Início Tags Posts tagged with "mundial"

mundial

0 652

Vitor Hugo, de 22 anos, foi convidado para integrar time com chances de disputar com equipe americana

De Valparaíso de Goiás para o mundo. É confiando no talento que tem para o basquetebol que o jovem de 22 anos, Vítor Hugo Alves do Santos, morador do Jardim Oriente, sonha em um dia poder jogar no país considerado o berço do esporte. Depois do título de campeão brasiliense, a próxima meta do atleta é representar o município nos Estados Unidos, no campeonato mundial que reunirá atletas de vários países, em setembro de 2016.

Filho de um cobrador de ônibus e uma dona de casa, Vítor teve os primeiros contatos com o basquete aos 12 anos. Antes, ele jogava futsal e arriscava umas manobras no skate. Ele conta que tudo começou meio de brincadeira durante as aulas de educação física, no Ginásio de Esportes do Jardim Oriente.

“Apesar de as escolas darem preferência ao futebol, a gente tinha aula de basquete mais ou menos uma vez por mês. Mas, felizmente, tive um professor que me viu jogar e me incentivou a prosseguir com os treinos. Gostei do incentivo. O problema é que eu não tinha dinheiro para comprar uma bola. Sensibilizado, um tio meu me deu de presente o meu futuro instrumento de trabalho”, relata emocionado.

Mas, só ter a bola não era suficiente para Vítor se tornar um atleta profissional. Ele precisava de um local para treinar. Foi então que ele resolveu usar a criatividade para vencer um dos desafios entre tantos outros que estavam por vir. “O jeito que encontrei foi improvisar uma cesta em casa mesmo”, revelou o atleta que chegou a cursar até o penúltimo ano de fisioterapia.

Ao longo de 10 anos, Vítor já colecionou vários títulos. O talento rendeu a ele o convite para integrar a Central Basketball Association (CBA), criada em 2013 pelos Estados Unidos. Nacionalmente échamada deCBA Brasil. Trata-se de uma liga americana que seleciona talentos no mundo inteiro, com a qual o jogador já assinou contrato.

Os jogadores da CBA Brasil que mais se destacarem no campeonato nacional 2016 serão selecionados para ir aos EUA disputar  a final contra a equipe campeão CBA USA. Lá terão a oportunidade de treinar com preparadores da NBA e integrar a principal liga de basquete norte-americana. Poderão ainda ser escolhidos para jogar em ligas canadenses e européias.

Texto: Francisco Gomes

Foto: Fernanda Queiroz

Al_ASPC73BJUtcWQD5iGxlievjFeQHh0_NeHpLSIpsu9segunda logo

0 2475
Por Danilo Silva Pinto

Por Danilo Silva Pinto

Senhor de 70 anos de idade, o atleta Valdemar França sagrou-se campeão no Mundial Master de MTB (Mountain Bike)  2014, que está sendo disputado na Noruega. Enfrentando chuva e frio, Valdemar superou seus adversários e conseguiu assumir a liderança na última volta de 7 Km, alcançando a vitória e o título.

Vencer um mundial disputado na terra da bicicleta é um feito extraordinário para o atleta, que deverá ser comemorado por todos os amantes de MTB do Brasil, principalmente do Cerrado Brasileiro, cenário de tantas pedaladas e dos treinos do Sr. Valdemar. Além de muito orgulho, Valdemar deverá ser exemplo para os atletas mais jovens, que sonham um dia disputar um mundial.

Em sua página no Facebook, o também atleta Ruan Cordeiro, que compete pela Federação Brasiliense de MTB e já acumula vários podiums em 2014, comemorou o feito e parabenizou o campeão mundial master: “Isso sim que é ser bruto!!! muita gente reclama so pq esta velho nao consegue fazer as coisas ..agora pare e repense e leve o nome desse cara como sua inspiracao.
Parabéns seu waldemar !!!” asseverou Ruan.

Publicidade:

Outdoor_2013-2014 (1)

0 339

Por Felipe Seffrin, Correio Brasiliense, com adaptações.

A exatamente duas semanas do início da Copa do Mundo, o estádio da abertura da competição ainda não pode ser aberto ao público: às vésperas de Brasil x Croácia, em 12 de junho, o Itaquerão ainda não tem laudo de vistoria do Corpo de Bombeiros de São Paulo. A liberação parcial da arena expirou em 19 de maio, um dia depois de Corinthians x Figueirense, jogo com a presença de 36 mil torcedores.

Como a capacidade máxima do Itaquerão não foi colocada à prova, a Fifa cobrou um novo teste no local. A CBF colaborou, remarcando Corinthians x Botafogo para o domingo. Mas, como o estádio ainda não tem aval dos bombeiros, não pode haver a venda dos 68 mil ingressos. E esse atraso na liberação arrisca prejudicar a intenção de fazer um teste completo.

O atraso na definição provoca informações desencontradas entre o clube e o Corpo de Bombeiros. Em contato com o Correio, o setor de comunicação do Corinthians alegou que só os militares poderiam fazer alguma previsão; os bombeiros, por sua vez, disseram não ter nenhuma informação, e devolveram a bola para a equipe.

Essa demora tem causado transtornos para o alvinegro. Como o estádio segue sem laudo, o Corinthians teve de segurar a venda de bilhetes para o jogo de domingo, contra o Botafogo. “Por questões de segurança, não vamos iniciar a venda dos ingressos sem o estádio liberado. Eles (bombeiros) já fizeram a vistoria, estamos esperando o laudo”, explicou André Stepan, coordenador de comunicação do clube. De acordo com o Estatuto de Defesa do Torcedor, lei federal, os bilhetes devem ser colocados à venda com 72 horas de antecedência.

Aparentemente, contudo, a avaliação pode demorar mais para sair. “Quem tem de montar todas as estruturas provisórias é o clube. O Corpo de Bombeiros só cumpre a legislação de fiscalizar. Não tenho nenhuma informação sobre a liberação do estádio”, ressaltou o capitão Marcos Palumbo, chefe do setor de comunicação da corporação, sem confirmar se a vistoria foi mesmo realizada.

O auto de vistoria dos bombeiros, com informações detalhadas sobre lotação, saídas de emergência e plano de evacuação, é obrigatório para a liberação do Habite-se pela prefeitura de São Paulo. Sem ele, não há jogo.

Um dos entraves para a utilização do Itaquerão é a validade deste laudo. Acredita-se que a corporação tenha a intenção de liberar o local até o fim do ano, em vez de emitir uma autorização provisória, como a que liberou parte do estádio para o jogo inaugural, na semana passada. Mas, como as estruturas provisórias para a Copa dentro e fora da arena ainda são instaladas, uma vistoria completa é inviável no momento.

A poucos dias da estreia do mundial, é um absurdo que o estádio de abertura não esteja pronto. Se houver alguma irregularidade, como ficará a abertura?

0 339

Danilo Silva Pinto

Após falha do esquema de segurança, que permitiu a um grupo de manifestantes cercar o ônibus da Seleção Brasileira no Rio de Janeiro, na última segunda-feira 26 de maio, homens das Forças Armadas serão utilizados para proteger as seleções durante a Copa do Mundo FIFA 2014.

Após o episódio, 30 militares já estão na Granja Comari desde a quarta-feira 28 de maio, incumbidos de reforçar a segurança da Seleção Brasileira. Segundo a organização do evento, os homens das Forças Armadas serão utilizados para garantir a proteção das delegações em seus deslocamentos, entre hotéis e centros de treinamento.

Segurança perde controle sobre manifestantes no Rio de Janeiro

Segurança perde controle sobre manifestantes no Rio de Janeiro

De acordo com o Ministério da Defesa, a participação das Forças Armadas no esquema de segurança da Copa nas 12 cidades-sede já estava previsto, conforme autorização dada pela presidenta Dilma Rousseff. Segundo o Artigo 5, do Decreto 3.897 de 2001, usado pela presidenta, o emprego das Forças Armadas na garantia da lei e da ordem (GLO), deverá ser episódico, em área previamente definida e ter a menor duração possível. O nível de emprego dos militares, segundo o Ministério da Defesa, vai variar conforma a necessidade de cada uma das sedes e dependerá de pedido prévio do governador.

Ontem, o Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo admitiu que o esquema de segurança no Rio da Janeiro falhou ao permitir que manifestantes cercassem o ônibus da seleção brasileira. Ele classificou o episódio de “pontual”, mas anunciou que seriam feitos ajustes no esquema de proteção das seleções.

0 415

A questão é que, quando uma grande economia investe nesse ritmo para criar empregos e riqueza, possivelmente não obterá retorno de grande parte dos investimentos

O editor de economia da BBC, Robert Peston, investigou como a desaceleração econômica da China pode levar a uma “terceira onda” da crise econômica que abalou o mundo em 2008. Além do artigo abaixo, o resultado desse trabalho é a reportagem especial “How China Fooled the World” (“Como a China enganou o mundo”, em tradução livre), transmitido no Reino Unido pelo canal de TV BBC 2 nesta semana .

Poucas pessoas já ouviram falar da cidade chinesa de Wuhan. Mas ela, mais do que qualquer outra cidade do país, evidencia como as três extraordinárias décadas de modernização e enriquecimento da China, bem como seu milagre econômico, parecem estar perto do fim – e por que isso traz um sério risco para os mercados mundiais.

O prefeito de Wuhan, Tang Liangzhi, está gastando o equivalente a quase R$ 800 bilhões em um plano de desenvolvimento de cinco anos que tem como objetivo transformar a cidade – que já tem 10 milhões de habitantes – em uma megametrópole mundial capaz de disputar com Xangai o posto de segunda maior cidade do país.

O ritmo dos gastos em Wuhan é impressionante: estão em construção centenas de edifícios residenciais, anéis viários, pontes, ferrovias, um sistema de metrô e um aeroporto internacional. O centro da cidade está sendo demolido para dar lugar a um centro comercial, incluindo um arranha-céu de mais de 600 metros de altura que custará R$ 11,9 bilhões.

A reforma de Wuhan serve para contar uma história mais ampla. Nos últimos anos, a China construiu um novo arranha-céu a cada cinco dias, mais de 30 aeroportos, sistemas de metrô em 25 cidades, as três pontes mais extensas do mundo e mais de 9,6 mil quilômetros de rodovias de alta velocidade, além de empreendimentos imobiliários comerciais e residenciais em larga escala.

Há duas formas de enxergar esse movimento: trata-se, é claro, de uma modernização necessária em um país que se urbaniza rapidamente. Mas é também um sintoma de uma economia desequilibrada, cujas recentes fontes de crescimento não são sustentáveis. Associada às recentes tensões nos mercados financeiros, a desaceleração econômica chinesa pode ser vista como uma terceira onda da crise iniciada em 2007 e 2008 (a primeira foi a crise em Wall Street e na City de Londres; a segunda, a da zona do euro).

Estímulo

Em 2008, após o colapso do banco Lehman Brothers, o mundo presenciou um encolhimento dramático do comércio mundial. Isso foi catastrófico para a China, que tinha um crescimento muito dependente das exportações ao Ocidente. Quando as economias ocidentais pararam, diversas fábricas chinesas foram paralisadas. Na ocasião, a BBC testemunhou hordas de migrantes chineses pobres sendo forçados a voltar para suas aldeias. A situação alarmou o governo e ameaçou o acordo implícito entre o Partido Comunista e a população chinesa, que abriu mão de direitos democráticos em troca de prosperidade econômica.

Como resposta, o governo chinês lançou um pacote de estímulo de dimensões gigantescas – o equivalente a R$ 1,5 trilhão de gastos estatais diretos – e instruiu que bancos “abrissem a carteira” e emprestassem dinheiro como se não houvesse amanhã. A estratégia funcionou, a seu modo. Enquanto muitas das economias ocidentais e o Japão estagnaram, a China viveu anos de grande expansão, retomando o crescimento na casa dos 10% anuais. Mas as fontes de crescimento eram limitadas e, desde então, mudaram.

Excessos e crédito

Mesmo antes do pacote de estímulo, a China investia a taxas maiores do que quase todos os demais países na história. Antes da crise de 2008, o investimento estava em torno de 40% do PIB, três vezes mais do que a maioria dos países desenvolvidos. Após a crise, graças aos estímulos e às obras de infraestrutura, os investimentos subiram para 50% do PIB, um nível sem precedentes, e ali continuaram.

A questão é que, quando uma grande economia investe nesse ritmo para criar empregos e riqueza, possivelmente não obterá retorno de grande parte dos investimentos – que são muito maiores do que qualquer decisão racional dos empresários. É por isso que a China tem vastos empreendimentos imobiliários – ou mesmo cidades inteiras – com luzes que nunca foram acesas e com estradas que mal foram percorridas por veículos. O que torna tóxica uma grande parte desse investimento é seu financiamento: uma explosão nos empréstimos. A proporção das dívidas chinesas em relação ao PIB tem crescido rapidamente.

A analista Charlene Chu, que era da agência Fitch, explica a fartura de crédito: “A maioria das pessoas sabem que houve uma grande expansão de crédito na China, mas não conhecem sua dimensão. No começo de 2008, o setor bancário chinês tinha um tamanho em torno de US$ 10 trilhões. Agora, tem entre US$ 24 e 25 trilhões. Esse aumento é equivalente ao total do setor bancário comercial americano, que levou mais de um século para ser constituído”.

O Ocidente aprendeu a duras penas os perigos de um sistema financeiro que cria muito crédito rapidamente. Além disso, no caso da China, boa parte dos endividamentos está oculta, financiada por instituições chamadas de “shadow banks” (bancos sob a sombra, em tradução literal), à margem do sistema financeiro tradicional. Não há exceções na história das finanças: conceder empréstimos nessa escala faz com que os devedores não consigam quitar suas dívidas e implica em grandes perdas aos credores. A questão não é se isso vai acontecer, mas quando e qual a dimensão dos seus efeitos. É por isso que vimos alguns episódios recentes de estresse nos mercados financeiros chineses, o que pode prenunciar problemas mais graves.

Perigos

Quando o crescimento é gerado por um grande período de investimento lastreado em dívida, há dois desdobramentos possíveis: se essa grande expansão é encerrada cedo o bastante e de modo controlado e a economia é retomada de maneira sustentável, ocorre uma retração econômica, mas desta forma evita-se um desastre. No entanto, se a concessão de crédito passa dos limites, uma crise se torna inevitável. Então, qual será o desfecho do milagre econômico chinês?

O governo anunciou reformas que, em tese, podem reequilibrar a economia nos próximos anos ao trocar o investimento baseado em crédito por outro baseado no consumo. Mas as reformas estão em estágio inicial, e a concessão de crédito continua. E mais: a atual explosão de investimentos nos setores imobiliário e de infraestrutura tem gerado tantos lucros a milhares de autoridades do Partido Comunista que há dúvidas quanto à habilidade do governo central em implementar mudanças.

Além disso, existem as consequências sociais: um crescimento econômico mais lento pode não ser suficiente para satisfazer a ânsia dos chineses por mais empregos e um padrão de vida melhor, algo que pode desencadear protestos populares. Mas e se a bonança de crédito não for contida? Poderíamos estar diante de uma crise que chacoalharia não apenas a China, mas o mundo inteiro.

O recente crescimento chinês deu forma ao mundo como o conhecemos hoje: propiciou aos ocidentais a compra de produtos baratos e, para países exportadores (como o Brasil), a venda de commodities. O outro lado é que os preços mundiais dos alimentos e da energia subiram e a influência chinesa no resto do mundo mudou o equilíbrio de poder global. Será que uma China enfraquecida traria benefícios ao Ocidente? Talvez não fosse algo totalmente ruim. Mas uma China repentinamente incapaz de prover o crescente padrão de vida esperado por seu povo seria um país mais instável – e também mais perigoso.

BBCBrasil.com

0 292

A poucas horas da inauguração oficial, a Arena das Dunas, em Natal, ainda passa por obras antes da cerimônia de entrega do estádio, que contará com a presença da presidente Dilma Rousseff, no fim da tarde desta quarta-feira (22).

O cenário no entorno da arena era o de um canteiro de obras hoje de manhã, com ajustes na cobertura do estádio. Na tarde de terça-feira (21), o ritmo de obras era ainda mais intenso, com dezenas de operários trabalhando no local com guindastes para deixar tudo pronto para a visita de Dilma.

A presidente estará ao lado do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, que ontem ameaçou deixar o estádio de Curitiba, o mais atrasado entre as cidades-sede da Copa, de fora do Mundial.

Ontem, do lado de fora da arena de Natal, operários instalavam pisos táteis, faziam ajustes na cobertura e limpavam a área externa. No canteiro em frente ao estádio, alguns homens faziam serviços de jardinagem, cena que se repetiu hoje de manhã. A entrada daFolha na arena não foi autorizada.

Uma emissora de TV que conseguiu entrar mostrou que, do lado de dentro, as obras estavam mais adiantadas. Operários pintavam a marcação do campo e retiravam os plásticos que protegiam as cadeiras.

À noite, um evento-teste foi realizado. Vizinhos da arena que sofreram com barulho e trânsito durante os mais de dois anos de obras foram convidados para assistir a um show.

O titular da Secopa (Secretaria Estadual para Assuntos Relativos à Copa do Mundo 2014), Demétrio Torres, disse que os operários faziam ontem apenas “pequenos retoques”.

“[O estádio] está pronto para jogo. Está pronto mesmo”, disse o secretário. “A gente, que partiu com o descrédito principalmente de vocês da imprensa do sul [do país], terminou primeiro do que alguns [Estados] que começaram muito antes [as obras]”, afirmou Torres.

As obras em Natal começaram em agosto de 2011 e deveriam ter sido concluídas em dezembro do ano passado, segundo a OAS Arenas, responsável pela obra.

O empreendimento custou R$ 413 milhões e tem capacidade para 42 mil torcedores durante a Copa do Mundo.

A Arena das Dunas receberá as partidas México x Camarões (13/06), Gana x Estados Unidos (16/06), Japão x Grécia (19/06) e Itália x Uruguai (24/06).

Fonte: Folha de São Paulo

0 2433

Uma comissão com cerca de 50 membros da Fifa esteve no Estádio Nacional Mané Garrincha, na manhã desta quarta-feira (22/1), para a última inspeção operacional da nova arena antes da Copa do Mundo. Chris Unger, chefe do Departamento de Operações do Mundial, elogiou o estádio brasiliense, mas não negou preocupação com o gramado.

“Sei que ainda serão jogadas duas partidas aqui antes da Copa, mas realmente esperamos que o gramado seja respeitado e tenha um tempo de descanso bom”, afirmou, lembrando que o campo foi alvo de críticas durante a Copa das Confederações. “As seleções que vêm ao Brasil são as melhores do mundo e esperam estádios em condições perfeitas. Não podemos falhar”, completou.

Utilizado para shows durante 2013,  estádio deixou transparecer uma fragilidade do gramado, que apresentou diversos problemas também em jogos do Campeonato Brasileiro.

O Mané Garrincha receberá as finais do Campeonato Candango, nos dias 5 e 12 de abril. Depois disso, em 22 de maio, deve ser entregue à Fifa, que organizará a arena para a Copa e fica com a posse dela até 18 de julho. Brasília receberá sete jogos durante o torneio, sendo quatro deles na fase de grupos e três nas fases finais.

“O objetivo principal da visita é analisar as condições operacionais do estádio, como chegada à arena, espaço para imprensa, sinalização, hospitalidade, entre outros. Como o Mané já recebeu diversos jogos no ano passado, essa é uma visita muito tranquila para gente, porque sabemos que o estádio é funcional”, avaliou Tiago Paes, gerente de operações do COL. “Agora só precismos adaptar algumas coisas para o grande evento que é a Copa do Mundo. A exigência de organização é muito maior que na Copa das Confederações, por exemplo.”

Chris Unger também elogiou a arena brasiliense. “É um estádio fantástico. Ele é enorme estruturalmente, mas parece pequeno para o torcedor, que se sente muito próximo ao jogo e no clima da partida”, afimrou. Brasília foi a última cidade a ser visitada pelos técnicos da Fifa nesta rodada do Tour de Inspeção. Ao lado do COL, a entidade passou pelos seis estádio que sediaram a Copa das Confederações no ano passado. Mais de 50 pessoas vistoriaram 19 áreas de operações logísticas do local.

Fonte: Correio Brasiliense com adaptações.

FIQUE CONECTADO

post