problema, mas sequer se deu ao trabalho de retornar a ligação para dar uma satisfação ao cliente.

Após denunciar na Tribuna da Ride o caso da propaganda enganosa do produto Garantia Estendida Fujioka, o consumidor Danilo Pinto recebeu ligação da gerência da loja, prometendo resolver o problema. Após uma troca de ligações, em que a loja buscou informações e prometeu resolver o caso, garantindo que o consumidor teria seu atendimento realizado com brevidade, silêncio…

Na proposta de solução, a loja garantiu que não haveria necessidade de buscar a justiça, nem tampouco de enfrentar dificuldades para resolver o caso. Apesar disso, o consumidor não recebeu mais nenhum contato da empresa e acabou por procurar o gerente para saber se haveria solução. Foi surpreendido com uma ausência total de resposta, no que o gerente apenas informou que pressionou a Fujioka e a seguradora, mas que ambas não apresentaram nenhuma solução. Mais uma vez o gerente pediu prazo até o dia seguinte e não mais retornou a ligação.

Neste domingo (08) o cliente foi até a loja e recebeu do gerente a informação de que não conseguiu uma solução, porque a seguradora insiste em exigir um procedimento não previsto na comercialização do produto. Sequer uma ligação com a resposta, mesmo que negativa, foi realizada.

Vale ressaltar que muito além da propaganda enganosa, pela qual a empresa anuncia a troca imediata e sem burocracia do produto, inclusive sem a necessidade de entregar o aparelho com defeito, o contrato traz como cláusula a “garantia idêntica à do fabricante”. Esta cláusula até poderia ser aplicada para inviabilizar o cumprimento da promessa de venda, mesmo configurando-se a propaganda enganosa, mas por determinação do próprio fabricante, em nota remetida ao PROCON, os aparelhos fornecidos por eles não precisam passar por qualquer avaliação ou perícia e devem ser trocados imediatamente. Apesar disso a Fujioka se nega a efetuar a troca, seja pelo cumprimento de sua oferta de troca sem burocracia, direto no balcão, ou mesmo pelo cumprimento do contrato da garantia estendida, que prevê tratamento idêntico ao do fabricante, neste caso, a troca imediata e sem questionamentos.

Diante do exposto, fica evidenciada a má fé da Fujioka, que não tem qualquer respeito pelo consumidor e continua a vender um produto que não está disposta a entregar, além de tentar enganar mais uma vez o cliente, com promessas vazias de solução.

O caso será entregue a justiça, sem prejuízos dos valores correspondentes às perdas profissionais, por se tratar de uma ferramenta de trabalho, bem como dos danos materiais e morais, decorrentes do desgaste causado pela propaganda enganosa e de sua resultante busca infrutífera por uma solução administrativa.

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Por Danilo Pinto

Por Danilo Pinto

A loja Fujioka do Shopping Sul, em Valparaíso de Goiás comercializa uma garantia estendida para eletroeletrônicos, que não corresponde à realidade. Propaganda enganosa!

Comprei alguns celulares na Fujioka do Shopping Sul, em Valparaíso de Goiás. Destes, 3 apresentaram defeito e como havia comprado as garantias estendidas, requisitei o seguro. Na primeira oportunidade, em 2015, um aparelho foi trocado, sem burocracia, cumprindo o prometido.

O segundo aparelho, por ser de valor superior a R$ 600,00 reais, foi reparado em assistência técnica, conforme combinado na compra e está em perfeito funcionamento.

Mas quando fui solicitar a troca de um terceiro, que apresentou defeito esta semana, fui surpreendido com uma mudança na regra, no meio do jogo. Apesar de o produto “Garantia Estendida Kujioka”, contratado naquela loja, prever a troca do produto, querem que eu o encaminhe para São Paulo e aguarde 30 dias para receber a resposta, sobre a efetivação da troca ou não. Aonde foi parar a promessa de troca rápida e simples, direto no balcão?

Vale reforçar que o argumento de venda da loja deixava claro que eu sequer precisaria apresentar o aparelho com defeito, que poderia permanecer em meu poder, conforme aconteceu na troca anterior. Claro que fiz questão de levar o equipamento e demonstrar que ele não funciona, mas sem sucesso, porque a regra mudou.

Não bastasse isso, na loja o gerente se esquivou de responsabilidade, reforçando que a regra agora é esta e que eu terei que me adequar. Ora! Quando fui comprar a proposta era uma coisa, quando vou receber o benefício a regra mudou? Isso é propaganda enganosa.

Não caia neste golpe! Garantia Estendida Fujioka é propaganda enganosa!

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Danilo Silva Pinto

Um prefeito, vereadores e até donos de carros de luxo foram beneficiados com verbas de programa federal criado para socorrer pequenos agricultores castigados pela seca no Nordeste.

O TCU (Tribunal de Contas da União) identificou irregularidades no Programa Garantia-Safra, gerido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e que distribuiu R$ 1 bilhão em 2013. Trata-se de uma espécie de bolsa, paga a agricultores quando ocorrem problemas climáticos que impedem a colheita nas regiões secas do Nordeste. No ano passado, cerca de 1,2 milhão de famílias de pequenos agricultores receberam R$ 850,00 cada, segundo dados do Ministério.

Para ter direito ao benefício o agricultor tem que ter renda familiar de até 1,5 salário mínimo e existem restrições quanto ao tamanho das propriedades. O cadastro é controlado e gerido pelas prefeituras e a verba retirada em bancos públicos.

Após cruzamento de listas do programa com bases de outros dados do governo, o TCU identificou cerca de 35 mil cadastros irregulares em 2012 e outros 31 mil em 2013. Segundo o relatório, cerca de 7,1 mil pessoas com renda superior a 1,5 salários receberam o benefício. Outras 11,4 mil pessoas ligadas ao poder público, dentre elas um prefeito e cinco vereadores receberam o benefício.

Outra irregularidade surgiu quando os Técnicos do TCU cruzaram dados do programa com lista de proprietários de veículos. Verificou-se que 135 mil beneficiários possuem veículos, sendo a maioria motocicletas, mas o órgão determinou investigação para apurar a presença de proprietários de veículos de luxo como Hilux, Pajero e Tucson entre os beneficiários do programa.

Os nomes e municípios com irregularidades não foram mencionados, mas sabe-se que o programa pagou cerca de R$ 66 milhões de forma indevida.

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Fonte: Editorial de arte Folhapress

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