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Por Danilo Pinto

Apesar de a Prefeitura de Valparaíso de Goiás já ter recebido mais de R$ 1,3 milhões este ano, destinados à merenda escolar, a Escola Monteiro Lobato encaminhou recado aos pais e responsáveis, comunicando a suspensão do Programa Mais Educação, sob alegação de falta de merendeiras.

Segundo o comunicado, a Secretaria Municipal de Educação já teria sido comunicada e o retorno do atendimento à comunidade estudantil dependerá da solução a ser apresentada pela entidade.

Apesar do momento delicado por que passa o Brasil, com montanhas de dinheiro sendo roubadas do povo por políticos irresponsáveis e uma gestão ilegítima, sustentada por compra de deputados e do judiciário, não parece que tenhamos chegado ao ponto de cortar merenda das crianças.

Se compararmos gestões, veremos que um dia sem merenda na gestão da ex-prefeita Lucimar Nascimento, por problema com fornecedor, era tratado pelos atuais gestores como uma aberração e, os mesmos críticos do passado, cortam merenda e aulas por tempo indeterminado e ainda tem a cara de pau de pedir compreensão dos pais e responsáveis.

À medida que o tempo passa a sociedade toma consciência de que a atual gestão é um embuste, capaz de sacrificar os mais frágeis, para manter seus privilégios. Enquanto isso, os problemas da cidade se avolumam, sem solução, sem explicação e sem atenção do Prefeito e de sua madrinha, que tanto prometeram resolver os problemas criados por eles mesmos, ao sustentarem um governador que ignora a existência de Valparaíso de Goiás.

Comunicado da suspensão de aulas por falta de merenda

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O presidente do Diretório Regional do PSDB em Goiás, Afreni Gonçalves, foi preso na manhã desta quarta-feira (24) em Goiânia dentro da Operação Decantação, deflagrada pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e Ministério da Transparência para investigar um esquema de desvio de recursos da Saneago, empresa pública de saneamento do Estado. As informações iniciais dão conta de que diversos agentes federais cumprem 120 mandados em Goiânia, Itumbiara, Formosa, Aparecida de Goiânia, Florianópolis e São Paulo.

Também foi preso o presidente da Saneago, José Taveira Rocha.

As investigações dão conta de que uma “quadrilha” se instalou na estatal e foi responsável pelo desvio de R$ 4,5 milhões em recursos federais, cujo dinheiro teria sido desviado para o financiamento de campanhas políticas.

São cumpridos 11 mandados de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 21 de condução coercitiva e 67 de busca e apreensão na sede de empresas envolvidas e do PSDB, em Goiânia, além de residências e outros endereços relacionados aos investigados.

A PF afirma que as investigação concluíram que há indícios de que dirigentes e colaboradores da Saneago promoveram licitações fraudulentas, por meio da contratação de uma empresa de consultoria envolvida no esquema.

Recursos federais do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), de financiamentos do Bando Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e da Caixa Econômica Federal foram desviados para pagamento de propinas e dívidas de campanhas políticas.

Ainda segundo a investigação, a consultoria contratada pela Saneago também é suspeita de favorecer empresas que participavam do conluio e que eram responsáveis, posteriormente, por doações eleitorais.

A Saneago possui uma dívida milionária para com a Prefeitura de Valparaíso de Goiás, referente aos repasses não realizados da verba para recuperação do asfalto cortado pela estatal goiana, para manutenção em sua rede de distribuição na cidade. Curiosamente, o responsável pela liberação deste pagamento à prefeitura é o Marco Túlio, filho da Vice Presidente estadual do PSDB Leda Borges.

Fica demonstrado que o PSDB, além de sabotar governos de oposição, dando calote em dívidas com o município, ainda saqueia a estatal, para pagar suas contas de campanha.

 

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Segundo publicação do Jornalista Helio Porto, da Rádio Mega FM, político conhecido como Miguelzinho da Saúde, ou Miguelzinho do Cais é flagrado em tentativa de fraude eleitoral, com objetivo de fortalecer coligação do grupo de Leda Borges.

Logo após registrar a ata da convenção do PRB, que firmou coligação do partido com o PR, em apoio ao candidato a prefeito Afrânio Pimentel, os dirigentes do partido se depararam com o senhor Miguelzinho do Cais, também conhecido como Miguelzinho da Saúde, que tentava registrar uma segunda ata, de alegada convenção em apoio ao candidato Pabio Mossoró (PSDB).

No susto, os dirigentes do PRB acionaram a polícia e registraram boletim de ocorrência por crimes de falsidade ideológica e falsificação de documentos. Estranhamente, o senhor Miguelzinho teria conseguido registrar uma comissão executiva do PRB, mesmo já havendo uma Comissão Executiva formada no município. Ao levantar a situação, verificou-se que a ata de fundação do diretório de Miguelzinho teria contado com grosseiras falsificações de assinaturas de alguns dirigentes do PRB.

Os dirigentes negaram a realização desta convenção apresentada por Miguelzinho e declararam que as assinaturas das atas são falsas. Declararam ainda que levarão o caso às últimas consequências cíveis, eleitorais e criminais.

O Presidente do PRB em Valparaíso de Goiás, Waldir Gianesini, declarou à Tribuna da Ride que esta convenção alegada por Miguelzinho não foi realizada e que o acusado teria fraudado documentos do partido, com o objetivo de se unir ao candidato Pábio Mossoró.

O grupo de Leda Borges já agiu anteriormente para implodir um partido, na véspera do encerramento do prazo para convenções. Em 2012, quando Leda disputava e perdeu a reeleição para Lucimar Nascimento (PT), o PSB entrou em rota de colisão, após membros ligados à chefe do PSDB de Valparaíso promoverem uma baderna sem precedentes, para impedir que a maioria absoluta registrasse a coligação com o PT de Lucimar, o que ocasionou o cancelamento da convenção do partido. Na ocasião, todos os pré-candidatos da agremiação ficaram de fora das eleições.

Esta ação criminosa é uma amostra do que são capazes de fazer os políticos ligados a Leda Borges e Marconi Perillo, para chegarem ao poder.

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Por Danilo Pinto

Por Danilo Pinto

Oito partidos prestigiaram a apresentação de Roberto Martins como pré-candidato a prefeito de Valparaíso de Goiás pelo Partido dos Trabalhadores, em cerimônia realizada no Espaço Lago, no último dia 20.

A cerimônia foi realizada com casa lotada, dando uma boa impressão quanto à aceitação do nome de Roberto, ao mesmo tempo em que cresce a sua aceitação nas ruas da cidade. Por onde passa, Roberto tem causado boa impressão e se destaca, principalmente, por ser ficha limpa.

Jovem e bem preparado, Roberto é apontado como a novidade no cenário político. Diante de velhos conhecidos da população, muitos envolvidos em processos e denúncias de corrupção e improbidade administrativa, o petista representa para muitos a mudança que o povo deseja.

Roberto se disse animado e com disposição para trabalhar e foi elogiado por não ter preguiça. Segundo correligionários, o pré-candidato tem participado de atividades de pré-campanha de forma incansável, determinado a vencer as eleições de 2016.

“Não tem hora para ele e é difícil acompanhar a sua vontade de trabalhar. Se chamar de madrugada, ele levanta da cama e vai pra rua. É espantoso!.” Afirma um apoiador.

No atual cenário, Roberto deve disputar as eleições com o vereador Afrânio Pimentel do PR e o candidato do PSDB, que segundo circula nas rodas políticas, não deverá mais ser o vereador Pabio Mossoró, estacionado em 6% de intenção de votos e que sofre grande rejeição nas ruas. Fala-se em Leda Borges, que foi eleita deputada estadual e não assumiu o mandato. Se for candidata a prefeita e vencer as eleições, Leda deverá abandonar também a prefeitura, para assumir a suplência do governador Marconi Perilo no Senado Federal.

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Por Danilo Pinto

Por Danilo Pinto

Qual será a posição de Afrânio Pimentel (PR), após Leda Borges (PSDB) atender ao seu pedido de declarar publicamente que ela será candidata a prefeita de Valparaíso de Goiás?

Durante meses a Tribuna da Ride afirmou que Leda não abriria mão de ser a candidata do grupo e que Afrânio, Pábio Mossoró (PSDB) e Dr. Marcus Vinícius (PTdoB) apenas guardariam o lugar, para depois serem obrigados a apoiar a chefe do grupo.

Pábio não terá coragem de se rebelar e certamente apoiará a candidata de seu partido, mesmo contrariado em seus interesses pessoais. De qualquer forma, deverá saber que não decolaria para o executivo, seja por falta de carisma ou mesmo por não possuir serviços prestados pelo município como vereador. Limitou-se a usar o cargo para perseguir a prefeita Lucimar Nascimento (PT), tentando abrir caminho para uma candidatura falida.

Marcus Vinícius é ainda muito jovem, inclusive com pouca experiência política e também não conseguiu construir a base necessária para concorrer em condição de vitória, mas já declarara que não apoiaria Leda Borges em hipótese alguma, por acreditar que compromisso não pode ser quebrado. Resta saber se vai sustentar sua posição ou se vai “vender” seu brio pessoal e perdoar a traição.

O caso mais emblemático é o de Afrânio Pimentel. Afrânio decolou e se tornou o principal nome da oposição. Reúne os argumentos necessários para justificar sua candidatura e abriu mão de se candidatar a deputado em 2014, atendendo ao apelo de Leda, após firmado o compromisso pelo qual a presidente do PSDB em Valparaíso não seria candidata a prefeita, independente do cenário e apoiaria um dos três vereadores do grupo, aquele que se destacasse nas pesquisas em dezembro de 2015. Afrânio aparece empatado tecnicamente com Leda em todas as pesquisas de opinião, inclusive superando-a em muitos casos, o que injustifica a atitude de sua correligionária.

Em sua declaração, Leda disse não ter encontrado candidatos preparados para gerir o município e desta forma desqualificou Afrânio e os demais, afirmando que deverá ser a candidata do grupo, para tirar Lucimar do poder.

Esta afirmação deixa Afrânio em uma difícil situação. Se sair candidato independente ou com apoio de Dr. Marcus Vinícius, divide o grupo e entrega a reeleição nas mãos de Lucimar. Mas por outro lado, se apoiar Leda Borges, estará assinando sua falência política e jogando no lixo toda uma história, assumindo uma posição de submissão a que a população jamais perdoará.

Como se posicionará Afrânio, diante deste impasse? A resposta a esta pergunta definirá os rumos políticos de Valparaíso de Goiás e Afrânio tem nas mãos uma oportunidade única de dar o troco em Leda, ajudando a afunda-la politicamente. Sempre se declarou oposição a Lucimar, mas quando foi presidente da Câmara, agiu de forma equilibrada e não atrapalhou a gestora municipal. Apoiar Lucimar ou eventualmente acertar para ser seu vice seria o melhor caminho para o Pica-pau, como é conhecido. Além de derrotar Leda nas urnas, seria candidato natural em 2020, com pelo menos mais quatro anos para preparar sua base e se tornar imbatível, em uma disputa direta contra a própria Leda Borges.

É sabido que Afrânio hoje é maior que Leda Borges politicamente. Alguns fatores que contribuem para isso são a fama de não cumprir acordos de Leda e o abandono da vaga de deputada estadual, que Leda trocou por uma secretaria, em favor de um amigo do governador Marconni Perilo (PSDB) que sequer conhece Valparaíso.

Leda jogou no lixo o sonho de Valparaíso de ter um deputado. Foi eleita e não assumiu o cargo, apesar de afirmar que é deputada e secretária. A Lei não permite acúmulo de cargos neste caso e essa é mais uma mentira que Leda tenta empurrar para a população que a elegeu e não a viu representa-los na Assembléia Legislativa por um único dia sequer.

Por incrível que pareça, Afrânio pode ser prefeito de Valparaíso em 2020, derrotando aquela que lhe tirou esta oportunidade em 2016. Basta ajudar a derrota-la agora e ganhar dela em 2020, quando certamente será muito mais forte do que é agora.

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Por Danilo Pinto

Por Danilo Pinto

O vereador e pré-candidato a prefeito de Valparaíso de Goiás, Afrânio Pimentel (PR), declarou não se abalar com a traição de Leda Borges (PSDB). Ao quebrar acordo político, Leda abriu espaço para Afrânio caminhar com as próprias pernas e isso ficou claro após o presidente do PR, Henrique das Cirurgias, declarar que Afrânio será candidato a prefeito pelo partido.

Falando à imprensa de Valparaíso e ao lado do colega de legenda, Henrique lançou Afrânio pré-candidato pelo PR nas eleições de 2016. A decisão foi tomada após a ex-prefeita Leda Borges romper o compromisso firmado entre ela e os principais nomes da oposição. Pelo acordo, em troca de apoio à sua candidatura para deputada estadual em 2014, Leda apoiaria o pré-candidato melhor colocado nas pesquisas, às vésperas da convenção, mas em vídeo publicado nas redes sociais, ela e o deputado federal Célio da Silveira (PSDB), declararam apoio a Pábio Mossoró, que ainda ontem, declarou na Câmara de Vereadores que seria o candidato do partido. “O PSDB tem candidato e este candidato sou eu!” Declarou Pábio.

Afrânio declarou à Tribuna da RIDE, diante de testemunhas, que não abre mão da candidatura por imposição e que não apoiará um candidato do PSDB, diante do cenário criado por Leda. Pessoas ligadas ao vereador dizem que ele teria comentado que é mais fácil caminhar com a prefeita Lucimar do que andar com Leda Borges, após esta quebra de confiança.

Afrânio acredita ainda que a candidata do grupo será de fato Leda Borges, conforme afirmam os especialistas em política. Para ele, a secretária do governador vai fritar o vereador Pábio Mossoró, para preparar a sua própria candidatura.

A sociedade valparaisense cobra de Leda Borges uma postura e alguma dignidade. Tendo recebido 22 mil votos em Valparaíso, Leda foi eleita deputada estadual, mas negociou o mandato com o governador e abriu mão de cumprir seu compromisso de representar a população da cidade. Escondida numa secretaria de estado e com a família faturando alto, prepara o terreno para tentar a revanche contra Lucimar, de quem perdeu por larga vantagem em 2012. Mas o que a sociedade espera de fato é que ela venha a público e declare seu real interesse. Leda será candidata em 2016.

Toda a sociedade sabe que ela não vai abrir mão de disputar a prefeitura, nem que para isso, precise destruir seus parceiros políticos, como tenta fazer com Afrânio e como certamente fará com Pábio, que será mantido em evidência, para que ela própria e suas dezenas de processos judiciais não sejam explorados pela imprensa e pela oposição. No momento certo dará o bote.

Fica a pergunta: Terá Leda coragem de assumir um compromisso público de não se candidatar? E se o fizer, vai cumprir ou será apenas mais um compromisso quebrado em sua carreira? Certo é que Leda está encolhendo como política, vítima de sua própria ganância e da fama de trapaceira, tendo inclusive enganado 22 mil eleitores, que cobram dela a deputada que elegeram.

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Por Danilo Pinto

Por Danilo Pinto

Ontem noticiamos que Leda Borges (PSDB) teria lançado Pabio Mossoró (PSDB) pré-candidato do seu grupo e abandonado o acordo com Afrânio Pimentel (PR). Em vídeo o deputado federal Célio da Silveira (PSDB) confirmou o que todo mundo já sabia. Leda não vai cumprir o acordo.

Afrânio aparece como principal nome da oposição na corrida pela prefeitura de Valparaíso de Goiás, mas apesar disso, Leda Borges rasgou o acordo pelo qual recebeu o apoio de Afrânio em 2014, em troca de apoia-lo em 2016. Pelo acordo, o candidato do grupo seria definido após a pré-campanha, entre Afrânio, Pábio e Marcus Vinícius, aquele que se saísse melhor.

Como de costume, Leda não cumpre a palavra e lançou prematuramente, a pre-candidatura de Pábio, em evento no qual o deputado Célio da Silveira gravou um vídeo afirmando que a decisão já fora tomada. Para Afrânio, ficou a decepção de ter acreditado em Leda, que todos sabem não ter palavra.

Diante desta rasteira, Afrânio se vê em dificuldade. Se de um lado perdeu o apoio da secretária do Governador Marconni Perilo (PSDB), de outro, não tem apoio do presidente de seu partido e deverá ter que buscar asilo em outra legenda.

Afrânio precisa decidir ainda se apoiará seu colega de grupo, mesmo diante de uma traição doméstica. Seria uma demonstração de fraqueza e de falta de brio político, o que não pode faltar em quem deseja governar uma cidade como Valparaíso de Goiás.

Em pronunciamento na sessão desta quarta-feira (09), Afrânio deixou aberta a porta para se aproximar da prefeita Lucimar Nascimento (PT), que até este momento é a única pré-candidata de verdade para 2016 e concorrerá pela reeleição. Não se tem notícia de que haja alguma conversa entre Afrânio e Lucimar, mas a fala do vereador bem que serve como uma porta aberta, pela qual o traído possa ir à desforra e ajudar a derrotar sua traidora.

Todos sabem ainda que Pábio Mossoró não decola como candidato a prefeito. Não possui reconhecimento público, carisma ou mesmo apoio real de Leda. Apenas deverá ocupar a vaga, mantendo os holofotes sobre ele, enquanto sua chefe Leda Borges articula por fora para ser a candidata do partido.

Leda é um poço de vaidade e para ela é questão de honra disputar nova eleição contra Lucimar. Resta saber como lidará com dezenas de processos a que responde, inclusive com todos os bens bloqueados e uma multa de R$ 2 milhões de reais para pagar, por conta de condenação no processo de venda da Rua Espanha.

O que se sabe de verdade é que a vida da oposição não está fácil. Batem cabeça, não se entendem internamente e assistem à fragmentação do grupo que caminha para uma nova derrota nas urnas.

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Por Danilo Pinto

Por Danilo Pinto

Os pré-candidatos a prefeito pela oposição enfrentam dificuldades para um entendimento. Antes um grupo do qual sairia o candidato, hoje um poço de vaidades em que ninguém apoia ninguém.

Os três pre-candidatos da oposição a prefeito de Valparaíso de Goiás, vereador Afrânio Pimentel (PR), vereador Dr. Marcus Vinícius (PTdoB) e vereador Pábio Mossoró (PSDB) parecem não conseguir mais esconder as dificuldades de sustentação de suas candidaturas. Os desencontros e a dor da traição colocam os três em rota de colisão, o que pôde ser verificado na sessão da Câmara de Vereadores desta quarta (08).

Circula na internet uma declaração atribuída à ex-prefeita Leda Borges (PSDB), em apoio à candidatura de Pábio Mossoró. Nada demais, principalmente porque é de conhecimento público que o candidato da oposição será do PSDB e disso o governador Marconni Perilo (PSDB) não abre mão. A questão é que esta declaração é um golpe frontal na candidatura de Afrânio, que contava com o apoio de Leda, em razão de acordo que fizeram para ele apoia-la em sua candidatura a deputada estadual no ano passado. Pelo acordo, o candidato do grupo seria um dos três supracitados, sendo escolhido aquele que se destacasse nas pesquisas pré-eleitorais.

Quiz o destino que vazasse do seio do grupo ledista, que ela seria a candidata, passando por cima dos acordos e de todos. Segundo este vazamento, Leda não abriria mão de ser a candidata do grupo e tentar a revanche contra Lucimar Nascimento (PT) que a derrotou em 2012 por vasta vantagem. Leda não engoliria a derrota e, vaidosa como é, estaria disposta a arriscar a sua história numa nova disputa com Lucimar.

Afrânio, após diversas lideranças e alguns vereadores comentarem a traição de Leda, usou a palavra para declarar que não depende de Leda para ser candidato. Disse que tem conversado com outras lideranças e que inclusive estaria em conversas com o grupo do governo municipal para eventual composição de chapa e que esta situação o deixava tranquilo quanto à traição. Declarou ainda que compromisso é para se cumprir e que não precisa do PSDB para ser candidato, já que possui o PR.

Pábio saiu na defesa da madrinha e declarou-se candidato do PSDB: “O PSDB tem candidato a prefeito e este candidato sou eu!” Disse ainda que Afrânio estaria descumprindo o acordo, já que estava conversando com todo mundo. Afirmou que o PSDB não vai conversar com ninguém e que terá um candidato próprio. Que o acordo era para resolverem entre eles e não para buscar apoio fora.

Após as duas escorregadas, ambos tentaram disfarçar o mal estar, mas o estrago já estava feito e as entranhas da oposição expostas, arrancando risos da plateia.

A pergunta que fica é: Existe clima para acordos entre políticos acostumados a faltar com a palavra? Leda é reconhecida por não cumprir acordos, então Afrânio seria muito ingênuo se esperasse por uma decisão dela. Além disso, em sendo Pábio o candidato, por decisão pessoal da Leda e do Marconni, seria digno do Afrânio apoiar os seus traidores? Soa-me como uma questão de vaidades e interesses subjetivos, que corroem o já fragmentado grupo de oposição.

Falando no PR, diz-se por ai que o Afrânio não fica lá por muito tempo. Está na base da prefeita Lucimar e comenta-se que uma entrevista do presidente do partido poria fim aos planos de Afrânio dentro da legenda. O caminho mais provável para ele seria o PTN, comandado pelo seu braço direito Antônio Mix.

Até aqui nada se comentou sobre o terceiro pre-candidato. Dr. Marcus Vinícius já havia declarado que não apoiaria Leda em hipótese alguma, porque compromisso é questão de honra. Também declarou não apoiar Afrânio em nenhum caso, após este chama-lo de bebê chorão e oferecer-lhe uma chupeta durante discussão na Câmara de Vereadores. Resta ver se tem cacife para sustentar sua posição

Certo é que Vinicius não apareceu na Câmara nas seis últimas sessões e em todas elas, um oficial de justiça o aguardava na porta. Mas isso já é assunto para outra matéria.

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Por Danilo Pinto

Por Danilo Pinto

Os parlamentares de oposição e pré-candidatos a prefeito de Valparaíso de Goiás, vereador Dr. Marcus Vinícius (PTdoB) e vereador Pábio Mossoró (PSDB), saíram ontem em defesa do governador Marconi Perillo (PSDB), acusado por prefeitos de pelo menos 100 municípios de Goiás, de estar devendo 14 meses de verba da saúde. Infelizmente, a defesa dos vereadores não está baseada em verdades.

Seria muito bom para a população de Valparaíso e outros pelo menos 100 municípios de Goiás, se a defesa dos vereadores de oposição de Valparaíso, em favor do governador Marconi, fosse baseada em verdade, mas, infelizmente, trata-se de uma manobra, para enganar a população.

O documento apresentado pelos vereadores em redes sociais, declarando pagos os repasses do Fundo Constitucional da Saúde, refere-se apenas a 2015. De fato, o governador vem pagando em dia os repasses deste ano, obrigado por um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que assinou junto ao Ministério público. Não fosse esta obrigação por força da justiça, certamente 2015 estaria nas condições em que se encontram as contas de 2013 e 2014. Atrasadas!

O governador não realizou os repasses de 2013 e 2014 e quando assinou o TAC, também parcelou a dívida referente a estes dois anos, em 18 parcelas, que não estão sendo honradas. Portanto, caros cidadãos, os vereadores de oposição usam meias verdades, para encobrir grandes mentiras.

Mesmo com o calote do governador Marconi Perillo, a oposição insiste em cobrar da prefeitura e da Secretaria Municipal de Saúde, a tão desejada qualidade no atendimento. Sem o dinheiro da saúde, como poderá o município comprar remédios, equipamentos e material de trabalho para as unidades de saúde?

Apesar do calote, a saúde pública de Valparaíso consegue ser destaque em nossa região e atende inclusive a moradores de Brasília, que não conseguem ser atendidos lá. Se o governador pagar o que deve, certamente teremos uma saúde muito melhor. Mas não dá pra cobrar, sendo um mal pagador.

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Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

Os vereadores de oposição de Valparaíso de Goiás, Afrânio Pimentel (PR), Pabio Mossoró (PSDB) e Dr. Marcus Vinícius (PTdoB), apresentaram requerimento de audiência pública, para discutir a destinação do lixo produzido pelas grandes empresas da cidade.

Desde que a prefeitura passou a exigir o cumprimento de uma Lei municipal, que obriga os grandes geradores de lixo, como supermercados, restaurantes e outros empreendimentos a arcarem com os custos de coleta e destinação de seu lixo, os vereadores de oposição adotaram a postura de defender os interesses destes, que são os grandes financiadores de campanha política.

A afirmação dos três vereadores de oposição, que também são pré-candidatos a prefeito de Valparaíso, era de que os empresários estariam pedindo esta audiência, para discutir com a sociedade uma forma de amenizar . Esta afirmação foi desmentida pelo vereador Carlinhos Dentista (PTdoB), que informou ter conversado com um grande número de comerciantes e que todos se declaram conscientes quanto ao caso. Carlinhos disse que tem colocado os comerciantes com quem conversa em contato direto com a prefeita Lucimar Nascimento (PT), para conversarem por telefone. Segundo informou, todos ficaram satisfeitos com as explicações. A pergunta que Carlinhos deixou para a oposição e que ficou sem resposta foi: “Quais empresários estão revoltados como dizem? Porque eu tenho conversado com muitos e não vi esta situação.” Questionou o parlamentar.

Diante de uma proposta inadequada para a questão, o presidente da Câmara, vereador Elvis Santos (SD), propôs que o requerimento fosse retirado e que em seu lugar se agendasse um encontro com os empresários, representantes do governo e a Câmara. Elvis chamou a atenção para o fato de que uma audiência pública não pode ser convocada para discutir questões particulares, por tratar-se de um instrumento destinado a decidir com a sociedade, de forma ampla, questões de interesse coletivo do município.

Mais uma vez, fica evidente que os vereadores e pré-candidatos a prefeito de Valparaíso utilizam os instrumentos da Casa de Leis, para desestabilizar o governo da prefeita Lucimar, em busca de espaço para suas campanhas eleitorais. É a política do quanto pior melhor do PSDB e companhia, na luta por poder.

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